Sem consenso

CuriosoMercado, MpM, PCP, PS84 Comentários


Ainda há pouco o novo mercado foi aberto e já se consegue antever um braço de ferro quanto a uma eventual localização do que é para construir. O PS há uns dias deu a conhecer a sua decisão de querer colocar o mercado nos estaleiros. A Cidália deu a conhecer que é essa a intenção do executivo permanente. Hoje o PCP tornou pública, de forma mais ou menos oficial, o que é a sua opção. Como tem vindo a ser defendido, e até para proteger a decisão tomada de colocar as tendas naquele local quando o velho mercado foi fechado, são a favor da sua construção onde está agora. Também se sabe que o MpM é favorável a que aí se faça o mercado. Significa isto que a maioria defende uma localização enquanto o PS defende outra. Isso vai levar a que alguém tenha que ceder. E aqui chegamos ao porquê de terem decidido que querem o mercado nos estaleiros quando sabiam qual era a posição das restantes forças políticas. Não é novidade aquilo que hoje é conhecido: há uma maioria que defende a localização do novo mercado na zona onde estão as tendas. Mesmo sabendo disso, o PS e a Cidália avançam para outra localização, sabendo que será difícil demover quer o PCP quer o MpM daquilo que defendem. Então porquê insistirem por uma outra localização? Sabe-se que o tema ‘mercado’ nunca foi um que caísse bem nas hostes socialistas. Depois de terem estoirado com dois milhões de euros no Atrium, de terem dado causa ao fecho do velho mercado – pelo menos da fama não se livram – e de não terem conseguido dar uma solução durante todos estes anos, fazer o mercado não é algo que tenha alguma vez parecido ser a sua intenção. É um daqueles assuntos que quanto menos se falar, melhor! A escolha de um local que não tem consenso da maioria dos eleitos é o argumento que necessitavam para, a um ano das eleições, poderem usar a quase certa rejeição como arma de arremesso à oposição tornando-os os maus que não querem o mercado construído, tentando desviar a atenção de que, antes de decidirem, nada fizeram para que se tentasse chegar a um local que seja mais ou menos consensual. Ao decidirem a localização que querem contra o que sabem ser a opção da maioria conseguem criar um caso político porque vão poder usar o argumento do bloqueio, quando esse bloqueio vai surgir da decisão que tomaram sem procurar antes chegar a um consenso. Com tudo isto e com as eleições quase à porta, não haverá que pensar muito mais no tema do mercado porque o PS vai mandar fazer projectos para um local relativamente ao qual não vai ter apoio da oposição e vai acontecer o mesmo que ao interface de transportes, fica tudo em águas de bacalhau com o executivo permanente a dizer que a culpa é dos outros. Nada como criar obstáculos que possam ser atirados aos outros, como se não fossem culpa própria, para que nada se faça.


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84 Comentário em “Sem consenso”

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    Estou a começar a gostar disto. Então todos querem onde está mas nunca se decidiram mesmo quando a Cidália por cansaço já ia por tudo, desde que se fizesse. O MpM então já deixa fazer na zona desportiva. E o PS é o único errado por querer no centro da cidade e ajudar a requalificação do centro da cidade.
    Muito bem. Então o PS só terá uma alternativa através do seu executivo, propor uma votação a 7 vereadores com as alternativas que existem e que ganhe a democracia.
    Como há 3 locais estou convencido que ficará 3/2/2. A população vai agradecer a decisão final e rápida.

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      O PS quere o mercado no centro? Porque o retirou? O local onde antes era o mercado e onde hoje deveria continuar a ser, serve para pagar a luz, serve para o rapaz da Comeira colocar o seu presépio, e serve para o circo que se realiza de tempos a tempos (a quem lhe chame AM) e onde nos podemos rir das figuras que alguns fazem. Espero que com o CHEGA, possamos começar a ter uma verdadeira AM, e que o concelho seja alavancado.

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    Se a maioria quiser que o mercado fique pela zona das tendas a força de bloqueio é o PS. Vamos ver quem é a verdadeira força Constâncio Junior ou melhor força de bloqueio

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      Exacto.
      Vamos alterar o PDM da zona desportiva e colocar um mercado municipal no espaço ou ao lado da futura piscina ou de um novo pavilhão multiusos.
      Dessa forma é que fica tudo lindo!
      Que raio de cabeças pensadoras!
      Só estrategas por aqui.

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    Façam a porcaria do mercado no Alto da Albergaria… aí sempre houve carne de Vaca à venda, com cheiro a bacalhau, para dar uso aos pepinos e aos tomate.

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    Não se entende esta posição do PS.
    Só se pode explicar por estarmos às portas das eleições e para se vitimizarem mais uma vez.
    O mercado no espaço dos estaleiros foi proposto de uma forma encapotada, pela CMMG à CCDR através do PEDU em 2015.
    O projecto foi aprovado na sua globalidade com 6 milhões de euros mas o mercado, que na altura estava orçado em 2 milhões, ficou de fora pois esse programa não incluía edificação nova, apenas reedificação e melhoramentos no centro histórico da cidade.
    A Câmara fez um inquérito à população para saber qual a localização preferida.
    A resposta dos marinhenses foi clara.
    Nas imediações do actual e não é forçoso que seja na zona desportiva como alguns anónimos afirmam.
    Este caso é como o do terminal rodoviário.
    Dezasseis anos num caso, doze anos para o mercado, pois este existe nas tendas desde 2008 e não o construiram porque não quiseram.
    Não se podem queixar de ninguém, apenas da sua própria incompetência.

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      Vou me rir tanto com o voto do MpM a aprovar o Mercado na zona desportiva ao lado das Piscinas Municipais.
      Já estou a ver o pessoal com cebolas e batatas a assistir a um meeting de Natação.
      Ai Ana Monteiro que grande sapo que vais ter que engolir.
      Mas pelo menos os Marinhenses ficam a saber que estratégia têm para o futuro da Marinha Grande, crescer para junto de uma linha ferroviária. Com 90% dos terrenos ocupados. Além de FORÇA DE BLOQUEIO são IRRESPONSÁVEIS.

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    O que aqui é descrito é bem verdade não fazem não sabem fazer e a culpa é sempre dos outros viva o PS que nos governa aqui no burgo! vamos votar novamente neles nas pro-cimas eleições!

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      Já diziam os gatos fedurentos ” eles falam, falam, falam mas nunca os vi a fazer nada.”
      É tão fácil criticar quem tem que decidir e dar entender que com outros era diferente sem nos dizer se para o bem ou para o mal.
      Com escolhas como esta só podia ser para pior e para compor o ramalhete colocava uma estátua do Harry Potter de Pataias para ele mostrar aos amiguinhos do clube dos presunçosos.

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    Enquanto isso sempre se vai executando o orçamento, a gastar mais umas dezenas ou centenas de milhares de euros com projetos para ficarem na gaveta ou deitar fora.
    Pois é, como o dinheiro não é de ninguém e não custa a ganhar, não há problema em gastar, gastar, gastar. Se saísse do bolso da presidente ou dos vereadores sempre queria ver se ia ou não ia haver consensos.
    Paga o Zé Povinho para não ter qualquer benefício.

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    O PCP E A SAGA DO MERCADO
    A leitura do comunicado do PCP sobre o Mercado, deixou-me ainda mais confuso, relativamente aos verdadeiros objectivos que o partido pretende alcançar.
    Por muito que se tente baralhar a história, os factos, devidamente documentados, desmentem a grosseira manipulação da realidade.
    O PCP diz que o Partido Socialista teve 13 anos para construir um novo mercado, para além daquele que já estava concluído e a aliança PCP/PSD destruíram, e é verdade, mas omite, que depois de ter inviabilizado o Atrium, tiveram 4 anos de governação do concelho, em maioria com o PSD e o melhor que fizeram, foi substituir um edifício novo e pronto a usar, por tendas medievais, ilegalmente instaladas em terrenos afectos ao Plano de Pormenor da Zona Desportiva, comprado pela autarquia ao Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, exclusivamente para esse fim e sujeito a uma cláusula de reversão. Na Assembleia Municipal que aprovou a compra ao IGFSS, o PCP votou a favor, mesmo sabendo que, ao aprovar a compra para ampliação da Zona Desportiva, INVIABILIZAVA a instalação do mercado naquela área, tendo sido repetidamente avisado desse impedimento pelo deputado Henrique Neto, conforme está descrito nas actas.
    Quer isto dizer que o PCP, não só participou nas votações que viabilizaram a compra da Abrigada e a construção do Atrium, como, de forma informada, votou favoravelmente a ampliação da Zona Desportiva, para onde, AGORA, quer deslocalizar o 2.º novo mercado.
    Os argumentos utilizados para defenderem a localização no Casal do Malta, não passam de fantasia e colidem frontalmente com a estratégia de desenvolvimento da cidade que o próprio PCP, e muito bem, implementou desde 1979, na faixa que fica entre a Av. José Vareda e a Av. 1.º de Maio, cedendo os terrenos para as escolas, para o Posto Médico, para o Infantário Arco-íris e, para sul da Arala Pinto, para habitação Social. Não consigo perceber o que entende o PCP por “centralidades variadas no conceito integrado de infraestruturas urbanas”, quando o território já se encontra ocupado em mais de 90%, nem consigo perceber como é que alguém acha que um inquérito feito a 300 pessoas, entre vendedores e frequentadores, num universo de 35.000 (+/-) habitantes, inquiridos com perguntas feitas à medida e sobre três opções, onde o único mercado construído e pronto a funcionar foi excluído, possa ser razão válida para lhes permitir EXIGIR a quem ganhou as eleições, que construa o Mercado na Zona Desportiva, inviabilizando a localização nos Estaleiros.
    Argumentar com a criação de “novas” centralidades, ou mesmo defender que o Casal do Malta fica na esfera do Centro Tradicional, como o fez um porta voz do MpM, é assumir que a prossecução de políticas públicas por estes políticos, na prática, só iriam esvaziar, ainda mais, o Centro Tradicional da Marinha Grande e afundar definitivamente o pequeno comércio que luta para sobreviver e onde alguns empresários investiram nos últimos tempos.
    Desfocar o esforço na centralização de actividades agregadoras de movimentos importantes de pessoas, é atraiçoar os interesses da cidade e apunhalar o comércio, como já fizeram no Atrium, relativamente aos muitos comerciantes que investiram no Centro Comercial, porque sabiam que o mercado lá seria posto a funcionar.
    Armando Constâncio

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      A cabeça uso para esclarecer enquanto outros usam para ofender.
      Porque nem para boné serve.

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    Caro Armando Constâncio. Porque destila ódio contra o seu ex-PCP? Diga-me, porque não responsabiliza o seu ex-PS pela não abertura do mercado no Atrium, quando o seu ex-PS é poder há 13 anos???? Como pode esquecer esse “pequeno” pormenor???O Sr já não era do PCP. Portanto, esqueça lá o PCP e foque-se em quem o traiu, gente do SEU PARTIDO (PS) que, em 13 anos consecutivos, deitou para o lixo a possibilidade de abrir o mercado no Atrium. Gente que agora insiste em não tomar essa opção. Gente que agora, contra o que antes decidiu, apresenta outra solução, sem discutir com a Oposição nada de nada! O PS ganhou as eleições, é certo. Mas no seu programa eleitoral não estava a construção do mercado nos estaleiros. Portanto, a decisão tem que ser tomada por todos os vereadores e o PS entrou muito mal com o anúncio unilateral de construção do mercado nos Estaleiros. Sem antes avisar os restantes vereadores desta alteração na sua própria posição. Portanto, 13 anos em que o PS podia ter resolvido o problema a seu contento, sr. Armando Constãncio e o senhor faz um post a criticar o PCP??? 13 anos em que o PS poderia ter construído já o mercado a piscina as variantes externas, resolvido o problema do saneamento alargar a zona industrial ter uma estratégia para o desporto e para o turimso, etc etc e o senhor “apaga” esses 13 anos de INÉRCIA e de INCOMPETÊNCIA e faz um post a criticar o PCP? Quem lhe pode dar credibilidade, assim?

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      Lá voltam eles com os 13 anos..
      São 11.. irra.. as contas básicas continuam a sair furadas, mas insistem em dizer que com eles é que era.. valha-nos sei lá o quê..

      Facto 1
      Pois bem, em 2005, as eleições foram ganhas pelo PCP que, por pressão dos vendedores do mercado, que não queriam ver aumentados os valores a pagar a CMMG, nas suas novas bancas no Atrium, decidiram montar as barracas (com o amém do PSD de Artur Pereira de Oliveira). E também não dava jeito inaugurar uma obra feita pelos executivos PS.

      Facto 2
      Entre 2005 e 2009, o executivo MAIORITÁRIO PCP+PSD o que fez relativamente a questão do mercado municipal? NADA
      Ou por outra, diabolizou e inviabilizou a abertura/utilização do Atrium, mantendo as barracas na zona desportiva.

      Facto 3
      Com base nos factos 1 e 2, qual a legitimidade do PCP em exigir aos executivos PS, de 2009 a 2020, sempre em versão MINORITÁRIA, que pudessem ter resolvido a situação do mercado?
      O PCP em maioria com o PSD, durante 4 anos, com um mercado novo por estrear, nem sequer o experimentou e hoje vem responsabilizar outrem, como se 2005-09 não tivesse existido?

      Facto 4
      De facto, este problema já deveria estar resolvido se, ao invés de todas as forças partidárias se degladiarem a ver ‘quem tem o vizinho com o cão maior”, tivessem tido em conta os verdadeiros interesses dos marinhenses.
      Consensos só são possíveis com boa fé, ausência de umbiguismo e afastamento de ódios pessoais “seculares”.

      Facto 5
      Fica no ar a ideia de que, a excepção de alguns elementos do actual PS e muito poucos do actual PCP, a larguíssima maioria dos interlocutores políticos marinhenses da actualidade, ignora pura e simplesmente o passado histórico político recente da Marinha Grande.
      Só assim se explica o comunicado de hoje do PCP. E muitas das tomadas de posição pública do MpM. E a história não se reescreve ao nosso gosto do freguês. Há posições tão irreais que nem parecem desta história.

      Para o futuro próximo, o desejável é que, a razoabilidade impere, em prol do incremento da qualidade de vida da população concelhia.

      Mas sejamos claros:
      Mercado numa zona desportiva?
      Que disparate!
      Mercado sem ser em zona central e com auxilio ao desenvolvimento do pequeno comercio do centro da cidade?
      Seria uma oportunidade perdida.
      Fazer a CMMG adquirir mais terrenos, quando já tem meios próprios para alocar o novo mercado?
      Um desperdício de fundos públicos.

      E chega de falar do Atrium como elefante branco pois, como todos já sabem, vai acolher as conservatórias. E bem. Resolvendo mais um problema com largos anos na nossa terra.

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        Pai é assim. Faz tudo pelos filhos…
        O sr. Armando, anda a limpar a estrada, para o filho passar.

        Precisamos gente nova, fora dos círculos habituais, por favor!

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          E se o filho tiver as qualidades do pai quem fica a ganhar é a Marinha Grande.

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      Lamento estar a comunicar com um anónimo, quando o poderia estar a fazer com alguém com rosto.
      Tenho escrito muito sobre o mercado, tanto, que alguns amigos me teem dito que é demais. Nunca escrevo sem me identificar e o que escrevo pode ser consultado.
      Se se der ao trabalho de ir ler o que escrevi no meu mural do Facebook e o que, repetidas vezes, escrevi aqui no Largo, certamente constatará que nunca deixei de chamar os bois pelos nomes e nunca me inibi de acusar o PS de Álvaro Pereira e João Paulo Pedrosa, de serem os coveiros de um projecto que eles próprios ajudaram a concretizar, por se terem deixado capturar pelas campanhas difamatórias movidas ao Atrium, em que o PCP e o PSD tiveram voz activa.
      É precipitação sua atribuir-me sentimentos de ódio ao PCP. Nada mais errado. Tenho orgulho em ter sido militante e autarca pela CDU. Tenho orgulho em ter sido vereador de um grande presidente que foi Emílio Rato. Tenho muitos amigos do PCP, mas isso não me inibe de ser crítico relativamente a comportamentos políticos absolutamente dogmáticos de algumas correntes do PCP, que não hesitaram em aproveitar uma determinada conjuntura para inviabilizar uma obra que só foi concluída, porque os autarcas da CDU e do PSD, na época, a viabilizaram.
      Eu fui autarca do PCP de 1986 a 1989 e uma das coisas que guardo na memória é a imagem que reflecte o comportamento dos vereadores da oposição, quer do Manuel dos Santos do PSD, quer a do António Caetano e Zeferino André do PS, sempre disponíveis para colaborar, quer aceitando pelouros, quer não dificultando a actividade do executivo, sem abdicarem de vincar os seus pontos de vista sempre que discordassem.
      O que observamos hoje é uma prática de bloqueio radical das oposições, uma porque espera ser poder pelo desgaste de quem governa e outra porque tem projecto próprio, unipessoal, lda, que apostam todas as fichas na tentativa de paralisação do executivo, na esperança de vencer pelo cansaço.
      Até é possível que venham a colher louros dessa oposição de terra queimada e ganhem quatro anos de governo local com minoria. E depois? Se a prática da oposição que deveria ser responsável continuar a ser a mesma, ninguém ganha e muito menos os marinhenses.
      Não faz sentido bloquear a construção do mercado nos estaleiros, não faz sentido bloquear o Centro Multimodal de Transportes no local onde sempre esteve proposto. O que faz sentido, sendo necessários os equipamentos é tentar melhorá-los, para que sejam mais eficazes, mais eficientes e mais económicos, ou seja, desempenhem bem a sua tarefa ao mais baixo custo. O resto, o que vão fazendo, é terra queimada.

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    Lamento estar a comunicar com um anónimo, quando o poderia estar a fazer com alguém com rosto.
    Tenho escrito muito sobre o mercado, tanto, que alguns amigos me teem dito que é demais. Nunca escrevo sem me identificar e o que escrevo pode ser consultado.
    Se se der ao trabalho de ir ler o que escrevi no meu mural do Facebook e o que, repetidas vezes, escrevi aqui no Largo, certamente constatará que nunca deixei de chamar os bois pelos nomes e nunca me inibi de acusar o PS de Álvaro Pereira e João Paulo Pedrosa, de serem os coveiros de um projecto que eles próprios ajudaram a concretizar, por se terem deixado capturar pelas campanhas difamatórias movidas ao Atrium, em que o PCP e o PSD tiveram voz activa.
    É precipitação sua atribuir-me sentimentos de ódio ao PCP. Nada mais errado. Tenho orgulho em ter sido militante e autarca pela CDU. Tenho orgulho em ter sido vereador de um grande presidente que foi Emílio Rato. Tenho muitos amigos do PCP, mas isso não me inibe de ser crítico relativamente a comportamentos políticos absolutamente dogmáticos de algumas correntes do PCP, que não hesitaram em aproveitar uma determinada conjuntura para inviabilizar uma obra que só foi concluída, porque os autarcas da CDU e do PSD, na época, a viabilizaram.
    Eu fui autarca do PCP de 1986 a 1989 e uma das coisas que guardo na memória é a imagem que reflecte o comportamento dos vereadores da oposição, quer do Manuel dos Santos do PSD, quer a do António Caetano e Zeferino André do PS, sempre disponíveis para colaborar, quer aceitando pelouros, quer não dificultando a actividade do executivo, sem abdicarem de vincar os seus pontos de vista sempre que discordassem.
    O que observamos hoje é uma prática de bloqueio radical das oposições, uma porque espera ser poder pelo desgaste de quem governa e outra porque tem projecto próprio, unipessoal, lda, que apostam todas as fichas na tentativa de paralisação do executivo, na esperança de vencer pelo cansaço.
    Até é possível que venham a colher louros dessa oposição de terra queimada e ganhem quatro anos de governo local com minoria. E depois? Se a prática da oposição que deveria ser responsável continuar a ser a mesma, ninguém ganha e muito menos os marinhenses.
    Não faz sentido bloquear a construção do mercado nos estaleiros, não faz sentido bloquear o Centro Multimodal de Transportes no local onde sempre esteve proposto. O que faz sentido, sendo necessários os equipamentos é tentar melhorá-los, para que sejam mais eficazes, mais eficientes e mais económicos, ou seja, desempenhem bem a sua tarefa ao mais baixo custo. O resto, o que vão fazendo, é terra queimada.

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    Farto da conversa do mercado, farto do Constâncio desculpar-se. Viva a Praia da Vieira que pagou o Atrium, abaixo quem decidiu retirar o mercado de onde estava, para agora termos um local para pagar água, ver o presépio, e assistir ao circo AM), pena ter sessão só de tempos a tempos, as figuras que alguns fazem é de morrer a rir, eu adoro. Por favor, o Constâncio que é recordista de camisolas partidárias, que esqueça o atrium e goze a reforma, que benefecie daquilo que consquistou na CMMG e nos dê sossego, arrrrrre, já chega. Pior do que ele, são os amiguinhos que lhe dão a palavra, chega, chega, chega. Marinha necessita rapidamente de sangue novo, precisa de romper com o passado e olhar de frente para o futuro. Chega por onde andas, rápido, vem, a Marinha Grande fica entre Leiria e São Pedro. Vem mas vem com vontade, vais ter muito trabalho e muita luta contra os velhos do restelo.

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      Antes velhos do Restelo que ignorantes.
      Nem sequer leu o que estava escrito.
      Nem se quer se deu ao trabalho de colocar o único neurônio que tem.
      Acusa do que não sabe e fala do que ouve, o típico de um incendiário que propaga o fogo pelo simples prazer se ver tudo a arder.
      Realmente a Marinha Grande está farta de gente que nem a história da Marinha Grande respeita. Há que identificá los e irradicá los como se fossem o novo Corona Vírus.

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        Sr Anónimo das 8:51, concordo com tudo o que disse, tudo, mas tudo mesmo, até aquela parte dos ignorantes. Concordo igualmente com a parte, onde se refere aos incendiários, tantos que existem no concelho, alguns com lugar de destaque.Reparei ainda, pelo que escreveu que sabe do que fala, talvez alguma posição lhe dê esse previlégio. Continue por favor, já agora fale também da história da Marinha Grande, daquela que muitos não conhecem e não respeitam. Eu apenas sei a parte em que a IVIMA foi fechada, assim como a Manuel Pereira Roldão, mas não sei se foi realmente assim. Mas espero que com o seu conhecimento mais história seja divulgada, gosto de aprender.

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    Caro Armando Constâncio: “O que observamos hoje é uma prática de bloqueio radical das oposições”, diz o Armando Constâncio no seu comentário.
    Eu, que assisto a todas as reuniões de Câmara desde que tal é permitido e que sempre estive atento à vida da autarquia (e até já sou velhote), não consegui encontrar, nestes últimos 11 anos de governação PS (nem nos anteriores, aliás, e que eu saiba), uma única situação de “bloqueio das oposições”. Por isso, espero agora que o Armando Constâncio me dê um exemplo concreto, por favor. Fico a aguardar.
    Muito obrigado.

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      É-me difícil responder a alguém que diz ser velhote, que assiste a todas reuniões e que nunca viu nenhum bloqueio, mas se recusa a assumir a paternidade do que afirma, dando a cara.
      Nunca fui assistir às reuniões de Câmara. Nunca fui assistir às reuniões da Assembleia Municipal. Sou um outsider da política municipal, mas procuro manter-me informado através da imprensa.
      Relativamente à pergunta que me faz sobre a afirmação de que o que “observo hoje” é uma política de oposição sistemática, basta ler os dois exemplos que dei no meu texto: MERCADO E CENTRO MULTI-MODAL DE TRANSPORTES. O Partido Socialista foi poder de 1994 a 2005 e neste período, em que teve uma expressiva maioria absoluta após 4 anos de mandato minoritário, em que apresentou um programa para 10 anos, que essa maioria sufragou, apontou para um Plano de Revitalização do Centro Tradicional, que não conseguiu concluir até 2005 e que apostava em equipamentos estruturantes, como o Mercado e os Transportes, na área do Centro da cidade. É legítimo que o PS queira concluir esse plano que os marinhenses conhecem e sufragaram em sucessivas eleições.
      O que acontece, é que uma maioria circunstancial saída das últimas eleições bloqueou o projecto apresentado para o Centro Multi-Modal de Transportes no parque da Mobil, onde sempre esteve previsto, porque agora entendem, eles que perderam as eleições, que deve ser noutro local, sem sequer saberem ao certo onde. Se isto não é bloqueio, eu não sei o que é. Do mercado, nem sequer preciso dizer mais nada. No Atrium não, nos estaleiros não, poderá ser onde está diz o PCP que aprovou a extensão da Zona Desportiva para esse terreno e agora faz tábua raza, ou para a proximidade desse local, no meio de habitação social, onde para além de alguma indústria, meia dúzia de cafés e uma farmácia, não existe mais NADA.
      Não é bloqueio? É o quê?

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        Caro Armando Constâncio, estamos em 2020!
        O sr. anda aqui a dar um empurrão ao seu filho, defendendo soluções que deveriam ter sido executadas há 20/30 anos?!
        Ainda acha que o são, daqui a mais 20/30?! Acha mesmo!?

        Tenha dó. Temos de olhar o futuro! Obrigado pelo contributo, mas precisamos de ousadia, de visão!
        Se há altura, essas soluções já o eram a prazo, que dizer delas em 2020!?
        A oportunidade acabou. Esqueça!
        Marinha Grande 2050, como será?
        É esse horizonte, para o qual os politicos deveriam estar a pensar, e não em resolver problemas de 1990!
        Toda a dinâmica de Habitar, de sociedade, de fruir de uma cidade, é outra!
        O sr. e o PS, continua a olhar a Marinha dos anos 80, e a apontar soluções desse tempo.
        Fale com quem estuda e pensa Cidade e Mobilidade do futuro!!!!
        Temos de olhar para 2050!!!
        Os senhores continuam a querer hipotecar o futuro desta terra.
        Agora são todos arquitectos e urbanistas!? Fale com eles, pode ser que aprenda alguma coisa.
        De cidades, os políticos sabem zero!
        Peçam ajuda, a quem estuda.

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          É uma pena que quem diz pensar a cidade 2050, não seja sequer capaz de se assumir e em vez de nos dar uma lição de estratégia de planeamento urbano a longo prazo, que todos nós agradeceríamos, se fique por bitaites anónimos, que não passam de proclamações vazias de conteúdo.
          Eu estou disponível para falar de grandes temas, como planos de desenvolvimento urbano, económico, turístico, ambiental e cultural, com quem quer que seja que tenha rosto e se mostre, sem nenhuma pretensão de impor o meu pensamento, na procura do que melhor se ajustar ao desenvolvimento do Concelho. Podemos fazê-lo neste espaço, num auditório e de viva voz, onde quer que seja, desde que o possamos fazer de forma responsável, assumindo aquilo que pensamos.
          Há três pontos mediáticos que estão na agenda política e todos eles se encaixam na temática da reabilitação do Centro Tradicional da Marinha Grande e dependem exclusivamente do investimento municipal, a saber:
          MERCADO MUNICIPAL
          Eu defendo que o mercado se deve situar o mais próximo possível da Praça Stephens, de forma
          a que os movimentos pendulares de fregueses se possam também dispersar pelas lojas do
          comércio tradicional, ajudando os comerciantes que ainda resistem em manter a porta aberta.
          Posso presumir que o estratega ANÓNIMO da cidade para 2050 defende que o mercado
          cumprirá melhor o seu papel se for construído entre blocos de habitação social no Casal do
          Malta, porque parece ser esse o desejo dos vendedores, ou seja, estrategicamente, o interesse
          público do novo mercado é aprisionado pelos interesses privados de quem lá vende pão e
          hortaliça, quase de borla
          CENTRO MULTI-MODAL DE TRANSPORTES
          Eu defendo o interface de Transportes, Rodoviária do Tejo, Tumg e Táxis, numa zona aberta na
          periferia do Centro da Cidade e a poucas centenas de metros das escolas Guilherme Stephens e
          Calazans Duarte, cujos alunos são grandes utilizadores, porque o local indicado é de fácil
          acessibilidade, as viaturas entram na mão para dentro do parque da Mobil na Av. José
          Henriques Vareda e saem na mão para a Rotunda do Vidreiro.
          Já discordo de instalações megalómanas, que ocupem demasiado espaço
          que depois faltará para estacionamento. Instalações cobertas para bilheteira, sanitários, sala de
          espera e acondicionamento de bagagem não precisam de grandes áreas e as gares com palas
          para 7 autocarros serão suficientes, a que acresce um pequeno terminal Tumg para duas
          viaturas.
          O caro anónimo do ano 2050 certamente defenderá um Centro Inter-Modal junto à encerrada
          estação da CP, onde não existe nada, nem comboios, à espera que a renovação da linha do
          Oeste traga paletes de viajantes para o Concelho.
          Eu, a quem chama indirectamente um pateta fora de prazo, sempre lhe digo que, antes de 2050,
          a modernização da linha do Oeste se fará num novo traçado em linha recta da curva da boneca
          à Quinta do Banco, deixando de bloquear as acessibilidades a Picassino e à Comeira e passando
          a servir a Zona Industrial.
          PATRIMÓNIO FEIS
          A cidade da Marinha Grande desenvolveu-se à volta de uma Fábrica. A sua arquitectura é
          pobre e urbanisticamente quase caótica. É o que temos e o que parece um ponto fraco em
          relação aos que cresceram à volta de um castelo, pode ser a chave do sucesso para o
          desenvolvimento da indústria do Turismo que revela um potencial imenso de crescimento.
          Eu defendo um projecto inovador para a FEIS, que passa pela construção da 2.ª fase do museu
          do Vidro com a fabricação ao vivo, como âncora para a atracção de visitantes, complementada
          com outras valências que um arquitecto de renome, como Souto Moura ou Siza Vieira nos
          pudessem propor. Se fizermos isto, antes de 2050 teremos o Centro da nossa cidade a bombar
          em pleno.
          Já o caro ANÓNIMO DO ANO 2050, certamente preferirá um OUTLET, que traduzido para
          português nem se sabe o que significa, mas é modernaço e futurista.

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          Sr Anónimo das das 15.38, parabén spelo seu comentário. Foi direto, ousado e visionário, tudo aquilo que falta à Marinha Grande. Mais uma vez parabéns. Marinha pensa futuro, urgente.

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    Cambada de gente parva. Será que não gente competente nessa terra? Guerrinhas e mais guerrinhas.
    Como é que gajos que onde se metem dão falência pela certa se andam a pôr em bicos de pés para serem autarcas? Ide trabalhar.

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      Como se ser autarca, fosse uma grande merda…
      Para ser um autarca, deveria ser obrigatório ter tido um negócio. Criar emprego e pagar salários. Perceber como funciona, o mercado real…

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    Não há pachorra…
    Ainda querem concretizar um plano estratégico da Marinha Grande, de 1979!?

    Li bem??? 1979!?!?!
    … De há 41 anos!?

    Caro Armando Constâncio, não tem netos para passar o tempo!?

    Os sucessivos executivos ADORMECERAM a Marinha Grande, pela sua INCOMPETÊNCIA E FALTA DE VISÃO!

    De um lado da linha, a inovação e o futuro! Do outro, o marasmo e o passado…
    Tenham vergonha pá!
    O VOSSO TEMPO TEM DE ACABAR. NÃO MERECEM MAIS NENHUM VOTO. CHEGA!

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    A ignorância não é um estado de espírito que não se resolve com insultos mas com estudo, com atenção na leitura, com democracia e massa critica.
    A falta de respeito é tão evidente que a quem quer agradar deve estar envergonhado de tal vocabulário e conteúdo intelectual.
    A Marinha Grande precisa é de mentalidades destas para trazer a inovação no trato verbal e o futuro na educação exemplar do desrespeito e penso que vamos viver todos bem informados, com uma nova ordenação territorial, com um PDM misto tipo Zona Desportiva e mercantil, Zona urbana com nuances de agro pecuária com tanta ideia mal cheirosa.
    Com Inter Modal de transportes ferroviários e espacial em que o investimento será em TUMG´S para andar em carris e Vassouras Voadoras tipo Harry Potter para evitar o trânsito caótico de tantos Chineses a chegarem em Charters para o Grande Mercado da Estação.
    Não falando na Inovação de uma paragem espacial para cada loja do moderníssimo OUTLET que irá alavancar todo o comercio tradicional da Marinha Grande.
    O desrespeito por quem tanto deu à Marinha Grande terá resposta em sufrágio e aí não vai haver varinhas de magia que salvem tanta maledicência.

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    Caro Armando Constâncio. De tanta coisa que há para fazer na Marinha e o PS não fez em 11 anos seguidos, escolheu o Terminal Rodoviário e o Mercado. Pois bem: Quanto ao Terminal, a Oposição, com toda a legitimidade democrática conferida pelo voto, votou contra a LOCALIZAÇÃO! Não contra o Terminal. Uma Presidente que se prezasse, aceitava essa decisão ( da maioria) e construía o Terminal onde a maioria na Câmara decidiu…E aí até houve discussão entre todos , todos argumentaram ( do que vi e me relataram ) . Ao invés, e como não o pôde construir onde quer, o PS meteu o assunto na gaveta, a Cidália amuou, prejudicando a população. Lamentável.
    Quanto ao Mercado, diga lá onde está o projecto feito pelo PS ? E qual a discussão promovida pela Cidália enquanto Presidente da Câmara que levasse a alguma conclusão? Como justifica que nem verba para o Mercado o PS tenha colocado nos vários Orçamentos?
    Como vê, caro Armando, falecem-lhe os argumentos pois a verdade é que não há rumo não há estratégia e não há liderança na Câmara!
    Não terá sido tudo isso, aliás, que o levou a apoiar o +Concelho?
    Não me diga que agora, afinal, vai dar nova cambalhota e agora já defende que o PS e a Cidália são muito bons…
    Portanto, e como vê, os dois únicos temas que escolheu não me parece que lhe tenham corrido bem…
    Continuo então, à espera dos projectos que o PS apresentou ( em 11 anos) para o desenvolvimento estratégico da Marinha e que a Oposição “fez um bloqueio radical” ( nas suas palavras).

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    Caro anónimo das 22H31, presumo que é o mesmo da estratégia para 2050.
    Isto de discutir com máscaras não dá pica. É o mesmo que correr atrás do rabo.
    Escolhi dois projectos estruturantes para a cidade da Marinha Grande e expliquei que qualquer deles foi sucessivamente sufragado, em sucessivos programas eleitorais, de 1994 a 2001 e mereceram a concordância da maioria dos eleitores. Um chegou a ser construído e não conheço nenhuma opinião publicada do Sr. Anónimo estratega/2050, em bom rigor de ninguém, que se opusesse à sua construção, mas mesmo assim, presumo que com o seu apoio político, foi mandado para o lixo.
    Expliquei porque os apoio, os projectos, para os locais onde a MAIORIA PS os quer construir, detalhadamente, esperando que o caro anónimo use o contraditório para nos explicar porque a oposição votou contra a localização e onde seria a alternativa, já agora, explicando também quais as vantagens da v/ opção.
    Dizer olimpicamente que a oposição MpM/PCP votou contra porque sim e a maioria da Câmara se devia sentir obrigada a executar, é curto, muito curto. Porque não na Mobil e porque sim, algures, ali para os lados da estação?
    Saberá o caro Anónimo, estratega/2050, quais os argumentos para tentar impor o Mercado no Bairro Social do Casal do Malta, que não é o mesmo que quer o PCP? Se sabe, explique-nos.

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    Caro Armando Constâncio. Da sua resposta não vislumbro os tais projectos estruturantes que foram alvo de bloqueio da oposição.
    Anda o senhor com “pescadinhas de rabo na boca”, para fugir à questão que me levou a questioná-lo: o que impediu o PS de, durante estes 11 anos, apresentar projectos estruturantes para o Concelho? Porque para a oposição bloquear, como o senhor agora afirma, tiveram que existir projectos apresentados, discutidos e votados! Portanto, quais foram? Em 11 anos…Coloque-os por alíneas, para ser mais fácil identificá-los, por favor. E já agora coloque também o resultado das respectivas votações.

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    O que levará uma pessoa a ser hoje do PCP, amanhã do PS e depois de amanhã do +Concelho, será a procura constante de poleiro, será a necessidade de andar na ribalta. Sei que de politica nada percebo e pelo que vejo na Marinha Grande, esse assunto até me repugna, mas, faz confusão tais mudança, serão os valores que se alteram, serão os principios que foram desaparecendo, seja o que for, porquê tais mudanças!!!

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      AGUARDANDO RESPOSTAS CONCRETAS E NÃO “PALEIO”:
      Caro Armando Constâncio ou caros militantes do PS:
      O que impediu o PS de, durante estes 11 anos, apresentar projectos estruturantes para o Concelho? Porque para a oposição bloquear, tiveram que existir projectos apresentados pelos Presidentes de Câmara do PS, discutidos e votados por todo o Executivo!
      Portanto, quais foram?
      Em 11 anos…
      Coloque-os por alíneas, para ser mais fácil identificá-los, por favor.
      E já agora coloque também o resultado das respectivas votações.

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    Ainda não entendi o que leva o sr. constâncio e famalia a reaparecer nesta fase perto das eleições? Já mostrou o que sabe fazer
    não traz nada de novo a não ser o saudosismo de ha 20 anos, será que a Marinha não pode ter outras pessoas? Existe um tempo para tudo, e por vezes saber sair de sena no devido tempo é um sinal de inteligência.

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        Sr Anónimo das 0:19, a ignorância e a altivez não o incomoda? A mim sempre incomodou. Não irei discutir esse assunto consigo, porque não o devo e porque a minha formação assim o exige.

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          Olha as Elites. As melhores e mais conscientes com a realidade da Marinha Grande foram colocadas pelo Sr. Armando Constâncio. A sua formação deve ter sido tirada ao Domingo pois quando usa como argumento os projetos que não existem como se isso fosse valorizado em relação ao desafio que lhe colocaram sobre como deve crescer a Marinha Grande. O PS teve 11 anos de executivo minoritário sempre com abertura para dialogar com a oposição que a primeira coisa que fez foi não aceitar quaisquer pelouros pois sabiam bem o que iriam fazer durante o mandato. Só quem empranha pelos ouvidos e não sabe do que se passa desde a exigência de retiradas de pontos de trabalho em reunião de Câmara para travar as obras, a promessas fantasiosas para com associações, coletividades e clubes completamente populistas que em caso de Vitória eleitoral sabe perfeitamente que não conseguiria cumprir. É triste está Elite da Formação Superior que não responde ao cidadão comum.

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    Alô! Maltinha do PS e caro Armando Constâncio! Alô! Aguardo resposta… A pergunta é: o que impediu o PS de, nestes 11 anos, apresentar projectos estruturantes? O Constâncio ( e outros) diz que foi “a oposição com bloqueios radicais” . Então quero saber :
    – quais os projectos em concreto? ( por alíneas por favor);
    – quais as deliberações tomadas em reunião de Câmara que recaíram sobre os mesmos, apresentando também o resultado dessas votações.
    Está difícil, a resposta?
    É que acusar a Oposição de “força de bloqueio” é fácil! O pior é provar…
    Mas como o afirmaram, devem poder apresentar esses projectos e essas deliberações. Fico, então, a aguardar.
    Obrigado

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      Caro anónimo “estratega 2050” , (ou vereador da oposição?), páre de se refugiar na falta da apresentação de projectos pelo executivo, porque tive o cuidado de dizer que desde Outubro de 2005, nunca assisti a uma reunião de Câmara ou Assembleia Municipal, ao contrário do Sr. Anónimo e, portanto, não sei que projectos foram formalmente apresentados.
      O que eu escrevi para suscitar o debate e que conheço da grande divulgação na comunicação social e nas redes sociais, tem a ver com dois equipamentos estruturantes para a Revitalização do Centro Tradicional; o Mercado e Centro Multimodal de Transportes.
      Tive o cuidado de fundamentar os meus pontos de vista, como sempre faço, na expectativa de que o contraditório possa aduzir argumentação que justifique as tomadas de posição já assumidas pelo MpM, de que o Mercado só no Casal do Malta e o Interface de transportes só junto à encerrada estação da CP.
      Não insista em tentar colocar-me numa posição defensiva, porque a minha participação neste debate já tem anos e foi sempre a mesma e nada tem a ver com um qualquer alinhamento partidário de última hora.
      Se estivesse atento, quer em escritos publicados na imprensa, quer post´s nas redes sociais, quer até aos microfones da Rádio Clube Marinhense, certamente teria percebido que tenho uma posição muito crítica relativamente ao percurso de uma governação local que foi incapaz de redesenhar uma estratégia a 20 anos, inapta a apresentar projectos e a executar as obras em tempo útil do reforço de abastecimento de água em alta a partir dos furos existentes e muito produtivos próximos do depósito dos Picotes, lenta a desenvolver o projecto do Complexo de Piscinas, titubeante a clarificar o Regulamento de Apoios às Colectividades, desastrosa ao decidir não abrir o Atrium, etc.
      Alguém aqui, numa tentativa de achincalhamento, fez referência à minha militância no PCP, de 1975 a 1990, no PS de 1992 a 2005 e no apoio à lista de independentes + Concelho, nessa qualidade, liderada por um amigo, a quem reconheço uma incomensurável qualidade de trabalho e com quem sempre estive de acordo relativamente aos grandes projectos para o Concelho. Este percurso de intervenção no debate da coisa pública enche-me de orgulho.
      Ideologicamente afirmo-me um socialista, que não renega acordos à esquerda e nessa qualidade o meu voto, para eleições nacionais, está definido. Já quanto a eleições autárquicas, em que as pessoas que lideram as listas e as compõem contam muito, o meu voto pode variar.
      Voltando à vaca fria, volto a colocar as questões que são importantes:
      Está a oposição (basta o MpM), disponível para aprovar a localização definitiva do Mercado nos Estaleiros?
      Se a resposta for não (bloqueio), explique porquê e indique local alternativo, fundamentando a decisão e não vale dizer que é porque essa é a vontade dos decisores.
      Está a oposição, pode ser só o MpM, disponível para viabilizar o Centro Multi-Modal de Transportes no Parque da Mobil, ainda que com uma revisão do projecto para minimizar os impactos, quer no abate de árvores, quer nos lugares de estacionamento disponíveis?
      Se não, fundamente a decisão e apresente, de forma fundamentada, qual a localização alternativa.
      Aguardo a sua resposta e subscrevo-me, com o meu nome claro, porque o anonimato é a capa dos fracos.

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    Caro Armando Constâncio. Recordo-lhe o que acima escreveu:
    “ O que observamos hoje é uma prática de bloqueio radical das oposições, uma porque espera ser poder pelo desgaste de quem governa e outra porque tem projecto próprio, unipessoal, lda, que apostam todas as fichas na tentativa de paralisação do executivo, na esperança de vencer pelo cansaço.”
    Bom, da sua resposta agora dada, pelos vistos, não me consegue dar exemplos concretos dos projectos apresentados em reunião de Câmara, pelo PS, que tenham sido bloqueados radicalmente pela oposição, certo? E mais! Ainda diz que não sabe “quais os projectos formalmente apresentados!”. Então se não sabe, como pode afirmar que a oposição os bloqueou???
    Então obrigadinho e para a próxima pense melhor antes de produzir afirmações desprovidas de sentido prático. Como viu, não há projetos nenhuns. A oposição, nada bloqueou! Da demagogia do PS estamos todos fartos! Não queira dar para esse peditório!

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      Se não nos disser como vão votar relativamente aos dois projectos que sempre mencionei, não lhe assiste razão suficiente para proclamar que a oposição nada bloqueou.
      Eu sei que é preciso coragem para assumir os actos políticos que praticamos, mas quando nem coragem existe para assinar e dar rosto ao que escreve, está tudo dito.
      Escritos apócrifos valem o que valem, ou seja, não valem nada.
      O futuro dirá e os marinhenses saberão se há, ou não, bota abaixo.

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      Estamos à espera que responda ao Sr. Armando Constâncio.
      Pois a repetição de uma mentira não a torna verdadeira.
      Quer dar a resposta ou vai continuar a valer se do mal dos outros sem dizer o que pretende para a Marinha Grande?
      A cobardia e o oportunismo são qualidades que nao se ajustam ao que a Marinha Grande precisa.

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    Caro Armando Constâncio. Em primeiro lugar eu não voto nada porque não estou na Câmara. Mas sou uma pessoa informada e lamento que o senhor tanto opine e depois diga que está arredado da vida política desde 2005 e que desconhece o que se discute nas reuniões. É contraditório, não?
    Em 2 lugar, pergunto: quais 2 projectos?
    O do Terminal na zona junta à Ferrovia não foi apresentado. Portanto não pôde ser votado.
    O do Mercado também desconheço a que projecto se refere. Onde está o projecto do mercado? Pode ajudar-me? E continuo à espera de todos esses tais projectos estruturantes para a Marinha, que a oposição “radicalmente” bloqueou. Por alíneas para vermos melhor. E os resultados das votações. Obrigado.

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      Caro estratega 2050
      Ao menos respeite a minha inteligência.
      Como é que se podem gastar dezenas ou centenas de milhares de euros em projectos se os senhores não aceitam as localizações que o executivo, mandatado para governar, entende serem as mais adequadas?
      Definam-se.
      A Câmara pretende construir o Terminal na Mobil, apresentou, ao que veio na imprensa, um estudo prévio de um projecto, e o que fez o PCP/MpM?
      A Câmara tomou a decisão de avançar com a construção do mercado nos Estaleiros. O MpM aceita?
      São perguntas simples. Não fuja mais às questões fundamentais. É feio.

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    Caro Armando Constâncio. Mais importante do que respeitar a minha inteligência ( coisa que o Sr não está a fazer) seria respeitar a democracia.
    Mas vamos por partes.
    Primeiro: a tal força de “bloqueio radical da oposição”, já percebi que se resume, afinal, ao projecto do Terminal rodoviário no parque da Móbil.
    Fraca gestão de 11 anos PS que só conseguiu apresentar um único projecto!!!
    Segundo: tendo sido apresentado esse projecto e não concordando a Oposição com a localização do mesmo, diga-me lá com que fundamento teria que o aprovar? Com o fundamento de que foi o PS quem ganhou as eleições? É esse o seu conceito de democracia?
    E se o PS decidisse construir uma estátua ao Hitler no parque da cerca? A Oposição teria que votar a favor só porque o PS ganhou as eleições?
    Mas digo-lhe mais: a oposição votou contra a localização e não contra o projecto. O PS amuou e decidiu meter o projecto na gaveta.
    Está no seu direito. Assim como é legítimo à oposição votar de acordo com aquilo que julga ser o melhor para o concelho.
    Quanto ao mercado o que o Sr Armando Constâncio refere é que a oposição devia votar a favor da localização do mercado nos estaleiros. O argumento é, mais uma vez, porque o PS ganhou as eleições? Ok, se assim é, estamos conversados.
    Projectos estruturantes nem vê-los.
    Ao fim e ao cabo, esta conversa começou por aí! Pela sua acusação feita à Oposição de bloqueio radical aos projectos do PS.
    Como não me conseguiu apresentar tais projectos ( a não ser o do Terminal) acho que ficamos mesmo por aqui e os leitores que tirem as suas conclusões. Cá para mim só há uma força de bloqueio nesta terra: o PS e sua incompetência gritante e indefensável!

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      Caro anónimo do ano 2050.
      Respeitemos então a democracia.
      O Parque da Mobil, desde 2001, foi objecto de propostas para a instalação do Centro Multi-Modal de Transportes, e deu origem a um estudo prévio elaborado pelo Sr. Eng.º Filipe Bandeira, que respondia à tipologia exigida pela Rodoviária do Tejo e contemplava até um silo em altura para reforço do estacionamento naquela área e nunca foi contestado por ninguém, quer dentro dos vereadores eleitos, quer na opinião pública.
      Com a interrupção da governação PS em outubro de 2005, todas as ideias e projectos que vinham detrás, democraticamente, passaram a terra queimada.
      Em democracia, não basta o “bota abaixo”, só porque são 4 contra 3, ou por que sim.
      Numa democracia responsável, quem rejeita, tem obrigação de explicar, apontando os erros graves da proposta a votação, porque é que rejeita, e tem o dever´cívico e político, de apontar alternativas, desde logo indicando um terreno adequado disponível e as razões de suporte estratégico da sua decisão, porque são decisões que não podem voltar atrás, como aconteceu com o Atrium.
      O Sr. Anónimo que parece ter já estratégias para 2050 e estará assessorado pela nata de técnicos de planeamento, engenheiros e arquitectos, certamente não terá dificuldades em tentar-nos convencer da bondade das suas decisões políticas.
      É simples. Basta explicar na Mobil não, porque……., na estação sim, porque……
      Mercado nos Estaleiros não, porque…….. no Bairro Social do Casal do Malta sim, porque…….
      Se não o fizer, está a reduzir o seu conceito de democracia a uma figura retórica sem significado.
      Talvez me convença a mudar de posição sobre estes temas, mas tem de tentar.
      Aguardo.

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    Sr. do MPM, Sr. Contancio, vcs são o caso concreto do porque da Marinha Grande estar como está, deixem-se de conversas
    bacocas que não leva a lado nenhum e deixem os marinhenses tranquilos. Não queremos intrigas queremos soluções e não lavagem de roupa suja.

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    Anonimo das 13:12 Soluções todos queremos. Infelizmente não é no PS que as encontramos.

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    Juro. Nunca pensei ver o Constâncio pai, a voltar a defender o PS com unhas e dentes. As voltas que a vida dá. Coerência, precisa-se.

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      Engano seu, anónimo das 14.02.
      Não estou a defender o PS. Estou a defender os interesses da cidade que me viu nascer há mais de 72 anos.
      Estou a defender a coerência de projectos desenvolvidos por uma Câmara que integrei de 1994 a 2005.
      Estou a defender o trabalho desenvolvido por uma equipa de homens notáveis, como Osvaldo Castro, Henrique Neto, Telmo Neto, Telmo Ferraz, Álvaro Órfão, Jorge Martins e muitos outros que dedicaram muito do seu tempo a pensar a cidade que todos deveríamos querer.
      O PS não precisa de mim para nada, já é assim há 15 anos, mas a minha cidade sim.
      O que estamos a tentar discutir não são fait divers da pequena política, são coisas sérias, que se forem mal conduzidas podem comprometer o futuro.
      O que está a ser posto em causa com decisões arbitrárias de baixa política, é o esforço de uma equipa técnica multi-disciplinar, integrada num gabinete técnico local (GTL), que estudou, desenhou e planeou o Plano de Salvaguarda do Centro Tradicional.
      Haja respeito, ou, no mínimo, haja vergonha.

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    Caro Armando Constâncio. Não sou estratega e muito menos do ano 2050 ao qual não chegarei, certamente. Sou apenas um simples munícipe, atento, que ao ler a sua frase de que os executivos PS, nestes 11 anos consecutivos, foram bloqueados no seu trabalho por uma “oposição radical”, senti que estava a fazer uma grande injustiça à oposição. Porque na verdade, e tal como o próprio Sr Armando acabou de demonstrar, os sucessivos executivos PS não puseram nada de nada em marcha… Até pode acusar a CDU de, em 2005 ter colocado os tais projectos na gaveta. E essa seria outra discussão …
    Mas passaram 11 anos… e não há desculpa para que o PS, desde 2009 na presidência da Câmara, os não tenha tirado de lá e não os tenha colocado, no mínimo, em discussão…
    O PS apresentou um único projecto, em 11 anos: o do Terminal Rodiviario.
    A oposição entendeu que, naquele local, hoje em dia, não seria o ideal. Segundo pude ver das publicações do MPM e do PCP, bem como das reuniões a que assisti, explicaram porquê! E apresentaram alternativa e explicaram essa alternativa! Não é como o Sr Armando diz! Não votaram contra … porque sim! Está mal informado. É assim em democracia!
    O PS amuou. Meteu o projeto na gaveta.
    Lamento.

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      Caro anónimo das 16.19.
      Como está bem informado, pode dar-me alguma indicação sobre as suas fontes de informação relativamente à fundamentação da decisão de MpM/PCP votarem contra. É que eu não consigo encontrar.
      Fico grato, desde já.

  28. Avatar

    Caro Armando Constâncio, o futuro desta cidade está adiado há mais de 20 anos!

    O sr. continua a pensar, como se estivesse em 1990, e apresenta AGORA, em 2020, as soluções, AS MESMAS que propunha há 30 atrás. O tempo não pára.
    E esse tempo, PASSOU! As soluções que apontam o futuro, já não essas…

    Se queremos uma cidade do futuro, evoluída e atrativa, temos de OUSAR. FAZER DIFERENTE, MAIS E MELHOR!

    Fazer um mercado, UAU!!! já estou a ver as pessoas da Maceira, deixarem o seu para vir ao nosso…
    Sim! A Maceira tem um mercado digno. Bem como todas as terras, basicamente.
    Uma piscina… UAU!!! A maceira tem 2!

    ESTAMOS ATRÁS, BASICAMENTE EM TUDO O QUE DIZ RESPEITO, AQUILO QUE DEVERIA SER O TRABALHO DE UMA CÂMARA,

    … CONSTRUIR A CIDADE!!!
    Está na hora, de a Marinha PENSAR, E FAZER EM GRANDE!

    ALGO QUE CHAME OS VIZINHOS À NOSSA TERRA.
    MAS ISSO , NUNCA IRÁ SER COM AS PROPOSTAS DE 1990…
    É ANEDÓTICO, VER PROMESSAS COMO FAZER MERCADOS, PISCINAS, TERMINAL…. RIDÍCULOS!
    Deveriam existir há 30 anos!

    VOU SÓ DEIXAR UMA IDEIA, BÁSICA… PARA FAZER ONTEM!!!.
    …Uma simples base de carregamento de carros elétricos.

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      Uau!!! Eureka!!!!

      Nada de mercados e piscinas e terminais rodoviários?????
      Sai uma Base de Carregamento para carros eléctricos e estaremos na galáxia de 2050.
      Brilhante ideia dos galáticos do MpM.
      Viva! Urra! Viva.

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    Caro Armando Constâncio, a reunião de Câmara onde a questão do Terminal Rodoviária foi discutida foi a de 30 de Setembro de 2019. A intervenção do MPM foi feita ao minuto 3,40,00 (mais ou menos). A da CDU, começa ao minuto 4,03,44. Ouça os vereadores da Oposição e veja o que eles dizem…Pode concordar-se ou não com as opiniões dos vereadores da Oposição, mas eles deram-na e depois fizeram declarações de voto. É assim a democracia.
    Mas a questão inicial mantém-se: Sr. Armando Constâncio, em 11 anos de gestão PS foi só este o projecto apresentado pelo PS. Como vê, não há bloqueio radical. Há mesmo incompetência dos executivos do PS…

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    Aproveitei a dica e fui ver a referida reunião no “you tube”. Obrigada à Oposição. Bons argumentos com bom senso. Que pena a Cidalia ter amuado e castigado todos os munícipes fechando o projecto na gaveta. E logo o único que apresentaram em 11 anos.
    PS na Câmara da Marinha NUNCA MAIS!

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    Sobre os projectos de desenvolvimento para o concelho, estamos conversados.

    Seguir o MpM, é ser trumpista e fazer a Marinha GRANDE outra vez!

    É fazer mais, melhor e diferente!
    Isso quer realmente dizer o quê?
    Quais são os projectos e as ideias programáticas que sustentam esse populismo demagógico?

    O MpM tornou-se repentinamente num misto de Trump, Bolsonaro e Ventura, para dessa forma chegar ao poder.
    Boa sorte!

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    Continue com a sua saga, tentando que mentiras ditas muitas vezes se tornem verdade, mas acredite que vai ser impossível.
    A credibilidade das pessoas do MPM fica a grande distancia daqueles que agora nos governam, e a comprova-lo está o que fizeram ao longo da vida, nas empresas, nas autarquias, nas escolas, nas associações.
    Se fizerem o mesmo na nossa Camara, ficaremos muito agradecidos.

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      Como chama ignorantes a mais de 4000 votantes no PS.
      Porque acha que são mais credíveis?
      Porque acha que o PS não tem pessoas de empresas, escolas, comércio, desporto, cultura e apoio social?
      Quem lhe injetou que os MpM são os cowboys e o outros partidos são os índios numa boa saga de um filme faroeste tipicamente americanizado para distinguir os bons de os maus.?
      Na Marinha as Elites não querem saber das pessoas, só querem saber dos seus interesses e usam as pessoas para atingir os seus objetivos. Cuidado Marinha Grande!!!!!!!!
      ACORDEM QUE COMEÇAM A REVELAR SE.

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    Inicialmente a ideia do MPM até seria essa, no entanto o tempo veio demonstrar que este movimente foi uma desilusão, tudo o que fizeram foi em prol da sobrevivência do movimento e pouco ou nada fizeram pelo desenvolvimento da Marinha.
    Agora lutam de forma banal, nas redes sociais e propaganda para dizerem que estão vivos, quando nos orgãos próprios não o fazem. Mas agora é tarde, as pessoas perceberam que é um projecto pessoal e que nada acrescentam ao povo.
    Sabem que estão a prazo e que estão com enorme pressão para sobreviverem a estas eleições que vão ser as ultimas, esperamos.

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    Quando se trata de sobreviver, é interessantíssimo assistir de bancada, à movimentação dos peões.
    Já não bastava a máquina propagandista instalada na câmara. Temos agora 3 players, tipo net influencers, desesperadamente em defesa, do indefensável, na expetativa de um posto bem remunerado e seguro na função pública. Sabem-na toda.
    Ideias, zero! Ou melhor, as de 1979.
    Mercado, piscina e terminal rodoviário… A política, e os políticos desta terra não conseguiram dotar a Marinha Grande destas 3 infra-estruturas. Não só é lamentável, como é anedótico e mostra bem a INCOMPETÊNCIA, de quem deveria liderar o progresso da cidade. Projectos que fariam sentido na dimensão que se propõe, há 30 anos atrás. Em 2021,voltam a aparecer nos panfletos eleitorais. Que pobreza!!!
    Está patente, que pensar esta cidade, não pode ser tarefa destes políticos. Simplesmente, porque não tem competência para tal!
    Chamem pessoas de fora. Com visão, competência e arrojo para uma tarefa de pensar esta cidade. Não só este tipo de infra-estruturas, como outras que irão fazer falta no futuro. E já fazem!
    Tudo aquilo que se faça agora, terá de manter a sua função e atualidade, a pelo menos 20 anos.
    Como será a mobilidade daqui a 20 anos?
    Haverá mais, ou menos carros. Usaremos mais ou menos outros meios de locomoção?
    Os mercados, precisam infra-estruturas dedicadas, ou podem ser incorporados num edifício multidisciplinar?
    Sendo uma actividade, para 2/3 dias…. Não poderá ser “transformável”. Quando não usado, tem outra função. E nesse edifício, não poderá haver outras valências, por forma a criar dinâmicas de envolvente?
    E a piscina?
    Queremos ter iguais aos outros, ou podíamos complementar com piscina exterior, de verão, de diversão?
    Aparentemente há dinheiro… Falta ousadia, e visão.
    Há dúvidas de que a mobilidade vai ser diferente?
    Vejo bicicletas, trotinetes em cada vez maior número. Não estará na altura de executar faixas ciclaveis e pedonais, no interior da cidade.
    Já agora, alguém dizia eureka a uma base de carregamento de carros elétricos… Pois é, eu diria mesmo isso!
    Aparentemente, os players, acham que isso não é importante. É demasiado futurista, dizem.
    Conselho: quando saírem de férias, não escolham sempre praia. Visitem o mundo! E para ler: Algumas publicações de urbanismo… A’Bola, ou o Record, só de vez em quando….
    Temos de ousar! Pensar no futuro…
    É urgente, um plano 2050,SIM!
    A não ser que queiramos executar, o de 1979. Opções…

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    Péra aí!!!
    Péra aí!!!!
    Alto e pára o baile!
    Mercado, Piscina e Terminal faziam sentido há 30 anos, AGORA NÃO!!!
    Atão Aurélio, como somos todos uns broncos e não sabemos o que vai ser a Marinha daqui a 20 anos, suspendemos a actividade da Câmara. Porreiro, passamos de um saldo de gerência de 12 MILHÕES para em 2040 termos 120.
    O MpM ainda não sabe se o Mercado deverá ter só uma valência dedicada, ou poderá ter multi valências, mas faz uma força danada para se construir algo semelhante às barracas, entalado no Casal do Malta.
    FIXE. Isto é que é coerência.
    O que se aproveita desta narrativa Aureliana, pseudo futurista, são as ciclovias e, vale a pena estudar, uma pescina exterior descoberta no Complexo de Piscinas. Tá a ver Eng.º, eu não é só derreter as ideias dos outros a quem apelida de trogloditas que não viajaram por essa europa fora como o líder fez e faz e aprovo as suas (estas duas).
    O resto, faz-me lembar o Trump. A Marinha Grande grande outra vez. Com Inter faces de transportes como em Curutiba, ou Lisboa, ou Londres. Estas cidades sim. Onde já se viu um terminal da rodoviária no Rossio, ou em Trafalgal Square, ou mesmo encostado ao Arco do Triunfo? Tá na cara, que temos que aqui, na nossa capital de 34000 habitantes, abandonar a ideia do parque da Mobil e marchar com armas e bagagens para a porta da estação onde vai parar o TGV. Delirante. Mas gostei. Quem tirou um curso de Eng.ª tem que pensar além dos quadrúpedos que por aqui têm andado a tentar fazer coisas que nunca deveriam ter feito, porque deveriam saber que os carros eléctricos haviam de aparecer um dia e os centros de carregamento é que são importantes para aqueles que nunca poderão comprar um carro.

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      Caro. Estou convencido, que com mais umas leituras, e olhar fora da lente nas suas viagens ao exterior, estará no caminho certo e construtivo para contribuir à discussão das cidades do futuro.
      Já agora, é socialista e não vislumbra que os tugas possam ter carro elétrico, então não acredita no seu socialismo?

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      Boa sugestão. Fechar a câmara!
      Na verdade, poderíamos bem ser administrados por Leiria.
      Com uma divisão administrativa, do tempo das carroças, não faz sentido hoje em dia ter tantas câmaras e organismos do estado. Poupavam-se imensos impostos aos portugueses, para sustentar tanta xuxalice…
      Estaríamos bem melhor, sem dúvida!

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    Por isso eu nunca ter visto os engenheiros metidos na politica com bons olhos, não percebem nada de gestão, de leis, de recursos humanos e julgam perceber de tudo. O resultado está a vista com Sócrates e companhia…
    Sr. Aurélio vá para a produção nas fábricas que é lá o seu lugar e deixe a politica para quem sabe.
    Se quer promoção pessoal concorra a um concurso pessoal tipo BIG BROTHER, Assim poderá meter em prática as suas estratégias de manipulação e ainda ficará famoso.

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      Política para quem sabe?!
      Sabe do quê???

      Ah ah eh eh ih ih…

      Você se não é parvo, faz-se!

      Os políticos, são do mais inútil na sociedade!!! A Marinha Grande, prova-o!

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    Caro Armando Constâncio. Esqueceu-se do que me perguntou no dia 15? Eu recordo:
    “Caro anónimo das 16.19.
    Como está bem informado, pode dar-me alguma indicação sobre as suas fontes de informação relativamente à fundamentação da decisão de MpM/PCP votarem contra. É que eu não consigo encontrar.
    Fico grato, desde já.”
    Dei-lhe a resposta atempadamente e espero que tenha ido ao YouTube ver a dita reunião de 30/09.
    Percebi que a sua questão foi colocada convencido de que não haveria resposta e que a Oposição só tinha votado contra… porque sim.
    Como viu, a Oposição justificou o sentido de voto e até propôs alternativas! E a questão foi discutida ( embora menos do que a Oposição queria, por aquilo que os vereadores lá disseram, mas a falta de colocação dos assuntos a discussão entre todos, é uma imagem de marca deste executivo PS, o pior de que há memória na nossa terra).
    Continuou a aguardar que me discrimine por alíneas os tais muitos e bons projectos que foram “bloqueados radicalmente” pela Oposição. Fico grato, desde já.

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      Sr. anónimo (devidamente identificado), não, não me esqueci. Fui ver o vídeo da reunião em que participou e fiquei completamente esclarecido, relativamente à matéria de facto. Já quanto à forma, se a cronologia das discussões do tema foi a que disse, concordo que o executivo não andou bem e revelou enormes dificuldades de se articularem entre si e de todos com a oposição e com técnicos. Quanto à forma, reconheço, tem razão.
      Se a decisão de votar NÃO à Mobil, depois de para lá ter aceite as duas propostas apresentadas como uma boa base de trabalho, foi a de castigar a Câmara, esteve mal e se foi por fantasiar sobre a possibilidade de os desejos de uma linha do Oeste renovada se poderem concretizar nas próximas décadas, esteve ainda pior, porque se isso vier a acontecer, tendo em conta as fragilidades de toda a nossa rede ferroviária nacional, incluindo as ligações à Europa, não será nas próximas décadas, bem como é duvidoso que se possa esperar que este troço da linha do Oeste venha a ter o fluxo de passageiros que tinha em 1968, como ridiculamente argumentou o vereador da CDU.
      Para quem trabalha com cenários do futuro para 2050, não percebo como é que não consegue assimilar que a mobilidade de 1968 para cá alterou-se. Em 1968 existiam 10 carros por 1000 bicicletas, hoje existem 10 bicicletas por 1000 carros.
      A visão da vereadora Alexandra, que também é a sua, de que o Interface de Transportes na Mobil, significa carregar o centro da cidade com mais tráfego, para o deslocalizar para um deserto do Casal do Malta a mais de 2 Kms das escolas, é uma falácia, para já não falar com as comparações com Lisboa, que são risíveis. O parque da Mobil não está no centro e fica na lateral da EN 242, com acesso directo à principal via rodoviária colectora de todo o tráfego que atravessa a cidade e não existe a mínima possibilidade de vir a criar conflitos no trânsito, porque os autocarros entram e saem na sua mão por diferentes locais, sem se cruzarem. Para mim também ficou claro que não fazem a mínima ideia do número de alunos da Guilherme Stephens e da Calazans, que usam os autocarros. A sua intervenção demorou mais de 20 minutos a confrontar o executivo com as suas fragilidades e pouco mais de 3 minutos a dizer que vota NÃO. Se os argumentos do MpM são esses e validados pelas sua acessorias técnicas, vou ali e já volto. Este NÃO foi um castigo e um BLOQUEIO.

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        Sr. Armando Constâncio deixe me dar lhe os PARABÉNS.
        Realmente com 72 anos consegue ter uma visão do que precisávamos para a Marinha Grande envergonhando muitos destes novos pseudo autarcas que pensam muito 2050 mas sem ter uma ideia que preste para 2021.
        É pena que a Marinha tenha perdido a oportunidade de ter como Presidente de Câmara um dos melhores autarcas de sempre do distrito de Leiria e não tenho duvidas que hoje já tinha resolvido os problemas que se enrolam ano após ano como o foco das prioridades já seria outro para o bem da nossa cidade.
        Tudo o que chamou a atenção mostrando a sua preocupação pela utopia das ideias do MpM fazem sentido e tenho pena que não o oiçam mais vezes para ajudar a desenvolver a Marinha Grande.
        Continue de boa Saúde que a Marinha Grande jamais esquecerá aqueles 12 anos Álvaro Orfão / Armando Constâncio.

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    Sem dúvida!
    Desde esse tempo, foi sempre em queda livre…
    Nesse tempo havia pessoas de convicção, onde o partido era quem MENOS ordena. Embora tentasse.
    Agora… Tudo faz parte da estratégia pessoal de uns rapazolas, até mesmo para derrubar quem lá está, para subir na hierarquia. É lá dentro que está a verdadeira oposição…
    Estamos agora, ao nível do lodo. E a escavar!

    Este executivo não precisa de oposição. Ele tropeça nas próprias pernas. Ficou embriagado, de si próprio.

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    Sr Armando Constâncio, se ter opinião diferente do PS, no único projecto que o PS em 11 anos conseguiu apresentar, é ser “força de bloqueio radical”, então não vale a pena estarmos aqui mais tempo a dialogar. Provei-lhe que a oposição apresentou argumentos e justificou o seu sentido de voto, concorde-se ou não com o mesmo. Ainda assim ( e, confesso, contra o que eu esperaria da sua parte), continua a apelidar esse comportamento da oposição de “força de bloqueio”…
    De facto, assim, fica difícil de perceber a sua postura… Defender uma ideia e um projecto, entendo. Defender que essa é a única ideia e projecto certos e apelidar quem assim não pensa de “força radical de bloqueio”, é muito pouco democrático. Aliás, é mesmo afinar pela bitola dos actuais dirigentes e falantes do PS local. O que lhe fica muito mal, Sr Armando Constâncio.

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      Se eu estivesse a representar a oposição naquele vídeo, teria vergonha de o publicitar.
      Não é preciso ser especialista em linguagem corporal para perceber que nem a CDU, nem o MpM, estavam à vontade e deu para ver que não prepararam, de forma minimamente aceitável, a argumentação que justificasse uma decisão que bloqueou um projecto importante para os marinhenses.
      Mais de 20 minutos a desancar a Câmara, e bem, por ter falhado na condução do processo e pouco mais de dois minutos para dizer que o Interface ficaria melhor junto à CP. Porquê? Conhece os movimentos pendulares de passageiros da Rodoviária do Tejo e da Rede Expresso?
      Que sentido faz deixar passageiros chegados em carreiras rodoviárias na estação, para depois terem que apanhar a Tumg ou um táxi para virem para a Marinha?
      Que sentido faz, obrigar os jovens alunos e outros passageiros a deslocarem-se para a estação da CP, para apanharem o seu autocarro?
      Se a linha do Oeste se modernizar, o tal executivo “fora de moda” do Álvaro Órfão, deixou na Refer um projecto de desvio da linha, anulando o trajecto em “U”, para passar a um perfil quase recto, da Curva da Boneca à Quinta do Banco, com estação próximo da Zona Industrial, libertando os estrangulamentos que prejudicam a população de Picassinos, Comeira e Amieirinha, bem como o desenho de um desenvolvimento urbano que harmonize a convivência que terá que haver com o desenvolvimento futuro da agora Vidrala.
      Isto é pensar a Marinha 2050. Centros de Carregamento de carros eléctricos é um bitaite.

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    Caro Armando Constâncio. Já percebemos a sua ideia. Não coincide com a da oposição. A democracia é assim e vergonha é não entender isso.
    E porque é que o PS descartou, em 11 anos, tão boas ideias? Não só as que o Sr Armando apresentou, mas também outras! Que eu saiba não há discordância em relação à piscina, outros equipamentos desportivos, variantes, alargamento da zona industrial etc etc.
    Se, como o Sr Armando refere, os executivos PS foram tão bons, porque é que, em 11 anos, nada apresentaram para resolver estas questões?
    E porque é que, sendo tão bons, não mereceram o seu apoio?

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    Sr.Armando Constâncio, o que leva a humilhar-se constantemente neste espaço? Qual a sua motivação?

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    Por acaso alguém lhe perguntou alguma coisa? Chama-se Armando Constancio? fique ai na sua triste vida e não se meta onde não é chamado.

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    Caro Armando Constâncio.
    As bases de carregamento elétrico de carros, para si, são bitaites!?
    Isso significa o quê?
    Não tem importância?
    Ou, são tão fáceis de implementar, que nem vale a pena pensar nisso?
    Seja o que for… NÃO HÁ NA MARINHA GRANDE!
    Ah… Mas temos painéis eletrónicos, e chat-bots! Ok.
    Calei-me.

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