A emagrecer

CuriosoCMMG3 Comentários


Um dos factores que permite ver o desempenho das autarquias tem a ver com a atractividade que geram para novos negócios e para a fixação de pessoas. Um concelho onde seja bom viver e bom para a actividade económica atrai pessoas e atrai negócios. Isso depois reflecte-se naquilo que é o movimento das pessoas e o que os negócios conseguem gerar como receita. Tudo isso depois reflecte-se no que são as contas da autarquia em termos de impostos. Mercê do que tem sido a gestão autárquica, é possível ver que as contas estão a emagrecer! Em vez de se notar que há um aumento de negócios, quer no imobiliário – que se traduz numa maior fixação de pessoas – quer nas empresas – que se vê no valor da derrama -, de 2018 para 2019 houve uma diminuição em ambos os valores. A autarquia recebeu menos impostos a título de transmissão de imóveis e recebeu menos derrama. Como desta vez não se pode culpar o estado da economia para justificar maus resultados, a explicação apenas se pode encontrar na falta de atractividade para que se façam mais negócios no concelho e a um menor investimento, e logo menor receita, por parte das empresas aqui instaladas. Em termos de receitas arrecadadas a título de transmissão de imóveis a câmara recebeu menos de metade do ano anterior e a titulo de derrama teve uma variação pequena, ainda assim menor do que no ano anterior. Daqui pode-se concluir que o concelho se está a tornar naquilo que alguns não querem ver, menos atractivo para que aqui se façam negócios e aqui vivam mais pessoas. A autarquia está claramente a falhar na função que tem de tornar o concelho convidativo para se viver e desenvolver actividades económicas.


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3 Comentário em “A emagrecer”

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    Se eu fosse empresário, acham que era neste concelho que investiria? Talvez sim, mas com OUTRO EXECUTIVO, com um que fosse mais credivel e mais competente.

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    Quero aproveitar para agradecer o trabalho esforçado, dedicado, empenhado deste executivo pelo concelho, já temos um espaço para o mercado (Casal Galego esqueçam a FAG), estradas remodeladas (rua dos oleiros para as Trutas) 1/10 está alcatroada, o restanto está uma vergonha, para pista de todo Terreno, e estiveram lá as máquinas, parabéns, que exemplo de executivo. A maioria das câmaras deste país deve de estar com inveja, lolol.

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    Concordo que há falta de investimento… Mas na Moita, esse investimento é Zero, ok., é uma aldeia periférica, só conta para a populaça pagar impostos! Tem três excelentes boas áreas (virgens) para implantação de empresas, apenas com uns trocos, ficavam aptas a receber indústrias, mas como não é investido nem sequer um cobre, os empresários investem na freguesia vizinha, do concelho de Alcobaça. Nada podemos (cidadão comum) fazer se até as várias empresas existentes continuam com acessos a terra batida e tout venant…! O esquecimento a que fomos dotados tem levado bons filhos desta terra a procurar outras paragens, tal é a tristeza que se está a instalar na freguesia!

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