FEIS sem futuro

CuriosoCMMG, FEIS, MpM37 Comentários


Ontem, pela primeira vez, surgiu uma proposta para que o assunto ‘FEIS’ possa ser falado. Claro que tudo vai cair em saco rôto desde logo porque, enquanto a vereadora ditava a sua proposta, a Cidália ia acenando com a cabeça que não, fazendo logo perceber que nada daquilo é o que ela quer. Também nos parece que aquela não é a forma de actuar se a oposição quer que o assunto seja mexido. Uma proposta vale o que vale e já se sabe que o executivo permanente não as acata. Se queriam que o assunto fosse mesmo tratado, faziam com que o tema seja introduzido na ordem de trabalhos e, conjuntamente com os demais vereadores da oposição, arranjavam forma de uma proposta passar para que o executivo permanente tivesse que a cumprir. Mas o assunto da FEIS é um que está há muito encaminhado, ainda que não queiram assumir isso. Desde o início que a Cidália fala em ali ser colocado um polo universitário. Foi essa a sua ideia desde o início e cremos que dificilmente deixará que algo comece a ser discutido antes de ter tudo preparado para que a sua proposta possa sair ganhadora. Desde logo percebe-se que os interesses no seio do partido se conjugam para que isso aconteça. Não é por acaso que a directora do instituto aqui da terra nem sequer é critica da presidente. Nada melhor do que ter ali mesmo à porta da autarquia o segundo emprego. Também o acordo, ainda secreto, com o instituto de Leiria para a criação da residência universitária não surgiu de forma inocente. Primeiro cria-se a residência e depois dela iniciada a proposta de ali perto criar um polo universitário surge como que de forma natural! Temos, por isso, muitas dúvidas da bondade da presidente quando afirma que o assunto da FEIS irá ser objecto de uma discussão alargada. Se fosse essa a sua vontade real há muito que tinha aberto o assunto à população sem que andasse a fazer panelinha com o Guerra em discussões estéreis que nada fazem com que se avance com alguma coisa. A proposta de ontem do MpM, se tem a virtude de poder fazer com que o assunto possa ser falado, pecou pela forma como foi apresentado já que, como referimos, se algo é para ser feito terá que o ser por inclusão do assunto na ordem de trabalhos de uma qualquer reunião de câmara, fazendo naturalmente o trabalho de casa de poder conseguir um consenso da restante oposição, caso contrário é uma proposta que serve apenas para dizer que falaram no assunto. Seja como for, não se vislumbra um futuro a curto prazo para a FEIS.


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37 Comentário em “FEIS sem futuro”

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    Eu espero que quem governa a Marinha Grande, esteja no executivo esteja na oposição, esteja na câmara ou na assembleia municipal , perceba que este é o projeto mais importante que a Marinha Grande vai ter nos próximos 50 anos e aquele que tem, só por si, a força de transformar a cidade e o concelho como nenhum outro teve ou vai ter. Espero que percebam que não vai poder ser o “achometro” a ditar o que fazer e que este projeto merece uma abordagem muito mais profissional do que alguma vez foi feito nesta terra.
    Se houver dinheiro bem gasto eu diria que será na contratação de uma boa equipa de profissionais para estudar e pensar este projeto e ao mesmo tempo o desenvolvimento da cidade e do concelho, transversalmente. Existem em Portugal bons exemplos de projetos transformadores do território que tiveram por base complexos industriais e que mudaram cidades: oliva creative factory, lxfactory, fábrica de lanifícios da Covilhã, Fábrica dos Leões – complexo de artes visuais e arquitetura da universidade de Évora, douros place, só para citar alguns.
    Projetos destes não se compadecem com amadorismos e com o que a presidente da câmara da assembleia ou o líder da oposição acham. Este projeto tem de ouvir as pessoas, que problemas identificam na cidade, que espetativas têm, que necessidades. E quando digo pessoas, digo a pessoa comerciante, a pessoa industrial, a pessoa pedreiro, a pessoa operadora de caixa registadora, a pessoa médico, a pessoa autarca, etc.
    Depois é fazer um diagnóstico e começar a pensar o espaço para as pessoas, para o seu bem estar, para as suas necessidades, para o que fizer mais sentido, numa perspectiva de alavancagem de toda a cidade e concelho.
    Temos todos, TODOS, a responsabilidade de exigir que este projeto seja executado da forma mais criteriosa, transparente e profissional que for possível, de forma metódica e científica, com o máximo seriedade e de criatividade possível. E nem me importava que gastassem meio milhão a pensar e a definir como o fazer, para que ele fizesse voltar a vida que a cidade da Marinha Grande já teve e a transformasse naquela cidade em que é muito bom viver e trabalhar e numa referência para o mundo.

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      É uma pena que espaços destes só sobrevivam com a participação de “ANÓNIMOS”, onde um post como este é rara excepção.
      Subscrevo tudo o que este anónimo escreveu e faço um apelo para que a importância estratégica do espaço FEIS não se dilua num pantanal de banalidades.
      Há técnicos de inabalável competência, universidades, centros de saber e personalidades capazes de desenvolver ideias e projectos para submeter a uma alargada discussão pública.
      Estão à espera de quê?

      1. Avatar

        Sabe sr. Armando Constâncio, que, apesar de terem vivido o 25 de abril e de evocarem os valores que dizem que defendem, há pessoas que não sabem viver bem com a livre expressão e não misturar as coisas. Interverirei até que a voz me doa, mas sempre de forma anónima, para que não venha a sofrer represálias. Pode chamar covardia. Eu chamo autopreservação. De qualquer forma as ideias não precisam de ter autores. Ou são boas e válidas ou não são. Se forem boas e válidas, levem-nas.

  2. Avatar

    Ah!!, pensei que fosse para fazer um outlet! Certo sr. Aurélio? Ou é para fazer uma conferência sobre a história do vidro?
    Esperem, não entendi nada? Ou é para falar de arqueologia comercial do tempo de Guilherme Stephens ? Ops, estavam a falar de qué afinal? Srs do largo andam por onde? Dah

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    Depois do que tantos especialistas disseram ontem no Fórum Técnico que se fez na Casa da Cultura, tenho a certeza que aquilo que foi dito dezenas de vezes pelos especialistas foi ouvido e entendido pela Sr.a Presidente. É preciso estudar e planear o território. A participação colaborativa das pessoas é absolutamente fundamental para este processo. Isto foi dito vezes sem conta. É verdade, como disseram, que nem sempre o estudo e planeamento se compadece com o tempo e as agendas políticas. Os processos são demorados e nem sempre as conclusões e soluções a que se chega são compatíveis com o tempo e com as soluções da agenda política. Mas ficou mais que demonstrado que este processo é fundamental e que as cidades que trabalham com técnicos especializados e segundo esta metodologia, são aquelas em que nós facilmente identicamos a mudança, e até invejamos, porque é aquela mudança que queremos ver na nossa cidade.
    Este comentário não é para criticar ninguém.
    É para pedir que quem nos governa pare, reflita, absorva o que foi demonstrado e opte por iniciar ASAP um processo destes com a FEIS. Procurar a melhor equipa, os melhores especialistas para iniciar o estudo e debate sobre o futuro da FEIS. Para que não agarrem a primeira possibilidade que aparecer à frente, mas que percam algum tempo a ver qual a melhor equipa que há disponível.
    Para pedir que a oposição, que também lá esteve, colabore. Para pedir que não se esqueçam da importância da intervenção das pessoas. Da importância do estudo e planeamento estratégico. Da importância do debate cívico.

  4. Avatar

    Concordo, por isso acho que a iniciativa do
    MPM foi uma opurtunidade perdida.
    Os marinhenses queriam um debate concreto sobre o futuro a dar aquele espaço e não uma aula de história do vidro. Não nos podemos esquecer que este movimento de uma forma avulsa e sem qualquer rigor tecnico queria lá colocar um OUTLET. Acham isto uma iniciativa séria? Venham os especialistas
    E ajudem a encontrar uma solução viável
    E adequada para este espaço digno da nossa cidade.

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    Caro Macaco,
    Tanta coisa, tantos discursos, conversas e opiniões, quando o MpM, na seu brilhante programa eleitoral apresentou a solução visionária de um outlet no espaço da antiga FEIS! Vamos lá debater em profundidade este assunto.
    Cumprimentos

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      Tão estapafúrdio ou mais como a proposta para fazer ali a piscina!
      Vamos fazer um concurso de propostas estapafúrdias ou vamos começar a debater com seriedade o assunto?

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    A mentira continua !!!
    O “multinomes” volta a insistir com as mentiras, tentando que uma mentira dita muitas vezes passe a verdade. Não vai conseguir.
    Mostre onde é que o MPM disse que na FEIS se faria um outlet.
    O que então li foi uma proposta de estudar com a ACIMG a criação duma zona de comercio especializada (outlet) na zona histórica da Marinha Grande. Entenda-se zona tradicional, aquelas ruas que têm inumeras lojas fechadas.
    A zona tradicional não é a FEIS.

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      Pior a emenda que o soneto.
      Conhece o MpM o cadastro daquela zona?
      Sabe que todos os edifícios são propriedade privada?
      Conhece os proprietários e sabe que a maioria já não reside na Marinha Grande há décadas?
      Como seria o modelo de funcionamento de “uma zona de comércio especializada”, vulgo outlet, dispersa por várias fracções, em várias ruas?
      Acha o MpM que as grandes marcas estariam disponíveis para adquirir imóveis velhos e degradados, para terem que fazer grandes investimentos, numa “aldeia” grande como a nossa, a 10 Kms de Leiria?
      Com ideias dessas, o Aurélio não vai longe.

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        Com essas atitudes derrotistas e conformadas com o status quo é que não vamos a lado nenhum! Parece que o anónimo é conhecedor do cadastro… É só isso que conhece?
        Também o centro tradicional deveria ser estudado para se encontrarem soluções para o reanimar. Mas não negue à partida a impraticabilidade de uma ideia só porque acha que sim, ou que você é que sabe, ou que é difícil. Não estou aqui para defender o MpM. Qualquer ideia é válida e merece ser estudada. Não me diga que não existem soluções para obrigar ou pressionar os proprietarios a intervir? Ou quem sabe até a câmara substituir-se aos proprietários e intervir, à semelhança do que outras câmaras fizeram? É difícil! Sim! Ninguém disse que era fácil! E é por isso que precisamos de quem saiba encarar os problemas e saiba gerir processos difíceis para chegar às melhores soluções.
        O concelho estagnou. Quem nos governa não tem ideias, não tem iniciativa, não sabe ouvir as pessoas e agir para defender os interesses da população, não sabe fazer. Só empata e cruza os braços. Bloqueou. É preciso mudar. É preciso sair deste marasmo. Eu não quero uma aldeia a definhar. Quero uma cidade vibrante!
        Não há impossíveis! Ainda por cima somos um concelho na linha da frente, dos mais produtivos e exportadores! Quem não sabe ou consegue fazer, cede o lugar.

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      Caro Macaco, permita-me o atrevimento de me referir a este imbecil anónimo nestes termos! Um perfeito analfabeto funcional. Seu anónimo imbecil vai ler o programa eleitoral do MpM e depois se o teu cerebrozinho não conseguir processar a informação pede ao teu distinto liderzinho Aurélio, que tanto venerado, que te faça um desenho do desejado outlet! Entretanto não te esqueças de tomar os “pingos” para os neurónios que te restam. Passa bem.

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        Mesmo que tivesses razão, deixarias automaticamente de a ter depois da linguagem usada, devias voltar para a escola para aprender alguma educação.

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          És muito sensível, vai tirar um curso de alfabetização para adultos. Aprendes a ler só o suficiente para leres o programa do MpM e depois conta coisas e deixa lá a falta de educação. Entretanto faz um retiro espiritual, pode ser que tires a conclusão que não deves opinar sobre o que não consegues processar! Boa escola e bom retiro, aproveita.

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    Pois é, este é mais uma verdade dura de engolir a semelhança do TUMG, as pessoas é que percebem mal. O MPM anda a brincar com coisas sérias. Querem que envie o programa eleitoral? Para de empatar o desenvolvimento da Marinha.

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      Creio que as pessoas não andam distraídas, que forças governam a Câmara desde o 25 de Abril ?..O PS e a CDU ! por isso vir dizer que o MPM é que empata o desenvolvimento da Marinha é no mínimo ridículo, vale tudo para espalhar a confusão.

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        Até 2005 a Marinha deu passos de gigante.
        A partir daí, com a prestimosa colaboração dos Movimentos ditos independentes, foi sempre a afundar.
        Quando se cria um movimento, feito com os cromossomas do seu líder, para lhe inflamar o ego, é o que dá.

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          O odio aos movimentos é tanto que nem contas sabem fazer. Então e de 2005 a 2013, o gigante dos passos, morreu de repente?

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        2. Avatar

          Inteligente constatação! É uma situação factual e contra factos não há argumentos. Na verdade o MpM nem faz nem deixa fazer.
          Continue a participar neste espaço. Um abraço.

    1. Avatar

      Tenho os programas eleitorais de todas as candidaturas à nossa autarquia, fui ver o Ponto 5 do MPM que diz:
      “5. Dinamização das actividades económicas no centro tradicional, com a instalação de um outlet”

      Conclusão: há mentirosos compulsivos, que mesmo perante a realidade continuam a mentir.

        1. Avatar

          Caro Anónimo, caso não seja possível na antiga FEIS, talvez no salão nobre da CM. Quem assiste às sessões não tem dúvida alguma que o vereador Aurélio domina perfeitamente o micro tal e qual um vendedor de cobertores!

  8. Avatar

    Não vejo o que é que os movimentos possam ter feito para chegarmos ao estado em que estamos. Até hoje nunca estiveram à frente da câmara para poderem assumir essa responsabilidade. Diga-nos lá o que é que os movimentos têem feito em concreto para nos trazer ao estado em que estamos hoje.
    Porque é que há pessoas que vivem tão mal com a sociedade civil organizada fora dos partidos? E ainda não perceberam que na realidade hoje estamos como estamos por causa do ego de uma presidente, da incapacidade dos membros do seu gabinete e da chico esperteza de uma dúzia de funcionários da câmara que os apoiam, assumida ou não assumidamente, e não do seu partido. Porque o PS não é aquelas pessoas.
    Fico estupefacto com a incapacidade de certas pessoas pensarem, tal é o seu facciosismo.

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  9. Avatar

    Meu caro,
    Coitada da inocente prima, ter um primo assim! É preciso ter azar, o melhor é ela pedir o internamento dele, para não ter que ler insultos desses.
    A minha solidariedade para com a prima e força, muita coragem.

  10. Avatar

    Vá lá deixe-se de fugir à pergunta como é típico do MPM, onde faziam o Outlet, aguardo resposta. Tretas e mais tretas

  11. Vilas

    Boa noite.

    Todos sabemos, não é preciso esconder, que a Cidália não tem capacidade para gerir futuro da Marinha, nem tão pouco a gestão corrente do município. Isso é uma verdade unanimemente aceite por todos, inclusivamente aqueles que aqui comentam. Mas não é com todos a “insultarem-se” uns aos outro que sairá daqui qualquer ideia para ajudar a Marinha que se quer Grande. Assim não vamos lá…!

    É conhecida a nossa posição no que diz respeito à FEIS. Já vimos aqui quem tome uma posição idêntica à nossa. Aproveitar a FEIS, não só para fazer um museu e aproveitar todo o espaço para fazer muito mais, como:
    – incubadora de empresas,
    – zona comercial,
    – zona de restauração e o…
    – mercado,

    Mas há quem não concorde, certo! Mas não basta não concordar, é necessário apontar-se uma ou várias soluções.
    Acrescento a.
    – LxFactory https://lxfactory.com/
    – Mercado da Ribeira https://www.timeoutmarket.com/lisboa/
    – Mercado do Livramento – Setúbal https://www.mun-setubal.pt/feiras-e-mercados/#1529419534498-1e3816b1-fbec
    às já indicadas pelo Anónimo de 28 de fevereiro que são.
    – OLIVA Factory https://www.olivacreativefactory.com/
    – fábrica de lanifícios da Covilhã,
    – Fábrica dos Leões – https://www.portaldahabitacao.pt/opencms/export/sites/ihru/pt/ihru/premios/historico_premios/premio_ihru/2013_premio_ihru/Catalogo_Premio_IHRU_2013.pdf

    Será que com tanta ideia não se consegue transportar para a realidade da Cidade da Marinha um mercado e a reabilitação de uma zona abandonada?

    Seria uma óptima oportunidade para lançar um concurso de ideias a toda a comunidade , inclusive os meios académicos.
    .
    A bem da Marinha .

  12. Avatar

    Caro Anónimo, pertinente e inteligente questão a que coloca! Esperemos a resposta, sempre tímida, do MpM e do seu cabeça autárquico.
    Mas, em abono da verdade tenho que dizer que o líder local do MpM até tem ideias, mas para as executar não se faz entender e é perfeitamente inconsequente. Por outro lado a Presidente Cidália não tem ideias, nem faz ideia de coisa alguma, mas consegue impor-se como a grande líder deste nosso amado município. Por isso mesmo não posso deixar de apresentar os meus respeitosos cumprimentos e admiração por esta adorável criatura. O bem bem-haja.

  13. Avatar

    Caro Gerônimo,
    Concordo plenamente e faço minhas as suas palavras. O deputado Cruz é uma verdadeira lufada de ar fresco na assembleia municipal. É uma luz que nos dá esperança para o futuro. Tenho grande admiração por ele e certamente que é o candidato mais bem preparado para assumir a presidência da autarquia nas próximas eleições.
    Gostei das suas palavras, um abraço

  14. Avatar

    Inteligente constatação! É uma situação factual e contra factos não há argumentos. Na verdade o MpM nem faz nem deixa fazer.
    Continue a participar neste espaço. Um abraço.

  15. Avatar

    Curioso, acho que é melhor abrir outro tópico, mas desta vez para que os adeptos dos partidos e movimentos descarreguem de vez o fel, para depois no seguinte começarmos a falar já mais levezinhos. Talvez a gente consiga fazê-los perceber que não intressam as quesilias e divisões políticas, nem quem é que fica melhor na fotografia para as eleições que estão a dois anos, mas olhar para a frente e discutir e resolver os problemas com seriedade. À falta de outro espaço, e da inteligência, perspicácia e vontade de quem nos representa na câmara e na assembleia, não vejo outro que não seja o seu, para o fazer.

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