Largo

Com o ano a chegar ao fim, não gostaríamos deixar de dar uma palavra a todos aqueles que fazem parte de um grupo muito específico de pessoas. Somos daqueles que não visitamos sites que não gostamos ou que achamos que têm conteúdo com o qual não concordamos. Como não os visitamos, não os comentamos. Todos aqueles que visitamos ou que comentamos, respeitamos aquilo que escrevem, ainda que possamos não concordar com o seu conteúdo. Ano após ano, mês após mês vamos assistindo a algumas pessoas que não perdem a oportunidade para tentar ofender todos aqueles que vão tentando manter o Largo a funcionar. Mais do que discordar daquilo que escrevemos, tentam partir para a ofensa pessoal. Afirmações como a última que lemos que dizia que “se fossem bons não estariam à frente do destino de uma pagina de Facebook desta natureza! Estariam noutro patamar…” são recorrentes. E isto leva-nos a uma questão para a qual não conseguimos ainda encontrar resposta. Serão essas pessoas masoquistas ou só mesmo hipócritas? Se o que escrevemos não lhes interessa, se as pessoas que aqui escrevem não são boas, porque se dão ao trabalho de sequer ler e, pior que isso, de comentar? Se o que escrevemos não lhes interessa e se quem aqui escreve, se fossem bons, estaríamos noutro patamar, porque não fazem como fazemos em relação ao que essas pessoas colocam nos seus perfiz nas redes sociais, ignoramos completamente? Não poderíamos, por isso, deixar que o ano acabasse sem darmos uma palavra a todos aqueles que são os ‘bons’, mas que são ao mesmo tempo os que não têm coluna vertebral porque são os que atacam aqueles que aqui escrevem, mas não deixam de ler aquilo que vai saindo e até vão recolhendo a informação que lhes interessa. Os hipócritas também têm direito à vida e para eles desejamos umas excelentes Festas (se bem que devem ser daqueles que criticam o Natal, mas vestem o fato vermelho).


Seguir
( 1 Seguidores )
X

Seguir

E-mail : *

Comentar com conta do Facebook

comentario(s) no Facebook

1 comentário

  1. Boas Festas e continuem a colocar o dedo na ferida mesmo que por vezes seja só para chamar à atenção pela maneira como a ficção ultrapassa a realiadade.
    A Marinha Grande necessita de mais debate e mais intervenção da sociedade civil e menos alimentação de egos politicos de quem só se interessa com vaidades pessoais ou ordenados chorudos que nunca ganhariam no setor privado.
    Cumprimentos.

Deixe uma resposta

Seu endereço de e-mail não será publicado.

  
Please enter an e-mail address

Postar Comentário