Revive

Categoria CMMG by Curioso6 Comentários


O programa REVIVE é aquele que permite que se comece a dar uso aos imóveis que são do Estado. Na última reunião falou-se nesse assunto a propósito do protocolo que era para ser celebrado com a câmara. Quando se falou neste programa vieram logo os defensores do partido que governa o país dizer que o assunto do Parque do Engenho iria estar resolvido. Fomos dar uma vista de olhos aos imóveis que estão para ser disponibilizados e o Parque do Engenho não consta lá! Podem ser consultados aqui.


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Comentários

    1. Curioso Author

      Caro Zé das Buscas. Sim, faz parte, mas não está ainda para disponibilizar ao contrário do que foi sendo dito.

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    Caro Zé das Biscas, obrigado por colocar em evidência este vídeo. No que a mim diz respeito, não posso estar mais indignado e só me merece colocar um comentário. Que triste terra a minha deixada ao desbarato por tamanhos incompetentes ao longo de tantas décadas. Não somos dignos nem merecedores de tamanho legado deixado pelos nossos visionários do passado. Desde os locais, aos nacionais que nos têm desgovernado durante estes quase 50 anos de democracia, todos deveriam prestar contas na justiça, por tamanho desvario, para não dizer crime, na gestão dos bens públicos. É simplesmente inadmissível, intolerável, não tenho palavras para expressar o desgosto e indignação que sinto como marinhense, ao visualizar estas imagens. Imagens, que tal como eu desconhecia, provavelmente desconhecidas também, diria que, por mais de 95% da nossa população. Senhores e senhoras que têm a responsabilidade de gestão do nosso município, lanço daqui um grito de alerta, POR FAVOR ACORDEM, FAÇAM ALGUMA COISA, NÃO DEIXEM MORRER O NOSSO PATRIMÓNIO, se não forem capaz, se não têm competência para tal, por favor saiam, desapareçam, deem o lugar a outros, que estão dispostos a fazer da MARINHA GRANDE a cidade que os marinhenses merecem.

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    Deem lugar a outros? O Carlos Martins está com coragem a criar um movimento ou partido e enfrentar a realidade e oferecer uma Marinha melhor ou é só mais uma maneira de criticar e avançar nada FÁCIL

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    Caro Anónimo das 8:48, não vou aqui esgrimir consigo quaisquer tipos de argumentos, ainda para mais, com alguém, que ao limitar a sua identidade por detrás do anonimato, limita simultaneamente a sua razão e credibilidade. No entanto não posso de deixar de lhe dizer, que nas estruturas partidárias, principalmente naquela que é neste assunto o meu foco, na qual eu ideologicamente sempre me identifiquei e continuo a identificar desde o 25 Abril de 74, há bastante tempo constato, que as pessoas que existem e que eu acredito, terem condição para elevar a Marinha Grande ao patamar que todos os marinhenses merecem, infelizmente para todos nós, já há muito tempo deixaram de ter disponibilidade para se dedicarem a tão grande e nobre missão, que é servir a causa pública. Os outros, os que sobraram na estrutura, e que se mantêm impávidos e serenos a tratar da sua causa pessoal, em detrimento da conveniente defesa do município e todos os seus munícipes, conseguiram transformar a Marinha Grande, naquilo que é a presente realidade. Se esta realidade está excelente para si, confesso que para mim, face às exigências e aos desafios que o futuro nos reserva, os factos demonstram que é uma realidade, aberrante, paupérrima, diria até, com alguns resquícios de terceiro mundo. De momento não tenho mais nada para lhe dizer, mas sinto-me tentado mesmo assim, a lançar-lhe um desafio. Traga a sua identidade para fora da penumbra do anonimato, e nessa condição até me poderia disponibilizar, salvaguardando as devidas distancias sociais, a tomar um café consigo, e aí sim, avaliarmos em conjunto, quiçá diferentes ou convergentes pontos de vista, para o engrandecimento do futuro do nosso concelho.

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    Caro Carlos Martins, não posso concordar mais com o que diz. É exatamente isso! Há socialistas nesta terra com provas dadas de competência e visão que em vez de se lamentarem pelo que está a acontecer, se deviam juntar, correr com esta gente que nos vai mantendo neste estado de ruína, e encontrar uma alternativa coerente e competente, para daqui a um ano iniciar um novo ciclo. Que atuem em nome do interesse público, não dependam da política, e saibam como gerir uma autarquia plural com uma visão estruturada de futuro.

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