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No último ano do dia os eleitos vão ter que novamente reunir para decidir aquilo que já há muito deveria estar decidido relativo à alimentação escolar, AAAF’s e CAF’s. O que tinha ficado pendente era a fundamentação legal para que os eleitos possam conceder um benefício que não é geral, mas que é apenas atribuído aos que estavam a beneficiar daqueles serviços. Ao parecer jurídico juntaram meia dúzia de linhas com referência ao Covid e já está feito um parecer que serve para justificar a incompetência que a Célia diz ter. Resta saber se os argumentos que foram usados pelas eleitas da CDU irão levar a que a isenção que querem que seja concedida por não terem conseguido enviar as facturas a tempo irá passar. Não deixa de ser estranho que consigam fundamentar na situação pandémica a possibilidade de isentarem muitos pais de pagar, mas não concedam aos que não estavam a beneficiar do apoio ‘subsidio’ idêntico. Sempre pensámos que as isenções de pagamento de serviços prestados pelo estado tivessem um carácter universal e não apenas para alguns! A pandemia lá vai justificar mais uma incapacidade de resolver os assuntos e, bem vistas as coisas, até é capaz de ser a fundamentação correcta porque a incompetência que a Célia diz que eles têm parece mesmo assumir proporções pandémicas.


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2 comentários

  1. Ainda levam a mal que a Alexandra lhes chame incompetentes. Uma reunião no dia 31 à tarde? Devem ser os únicos vereadores do país reunidos neste dia e a esta hora. A Presidente leva 4 mil euros por mês para casa. Os vereadores com pelouro 3 mil. Pagos por todos nós! E é isto??? Credo.

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