Limites para a estupidez

CuriosoCMMG8 Comentários


Paulo Vicente dixit: “O meu amigo Gabriel Roldão continua a lutar contra moinhos de vento.
Lamentavelmente e tal como antes de Outubro de 2017, apesar de todas as promessas de todas as reuniões e compromissos institucionais, o Pinhal de Leiria(ou o “Pinhal do Rei” como alguns “monárquicos e paroquianos bacocos” lhe gostam de chamar), continua na mesma ou pior.
Como bem recordo as “lágrimas de crocodilo” então derramadas e as de alguns em épocas e circunstâncias oportunas !!!!
militância política não significa o uso de “óculos de Alcanena”…
… por aqui me fico…
😢😢😢😢😢😢”

HÁ LIMITES, ATÉ PARA A ESTUPIDEZ!

A mensagem supra do ex-Presidente da Câmara Paulo Vicente, sumariza de forma brilhante todo o seu sarcasmo, inteligência e coragem política.

Inusitadamente, esta mensagem do Paulo obteve resposta na Reunião de Câmara de hoje.
A actual Presidente do Município responde de forma totalmente ridícula, desproporcional e histérica ao comentário do Paulo Vicente publicado num post do Senhor Gabriel Roldão.
Os políticos têm, por força da sua desejada inteligência e compostura, necessidade de possuirem também sentido de humor!

Mas há políticos e políticos. Esta Senhora resume de forma única e exemplar, toda a mediocridade, chico-espertice bacoca e absoluta falta de orientação política. Basta ver no youtube a reunião de Câmara de hoje!

O que está em causa é a moção conjunta (BE, PCP, PEV e PSD) aprovada (com os votos contra da bancada do Partido Socialista) no Parlamento. Esta moção tem como único objectivo “resolver” o problema do Pinhal de Leiria que ardeu, como todos sabem em 2017, sem que nada, até hoje, tenha sido feito.
O que se exige, minimamente, de todos os nossos eleitos autárquicos é que nos defendam, nos saibam representar e saibam “negociar” com o poder central todos os nossos interesses conjuntos.
Da parte desta Senhora (professora do ensino básico na reforma) a única coisa com que podemos contar é com zero. Zero, não!
Podemos contar com respostas a opiniões nas redes sociais em reuniões de Câmara!

Fica a pergunta, que se pode fazer a qualquer aluno da terceira ou quarta classe:
“Em 2017, o Pinhal de Leiria ardeu quase completamente. Houve uma proposta para resolução deste enorme problema. O PS votou contra e nem sequer apresentou qualquer proposta alternativa. Concordas com o voto do PS?”

É só essa resposta que queremos dos nossos representantes. Mais nada!
O resto, meus Senhores, não interessa nada!!!!

Autor: Rui António


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8 Comentário em “Limites para a estupidez”

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    Ainda há socialistas que, tal como invocava Mário Soares, exercem o seu direito á indignação.
    Há cidadãos que não se vergam, apesar da sua militância partidária.
    Os Partidos políticos existem para servir o Povo e não para se servirem do Povo.

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  2. Avatar

    Hoje assisti, via youtube, a uma autêntica ópera bufa.
    Por muitos dotes oratórios que se tenha, é impossível defender o que é indefensável e frustrante tentar explicar o que é inexplicável.
    O documento que abaixo se transcreve é de uma clareza absoluta e um governo, qualquer governo, que tivesse a intenção de recuperar a área ardida de pinheiro bravo, plantada há 700 anos e ardida há mais de dois anos, não teria nenhuma dificuldade em assumir esse desiderato. Se os deputados do PS o não fizeram, posso eu concluir legitimamente, é porque, de facto, essa não será a intenção do governo.
    Como marinhense, não compreendo e não aceito, que deputados eleitos por Leiria, com a ajuda do meu voto, a que se junta um do Concelho que recorreu à habilidade saloia de se ausentar para não assumir o seu voto, se tenham demarcado dos anseios e expectativas dos seus eleitores, atraiçoando-os.
    Há atitudes que se gravam na memória e o tempo não apagará.

    O PINHAL DO NOSSO DESCONTENTAMENTO

    Texto conjunto dos projectos de resolução – pinhal de Leiria
    PJR 41/XIV; 42/XIV; 43/XIV; 49/XIV
    1. Aprove Planos de Requalificação e Reflorestação das matas e perímetros florestais litorais ardidos em 2017, num prazo de seis meses, contemplando: identificação de serviços ambientais, sociais e económicos que se pretendem garantir; mapeamento de serviços e espécies florestais pretendidas, habitats naturais e semi-naturais classificados pela Directiva Habitats; metas concretas de requalificação, controlo de invasoras, florestação e produção, calendarizadas, e uma estimativa dos respectivos meios necessários à sua concretização até à requalificação e reflorestação total.
    2. Aprove os primeiros Planos de Gestão Florestal das matas e perímetros florestais litorais após os fogos de 2017, no prazo de seis meses, tendo em consideração os objectivos estabelecidos no Plano de Requalificação e Reflorestação, após verificado um processo de participação publica, dinâmico e integrador, em cada um dos Planos aprovados.
    3. Integre as recomendações do Relatório da Comissão Científica de Recuperação das Matas Litorais na concretização dos Planos indicados nos pontos anteriores, justificando as opções não consideradas, em relatório público a elaborar no prazo de seis meses.
    4. Promova um plano de recuperação da Mata Nacional de Leiria (MNL) e das Matas do Litoral que obedeçam a: i) normas de silvicultura fundamentadas em pareceres técnicos, que garantam a adequada gestão florestal das matas litorais, nomeadamente da Comissão Cientifica de Recuperação das Matas Litorais; ii) um plano estratégico para a monitorização e controlo de problemas fitossanitários e de plantas invasoras; iii) um plano calendarizado de ações de recuperação florestal na totalidade das Matas.
    5. Crie uma estrutura orgânica de acompanhamento à reflorestação, recuperação, valorização e gestão da Mata Nacional de Leiria sob alçada do Ministério da tutela, que integre as autarquias locais, o movimento e as forças vivas da região, em articulação com o alargamento e revitalização do Observatório do Pinhal de Leiria.
    6. Capacite o ICNF com os meios financeiros e humanos, lançando concursos para reforçar técnicos florestais, guardas florestais e assistentes operacionais, necessários à concretização e cumprimento dos planos de reflorestação e gestão e da Mata Nacional de Leiria, repondo a capacidade instalada necessária à concretização do Plano de recuperação da Mata Nacional de Leiria, bem como ao plano de recuperação das Matas do Litoral.
    7. Reforce as verbas para o Programa de Investimentos do ICNF 2018-2022, nas matas nacionais, em particular na Mata Nacional de Leiria.
    8. Reserve na elaboração do Orçamento do Estado para 2021 uma verba de 13 milhões de euros (semelhante ao já conseguido com a venda de madeira) para aplicar em acções necessárias à recuperação da Mata Nacional de Leiria, como unidade produtiva pública de pinheiro bravo de alta qualidade, nomeadamente no que respeita a natividades de reflorestação e de gestão florestal e investimento em meios técnicos e humanos adequados a esse objectivo.
    9. Crie e disponibilize um portal electrónico de acesso geral onde seja divulgada, mensalmente, informação sobre o prosseguimento das acções necessárias à recuperação e valorização da Mata Nacional de Leiria, integrando nomeadamente os seguintes elementos:
    i. Legislação, portarias e despachos publicados com eficácia sobre o território abrangido pela Mata Nacional de Leiria;
    ii. Relação dos meios humanos do ICNF afectos à Mata Nacional de Leiria, designadamente técnicos florestais, guardas florestais e assistentes operacionais.
    iii. Medidas tomadas e acções desenvolvidas.
    iv. Recursos financeiros previstos e disponibilizados.
    v. Contratos existentes ou a celebrar entre o Estado e outras entidades relativos ao corte e venda de madeira com origem na Mata Nacional de Leiria.
    10. Encete o processo com vista à classificação da Mata Nacional de Leiria como Reserva da Biosfera da UNESCO, tendo em conta o seu valor histórico, social, cultural e natural.
    11. Decida a instalação de uma estação/laboratório nacional para a mata atlântica, de um museu da floresta e de um conjunto de soluções que potenciem a fruição popular do Pinhal de Leiria nas áreas lúdica, desportiva, de educação ambiental, entre outras, usando para isso o edificado público à guarda do ICNF no concelho da Marinha Grande.

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    Não se consegue compreender mesmo, independente da questão política, como é que alguém que é da Marinha Grande, que diz gostar tanto e tanto do pinhal, e fazer há tanto tempo tudo o que pode por ele, se demarca totalmente de fazer valer a sua vontade, representar a sua camunidade e lutar por ele e por ela.
    Há políticos com coluna vertebral, e depois há políticos rastejantes.
    Afinal não eram nem são rosas. Eram e são mesmo lágrimas de crocodilo.
    Por estas questões se vê quem não tem mesmo, além da competência, o carisma, a fibra, os valores necessários para representar a sua comunidade e os seus interesses.
    Goste-se ou não as palavras do vereador Caetano, que aplaudo, só corroboram o que se passa dentro deste PS podre da Marinha Grande. Independentemente das consequências! É o que eu penso! Diz ele.
    Já não me revejo há muito tempo nesta secção do partido socialista, por isso para mim nada disto é novidade. Mas não me resigno! Apoio a 100% as palavras do primeiro anónimo e acho que o PS na Marinha precisa urgentemente de uma total remodelação. O PS precisa de gente nova, com valores, com uma ideia de futuro, que sirva o interesse público e não os interesses individuais ou de um pequeno grupo, capaz de dialogar, e antever o futuro e voltar a colocar o concelho no pelotão da frente.

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    Há pessoas indignas dos lugares que ocupam
    Se ainda vos resta algum pingo de vergonha, Pedrosa e Cidália saiam

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    Como se alguém esperasse o contrário…

    Este país, e esta terra bateu no fundo!
    O “sistema” faliu. Porque as pessoas estão falidas de valores e seriedade, trocadas por ideologia e compadrismo.

    Temos o que merecemos!
    Sem limpeza total, o Ar continuará irrespirável.

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    Então o primeiro ministro e os secretários de estado que comeram à pala com o nosso dinheiro não souberam explicar à Cidália porque votaram contra a proposta??? Mas o PS não quer resolver o nosso problema e a Cidália nem o justifica aos munícipes o porquê??? Dr. Nélson, presidente da concelhia do partido, o que pensa de tudo isto?? Porque desta vez não levanta a sua voz e não se indigna perante tal inércia? Serão todos os políticos locais inseguros, inaptos, não proativos e dependentes do poder central?

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