Confiar na sorte ou incompetência pura

CuriosoCélia, CMMG1 Comentário


Como é público, o Governo quer que o próximo ano lectivo comece no início de Setembro. A pandemia levou a que os alunos ficassem sem aulas e há que tentar compensar. Não é novidade. Também não é novidade que as câmaras têm por função fornecer as refeições às crianças. Todos os anos é a mesma coisa, sendo um procedimento que é quase copy-paste. As verbas são aprovadas no orçamento o que significa que o que fica a faltar é por em marcha o procedimento para que o concurso possa ter início. A Cidália há uns tempos afirmou que um concurso público é demorado porque há os procedimentos, reclamações e prazos para serem cumpridos. Apesar disso, apenas amanhã vai ser aprovado o procedimento para que o concurso para fornecimento da comida para as crianças possa começar a ter candidatos. Ou seja, uma vez mais o concurso vai ser aprovado em cima da hora, numa reunião extraordinária, porque alguém não fez o que devia a tempo. Significa que só com muita sorte é que as crianças vão poder ter asseguradas as refeições quando as aulas começarem. E, chegados aqui, há que ver o porquê de, todos os anos, ser sempre a mesma história. Já se sabe que os eleitos não são competentes. Conseguiram convencer os eleitores sem que alguma vez tivessem que dar provas da sua capacidade. O resultado está à vista. Mas, para além deles, há mais quem mexa no assunto. Os chefes de divisão, os funcionários que deixam que um assunto como este seja apenas levado a aprovação à última da hora mostram que não têm o que é necessário para que possam dar aos munícipes as garantias que são necessárias. Eleitos e todos os que deixam que, ano após ano, esta situação se repita são os mesmos que, numa empresa privada, não tinham lugar. Claro que ali não têm problemas, não apenas porque sabem que não correm riscos, como porque sabem que os eleitos são tão maus ou piores que eles ao ponto de não terem moral para exigir mais. A Célia confia na sorte, mas este é mais um ano em que fica à vista de todos a falta de capacidade para fazer aquilo que é necessário atempadamente para que tudo corra com normalidade e sem riscos.


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Um comentário em “Confiar na sorte ou incompetência pura”

  1. Avatar

    Boa tarde
    Comentar para quê. Esta senhora de tanta, diria mesmo, de total incompetência, já nem merece qualquer comentário.

    Se tivesse “dois dedos de inteligência” já há muito que se tinha demitido, mas ainda vai a.tempo!

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