Concentração mantém-se

CuriosoCMMG8 Comentários


Depois de decretado o estado de calamidade, contactámos membros da ‘comissão organizadora’ para saber se se mantinha a concentração. Fomos informados que se irá manter, assegurando eles o cumprimento das regras de distanciamento necessárias a evitar que possa existir risco de contágio.


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8 Comentário em “Concentração mantém-se”

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    E legal esta concentração com a entrada do estado de calamidade? A esquerda vai continuar a prevaricar ? E a reunião do observatório ? Mantém-se?

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    O PS da Marinha Grande a correr atrás do prejuízo, uma carta aberta oportunista face ás movimentações populares:
    “ O PINHAL IMPORTA!
    2017 | 15 OUT | 2020
    CARTA ABERTA AO PRIMEIRO MINISTRO
    E AO MINISTRO DO AMBIENTE E DA AÇÃO CLIMÁTICA

    Marinha Grande, 14 outubro 2020

    Excelências,

    Assinalam-se neste dia 15 de outubro 3 anos sobre o incêndio que destruiu a quase totalidade da Mata Nacional do Pinhal do Rei. Três anos volvidos sentimos que é nosso dever unir a nossa voz à voz de todas as Entidades, públicas e privadas, e Cidadãos que defendem a recuperação do Pinhal do Rei. Sentimos que é nosso dever dizer que «O PINHAL IMPORTA!».
    «O PINHAL IMPORTA!» porque faz parte do nosso Património Público e é uma peça importante da construção da Identidade nacional e, de modo particular, da identidade do nosso território, do nosso concelho. Porque faz parte do nosso Património Natural constituído com o contributo de sucessivas gerações de homens e mulheres que o preservaram e defenderam, permitindo que o mesmo fosse a casa de inúmeras espécies de fauna e de flora, algumas únicas e irrepetíveis. Porque faz parte do nosso Património Cultural, imortalizado para sempre na pintura, na literatura, na música, no teatro, etc. Porque faz parte da nossa vivência individual e familiar, tendo sido geração atrás de geração, palco de convívios familiares, de festas comunitárias, de lazer e de desporto, de simples fruição da natureza e de abrigo no calor do verão, e de recolha de matéria para nos aquecer nos invernos frios.
    Após a destruição do Pinhal do Rei, o Senhor Ministro da Agricultura veio à Marinha Grande assumir o compromisso de que todo o dinheiro resultante da venda da madeira queimada seria reinvestido no Pinhal do Rei para a sua recuperação e reflorestação. Sublinhamos a importância e a justiça deste compromisso que não pode ser esquecido, nem abandonado, independentemente de hoje serem outros a tutelar esta questão.
    Esperávamos, de resto, que a mudança da área da Conservação da Natureza e da Florestas para o Ministério do Ambiente e Alteração Climática, a Floresta Nacional, em particular o Pinhal do Rei, passasse a ser olhado não apenas como uma fonte de rendimentos financeiros, de exploração comercial, mas como o importante ativo ambiental, ecológico e natural que é. Infelizmente, não vimos até hoje ser tomada qualquer decisão que confirme essa mudança de estratégia, de rumo, para o Pinhal do Rei. A verdade é que o Pinhal faz-nos falta também desse ponto de vista e o seu desaparecimento deixou-nos mais vulneráveis às alterações climáticas.
    Continua por se fazer a reflorestação do Pinhal do Rei nas imensas áreas ardidas, além de muitas dessas áreas/talhões estarem praticamente ao abandono, à mercê das espécies invasoras, sem limpeza e sem qualquer outro cuidado que anteceda a plantação de novas árvores. O Plano de Recuperação das Matas Nacionais do Litoral continua sem ter qualquer impacto no nosso território.
    As inúmeras ações de plantação que foram sendo realizadas pela Sociedade Civil, com a participação de milhares de cidadãos anónimos, não tiveram da parte das Entidades competentes o acompanhamento devido, tendo sido na prática abandonadas à sua sorte. Quanto dinheiro foi gasto e assim desperdiçado nestas iniciativas?
    As áreas não ardidas, algumas delas constituindo uma reserva natural ímpar no país, foram também elas deixadas ao abandono, tendo sido devastadas pelas tempestades que se sucederam nestes três anos, e ainda hoje se verificam pontos onde a limpeza e desobstrução de caminhos continua por fazer. Felizmente não se registaram focos de incêndio de maior gravidade, ou teríamos já perdido também este pouco que nos restou do Pinhal do Rei.
    A promessa de se construir finalmente o Museu Nacional da Floresta tem sido igualmente esquecida pela tutela, o que só podemos lamentar. De lamentar também, certamente por deficiente assessoria, as declarações infelizes do Senhor Ministro do Ambiente e Alteração Climática sobre esta matéria, que revelam total desconhecimento sobre os compromissos assumidos nos anteriores Governos, pela respetiva tutela, perante a Autarquia e os Marinhenses.
    De lamentar também que durante este último ano, depois de ter tomado posse o XXII Governo Constitucional, nem o Senhor Ministro, nem o seu Secretário de Estado para a Conservação da Natureza, Florestas e Ordenamento do Território, tenham tido a disponibilidade e a preocupação de visitar a Marinha Grande, o Pinhal do Rei.

    Senhor Primeiro-Ministro
    Senhor Ministro do Ambiente e Alteração Climática

    O Partido Socialista da Marinha Grande, apesar de ser solidário com o Governo de Portugal, não pode, em nome da defesa dos interesses da Marinha Grande e dos Marinhenses, deixar de nesta ocasião lamentar a falta de empenho do Governo para responder às necessidades do Pinhal do Rei.

    Vimos assim publicamente pedir ao Governo que:
    1. Assuma o compromisso de investir todo a receita proveniente da venda da madeira extraída do Pinhal do Rei nas seguintes áreas:
    a. Limpeza das áreas ardidas e preparação das mesmas para a sua reflorestação por meios mecânicos, especialmente onde não for possível a reflorestação natural;
    b. Limpeza das áreas não ardidas, ao nível arbustivo e espécies invasoras; desobstrução e regularização de linhas de água naturais;
    c. Recuperação e manutenção da rede viária dentro do perímetro das Matas Nacionais, por forma a garantir a circulação em segurança nas mesmas;
    d. Valorização ambiental do Pinhal do Rei criando uma Reserva Ecológica Nacional no seio do mesmo (ao longo do Ribeiro de São Pedro) para defesa e preservação das espécies de fauna e flora endógenas;
    e. Construção do Museu Nacional da Floresta, com a musealização de todo o Arquivo e Património das Matas Nacionais, no Parque do Engenho e Pedreanes, criando ainda percursos pedestres/cicláveis dentro do Pinhal.

    Assuma o compromisso de dotar o ICNF dos meios humanos, técnicos e financeiros essenciais e necessários para a execução das suas responsabilidades no âmbito da gestão do Plano de Recuperação do Pinhal do Rei, afetando esses recursos aos Serviços Florestais da Marinha Grande em permanência.
    Responsabilize o ICNF por fazer regularmente (no mínimo semestralmente) a apresentação pública, na Marinha Grande, dos trabalhos realizados, dos resultados alcançados e da planificação para o período seguinte, chamando a participar em todo o processo quer a Câmara Municipal quer o Observatório Local do Pinhal do Rei.

    Senhor Primeiro-Ministro
    Senhor Ministro do Ambiente e Alteração Climática

    O Pinhal importa!
    E o Partido Socialista da Marinha Grande, ainda que sempre solidário com o Governo, não deixará nunca de defendê-lo pela Marinha Grande e pelos Marinhenses!

    P’lo Secretariado da Comissão Política Concelhia
    O Presidente da Comissão Política Concelhia
    Nélson José Nunes Araújo

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    Ó Nélson, tu não tens vergonha nenhuma pá!

    A única coisa que te importa, é o salário e a tua ascensão ao poder… vai-te catar, parasita!

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    Acabei de ouvir a Cidália, na reunião/show-off do Teatro… DÁ VÓMITOS!!!

    CIDÁLIA… RUA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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    Boa Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla Bla…

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