Rejeitado

CuriosoCMMG10 Comentários


Há uns dias escrevemos sobre o que se passa nos bombeiros aqui da Marinha, sobre o mau ambiente que passou a existir a partir do momento em que a nova direcção tomou posse. De lá para cá nada mudou para melhor! Ontem teve lugar uma reunião destinada a ser aprovado um regulamento interno que a direcção quer aplicar. Foi rejeitado. Foi o sinal mais claro que os bombeiros poderiam dar à direcção de que não estão com eles. Em causa estão cláusulas que os bombeiros consideram afectar a sua relação com a própria corporação e que põe em causa direitos que consideravam estar garantidos. A par disso, o regulamento contém uma série de imprecisões e incorrecções que, pelo que conseguimos apurar junto de especialista na área, vão contra o que a lei estabelece e é admitido. Aspectos como o preverem que um regulamento interno é publicado no Boletim do Trabalho e emprego como se fosse um contrato colectivo, que um regulamento pode ser denunciado ou que há “partes”, como se de um contrato de tratasse, são algumas das incorrecções. Mas há mais! A direcção pretende ir contra o que a lei prevê em relação a contratos a prazo ou contratos a termo incerto. Também a previsão que querem impor em relação à progressão poderá ser considerada, pelo que nos informámos, ilegal. Querem igualmente sujeitar os bombeiros a testes de álcool por sorteio, feitos quando a direcção quiser e sem presença de médicos. Querem igualmente definir conteúdos funcionais num regulamento interno o que parece ir também contra o que é admissível, além de definirem salários sem que haja critérios. Acima de tudo, fica-se sem perceber a razão de quererem implementar um regulamento quando as relações laborais são definidas por leis que não são ultrapassáveis por regulamentos. Ontem o regulamento foi rejeitado e por saber está se a reunião, à semelhança de outras, foi gravada às escondidas sem o consentimento de todos os intervenientes, conforme nos tem vindo a ser relatado! Parece ser claro que o mau ambiente irá continuar com a direcção de costas voltadas para a corporação com elementos da corporação a manifestarem cada vez mais o seu descontentamento. Por saber está até que ponto este mau estar poderá afectar o serviço prestado à população.

Para os interessados, deixamos o regulamento que ontem esteve em discussão (continuar para a página seguinte).


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10 Comentário em “Rejeitado”

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    Ficamos com a confirmação de que a liderança não é a praia do Carlos Carvalho.
    Será que ele ainda pensa que o sabe faze?

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    Quando se fala de Bombeiros, normalmente associamos logo ao voluntarismo, ao socorro, à ajuda, às pessoas (indiferente a sua cor, gênero, ou idade), mas infelizmente na Marinha Grande e sem estar das garbosas pessoas que dão o seu tempo à corporação, e sim, dessas é que deveriamos de falar, passamos o tempo a falar de “eventualmente” que andam à procura de se mostrar. Primeiro tivemos um corte de árvores, feito de forma arrogante e de enorme prepotência pela natureza e pela CMMG, o tempo passou e nada foi apurado, logo se entende (pelo menos para mim), que existiu conivência da Associação e da CMMG. Passados alguns tempo voltámos novamente à Associação de Bombeiros, quer impor-se e quer impor, pelos visto de forma fraudelenta, à sucapa grava-se reuniões, se tal for verdade é muito grave. Esta direção está a mais, e quem sabe se esta direção não estará a por em causa o socorro das pessoas. “Vida por vida……SEMPRE”

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    Como diz o velho ditado: quem não se sente, não é filho de boa gente.
    Uma vez que assuntos internos, acrescidos de mentiras, continuam a ser tratados na praça publica, e pela segunda vez, sinto-me no direito de responder às duas publicações.
    Eu, Vítor José Prudêncio Batista, o “secretário” quero aqui esclarecer, e porque não tenho nada a esconder, que o meu ordenado é de 880,00 € acrescido de 250,00 de isenção de horário. Que sou funcionário da Instituição desde 01-07-2007. E que pertenço também aos Órgãos Sociais desde maio de 2004. Sou remunerado pelo meu lugar de funcionário e não por pertencer à Direção. Sempre assim foi desde que entrei.
    A Direção é um coletivo e como tal decide em coletivo. Quando algo diz respeito à área operacional decide com o parecer do comando. E isso, quer queiram, quer não, não é mandar na operacionalidade. Eu, como funcionário, é minha obrigação cumprir e fazer cumprir as diretivas da Direção. Sou o rosto, porque estou a tempo inteiro, e isso não é mandar. Nunca tive o sonho de me candidatar a Presidente da Direção da Associação ou de uma Coletividade. Não tenho, nem nunca tive, a pretensão de ocupar um lugar de comando (nem gosto de usar fardas). Não sou filiado em nenhum partido ou religião. Não pretendo fazer nenhuma escalada nem tão pouco ter poder e muito menos saltar por cima de alguém. Não me ponho em bicos dos pés para aparecer na fotografia. Não me escondo atrás de postos, de funções, de uma farda ou de outra coisa qualquer para atingir determinados objetivos pessoais, nem tão pouco para rebaixar e humilhar alguém. Não estou, nem nunca estive, à espera de um louvor porque fiz determinada coisa. Nunca me escondi atrás de baixas. Na minha vida privada tenho um casamento sólido, sem mentiras e traições. Não ponho ninguém no coração, para logo a seguir, ao virar costas, lhe dar uma “facada”. Não sou superior nem diferente e muito menos pretendo ter um Estatuto diferenciado dos restantes Funcionários ou Bombeiros. Sempre dei, e continuarei a dar, tudo o que puder à Instituição. Respeito e admiro todos os bombeiros, toda a sua dedicação à Instituição e todo o seu altruísmo. Respeito a história. Não estou, nem nunca estive, para me servir, mas sim, para servir. Não faço pensos, mas ajudo a tapar muitas feridas.
    Nunca, mas nunca a prestação do socorro esteve em causa, porque os Bombeiros – os verdadeiros – são homens e mulheres honestos, cumpridores das suas obrigações.
    Não posso aceitar tentarem chamar a política aonde ela não está, pelo menos desde 2004, tentarem responsabilizar quem apenas tudo fez para atender a um pedido, tentarem fazer dos seus ideais políticos e pessoais uma lei, tentarem culpar os outros pelas suas fraquezas, insucessos, pelas suas faltas de respeito, pela sua ganância, pelos seus ciúmes, pela sua inveja.
    Não ponho uns contra os outros, não promovo reuniões e segredinhos, não assisto a reuniões, não me promovo no Facebook, pago as minhas quotas e os meus impostos e não escrevo num Covarde Anonimato. Estou identificado.
    Às pessoas, homens e/ou mulheres, que continuam a tornar pública a informação interna, distribuída a um número restrito de pessoas não se podem esquecer que, pela sua malvadez e cobardia, põem em causa a idoneidade de quem a recebeu.
    Agora como elemento da Direção (não vinculando qualquer outro elemento que compõe o órgão diretivo):
    • Se criar um Regulamento Interno do trabalho, similar a um acordo de empresa, tendo como base outros já existentes e aprovados, é prejudicar alguém?
    • Se distribuir uma cópia do regulamento pedindo a todos para contribuir para a versão final, é prejudicar alguém?
    • Se o Regulamento tem 72 clausulas e que 52 foram aprovadas na primeira reunião de trabalho, sem que houvesse alguma dúvida, e que das restantes 20 apenas foram analisadas 12, ficando as restantes para uma nova reunião, que ficou desde logo marcada. Isto quer dizer que foi chumbado. Sejam verdadeiros naquilo que escrevem.
    • Se pedir, e não obrigar, para vender rifas para angariação de fundos para dar melhores condições aos Bombeiros, é prejudicar alguém?
    • Se pedir para pintar uma parede, sem nunca por em causa o socorro, para não estar a pagar mão-de-obra, é prejudicar alguém?
    • Se criar condições financeiras que permite a todos os bombeiros do quadro ativo receber, até 75,00 € mensais, como uma pequena recompensa pelos serviços prestados durante um mês, é prejudicar alguém?
    • Ao participar numa reunião de forma honesta, verdadeira, construtiva não se pode, NUNCA, estar com medo de que a mesma seja gravada. Se há medo é porque tem algo a esconder, é covarde que não assume aquilo que diz. Há um ditado que diz: “Uma Palavra vale mais do que uma assinatura”.
    • Se há mau ambiente não está, de certeza, a ser ciado pela direção está sim pelos covardes anónimos, que se passeiam no interior do quartel, e que publicam estas mentiras pondo em causa todos quantos prestam serviço na Instituição.
    Pois meus senhores,
    • Publicar uma enxurrada de mentiras, em forma de anonimato, e colocar na praça pública uma Instituição centenária,
    • Denegrir a imagem de uma pessoa e de uma Instituição
    • Tornar públicos dados internos pondo em causa todos aqueles que os receberam e que tiveram presentes nas reuniões
    Isto será o quê? Um bem prestado à nação, com direito a medalha ou louvor?
    De uma vez por todas, se querem ser participativos na política, na religião, na vossa vida privada, etc. deem a cara, identifiquem-se, não escrevam as vossas frustrações em forma de anonimato. Muitos dos que aqui escrevem contra tudo e todos, são alguns daqueles que nos batem nas costas, que nos cumprimentam e até que nos felicitam pelos trabalhos realizados, depois, quando não têm nada para fazer, porque são uns inúteis e frustrados, escrevem contra. E até escrevem contra aquilo que horas antes disserem que foi bem feito.
    É triste os comentários que aqui se fazem, pois, só demonstram a ignorância, o desconhecimento, a falta de respeito pela instituição que os socorre. Todos os anos há pelo menos duas assembleias gerais é raro algum sócio estar presente. Ai sim, têm toda a legitimidade para esclarecer as vossas dúvidas. Só pessoas malformadas, raivosas podem por em causa se o Socorro está comprometido. Acreditem: ao vosso pedido de socorro, os Bombeiros estão lá e devidamente identificados.
    Acabo como comecei: Como diz o velho ditado: O que nós desejamos para os outros, é-nos restituído em dobro…
    Boa Sorte…

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      Como diz o senhor Vitor quem não se sente não é filho de boa gente então vamos ó que me interessa esclarecer da sua entrevista somente sobre o que intendo que me é dirigido por ter acontecido comigo não por cumplicidade .Já à alguns meses tive uma reunião onde estava presente o senhor Vitor que durou cerca de 2horas depois do assunto em causa estar resolvido ou pensar eu que estava veio uma questão que foi algumas palavras que eu tinha dito numa outra reunião onde eu dizia que não ele dizia que sim então para tirar dúvidas o senhor Vitor apresenta a gravação da dita reunião como natural pernunciei-me logo contra que era crime uma vez que não sabia nem tinha autorizado ‘daí eu dizer publicamente aos colegas e não só que iria fazer uma queixa crime contra ele ‘depois de ter sido solicitado para fazer comentários nas redes sociais achei por bem não fazer nem a queixa crime uma vez que estava em causa uma instituição ‘agora vejo aqui chamar cobarde a quem não aceita uma gravação porque não assume o que diz cobardia é de quem escreve nas redes sociais e não tem a coragem de cara a cara dizer o que eu lhe disse ,assim como não anda para se candidatar a presidente de colectividades eu sou presidente de uma e já trabalho para ela à muitos anos voluntariamente o que ao senhor não lhe deve interessar não será a especialidade dele será melhor ser director de outras instituições pois é bem melhor assim como ter aspirações a ser presidente dos bombeiros já o manifestei e não escondo teria competência para isso o senhor acredito que não o lugar que tem é bem melhor eu não o queria não vou falar sobre mais nada mas sabe que a cobardia por vezes pagasse cara e por último tenha a coragem senhor Vitor de dizer estás palavras que disse no seu comentário que eu aqui estou a referir da minha pessoa e deixe -se então de cobardia seja directo eu estou sempre pronto para houver o quer que seja da sua parte mas saiba respeitar quem sabe respeitar por agora acabou aqui Carlos Rosa

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