Os outros

CuriosoCMMG8 Comentários


A reunião de câmara de hoje teve mais uns momentos interessantes. Se há reuniões onde os munícipes são quase maltratados e não lhes é permitido falar com os eleitos, hoje a conversa quase que não parava! Não sabemos o que levou a Cidália a mudar a sua forma de actuar, mas a verdade é que os munícipes que hoje falaram tiveram uma margem de manobra que não tem comparação com o que tem acontecido até agora. Talvez tenha sido o peso na consciência que levou a que a presidente os tivesse deixado falar tanto face à incompetência que foi demonstrada na resolução do problema que os levou lá. Mas houve mais! Desde a Célia perder as estribeiras e parecer que estava na banca de peixe a discutir com um qualquer cliente à Cidália interromper quando não permite que seja sequer questionada quando fala, houve se tudo. Mas o que mais se notou foi, uma vez mais, o descartar de responsabilidades. Tudo acontece sem que seja alguma vez culpa do executivo. São sempre os outros os culpados daquilo que acontece de mal ou não é feito. Mas até é provável que tenham razão! Quando não se tem pulso para agarrar as rédeas do que se deveria saber gerir ou quando não se sabe o que se faz, é normal que se possa pensar que a culpa é dos outros. Em boa verdade, eles têm razão! A culpa é de quem os elegeu já que deveriam saber que nenhum deles estava ao nível daquilo que lhes era exigido. A Célia a desculpar-se com o mês de Dezembro para justificar so em Fevereiro terem mexido num assunto urgente; o Caetano a prometer, como sempre, e os problemas a voltarem sempre ao mesmo, sem que consiga dar as respostas que lhe são pedidas e a Cidália a voltar a justificar que foi ela quem comprou uma garrafa de água para não ter que prestar contas. Nada de novo e quando se vê a actuação dos eleitos percebe-se porque motivo a terra está cada vez mais ao abandono e sem timoneiro.


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8 Comentário em “Os outros”

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    Dr. Araújo, o que acha destas considerações sobre os seus camaradas do partido em plenas funções executivas?

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      Caro Araújo,
      Estamos contigo. Força, temos saudades dos teus artigos no jmgr. O JPP foi para Lisboa e é necessário e urgente ocupar o espaço de opinião deixado vago no dito jmgr. Força, avança com a confiança que te é reconhecida. Tens o apoio da grande maioria dos Marinhenses.
      Abraço e continuação do bom trabalho.

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    Lamentável a intervenção da vereadora Patricia, com tantos assuntos dos municipes e do municipio a pôr em cima da mesa.

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      O assunto não é lamentável. O que é lamentável é a estratégia estrangulada e a falta de visão. É urgente pegar na FEIS. É importante um levantamento histórico e arqueólogico, mas o património é apenas um dos fatores a considerar e não o principal. Parece uma proposta feita à medida dos especialistas do património que estão sempre a aparecer como principais protagonistas.
      O que é preciso é uma equipa enérgica e cheia de talentos liderada por um grande especialista em desenvolvimento urbano, que reúna os historiadores e arqueólogos, mas essencialmente arquitectos, engenheiros, urbanistas, sociólogos, etc, etc, etc, que pensem aquele espaço em função da cidade/concelho que pretendemos vir a ter, e o requalifiquem para dar uma volta de 180 graus e uma nova vida à cidade e ao concelho, respeitando a memória e o património. É preciso fabricar um novo futuro para a cidade da Marinha Grande que a ressuscite para a vida.
      Sinceramente estava à espera de muito mais do MpM.

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        Já eu do mpm não espero nada de construtivo. Um bando de meninos de copo de leite, mimados, arrogantes e com a mania de intelectuais.

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          Fala o velho do Restelo, preconceituoso e com dor de cotovelo, que há falta de outro argumento, denigre e mal-diz de outras pessoas válidas e bem intensionadas. Argumentos. Se tem alguma coisa a dizer diga, mas não denigra as pessoas.

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