PS

Quando há eleições, seja para o que for, é normal que se criem sites e páginas no Facebook onde as candidaturas procuram convencer os eleitores de que as suas ideias são as melhores. Há, paralelamente a isso, os sites institucionais das diferentes organizações onde há eleições. Uma coisa não se confunde com outra. Mas não é assim em todos os lugares. O PS local teve uma página no Facebook que tinha o nome de “Partido Socialista Marinha Grande”. Quem hoje quiser ir procurar essa página não consegue. Desapareceu! O mais próximo que se consegue encontrar é a página de candidatura do Nelson à concelhia. Não deixa de ser estranho que a página do PS desapareça e em seu lugar surja uma com “PS 2021 Ganhar Marinha Grande” e que tem, abaixo de “Ganhar a Marinha Grande” o nome “Nelson Araújo”. Será este um prenúncio do que se poderá esperar quando as listas para as próximas eleições?


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11 comentários

  1. Em horário de trabalho até escreve mails manifestando a sua opinião sobre a chefe
    Camaradas e Amigos
    Há seis meses atrás propus-me avançar com uma lista à CPC do PS da Marinha Grande por entender que devia assumir essa responsabilidade perante uma candidatura alternativa que se perfilava de uma forma pouco transparente e que denunciava vir a ser o princípio da instrumentalização dos Órgãos Partidários para fins pessoais (fossem de ambição para o futuro ou de ressabiamento sobre o passado recente).
    O resultado foi o que todos conhecemos.
    A verdade é que o PS na Marinha Grande, pelo menos, desde 2015 que não está bem.
    A divisão criada a quando da disputa federativa Sales / Medeiros deixou marcas até aos dias de hoje.
    Pretendia eu alcançar a união do Partido e a sua revitalização, tarefa que se demonstra quase impossível tal é a desmobilização generalizada dos Militantes e Simpatizantes em relação ao Partido.
    Pretendia eu reforçar o apoio político ao Executivo na Câmara, mas também essa tarefa me parece cada vez mais difícil quando o Executivo, mormente a Presidente, não manifesta disponibilidade para escutar a voz do Presidente da CPC que é também o seu Chefe de Gabinete.
    E este é o ponto chave da minha mensagem hoje a todos vós que me acompanham na Comissão Política.
    Neste momento o Executivo está em «roda livre» e sem qualquer estratégia definida para a Governação.
    As decisões são tomadas de uma forma arbitrária, ao sabor das urgências diárias, sem calendarização de prioridades, sem agendamento político de grandes questões, sem discussão interna.
    O fracasso das negociações com a CDU é também sintomático.
    A verdade é que a Oposição pressente a falta de interesse e de empenho da Presidente em assumir compromissos, em delegar competências… quando nem nos seus próprios Vereadores ela tem confiança plena e manifesta.
    O Partido precisa, hoje, mais que ontem, e menos que amanhã, de ter força política não apenas para fora, como também para dentro.
    Se sempre me assumi como candidato para «defender» o Executivo, para dar força e suporte a um Executivo minoritário, e não permitir que este fosse partidarizado, a verdade é que não posso ser cúmplice desta estratégia de «apagamento» do Partido perante o seu Executivo.
    O Partido precisa de reconquistar o seu espaço e de se afirmar perante o seus Eleitos.
    2021 está já aí à porta e por este andar não vamos longe…
    Para além disso, não posso ainda deixar de lamentar tudo quando aconteceu quer na Federação quer no Congresso Distrital em relação às eleições para os Órgãos Distritais e Nacionais.
    A Marinha Grande foi uma vez mais prejudicada e menosprezada por quem deveria olhar para nós com outro interesse e respeito.
    Fiz notar isso quer ao Presidente da Federação, quer à SGA em carta que lhe enviei e à qual nem resposta tive.
    Assim, e em consciência, não posso senão sair de cena.
    Irei apresentar a minha demissão da CPC e assim abrir a porta a que se realizem novas eleições para a CPC o mais brevemente possível.
    E ao contrário de outros, saio para não voltar a entrar, preferindo remeter-me à condição de Militante de base.
    Resta-me agradecer-vos por tudo, sobretudo pelo apoio incondicional que me deram sempre!
    Saudações Socialistas
    Nélson José Nunes Araújo
    Leiria – Marinha Grande

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  2. Tem uma forma de estar peculiar, e não falo da sua orientação sexual, apenas relacional: não consegue estabelecer laços duráveis, em pé de igualdade. Assume-se sempre como o suprasumo e pressupõe que os demais devem prestar-lhe vassalagem. Engana-se com fracos. Tudo tem um fim, poderá ser que seja mais cedo do que espera. Aguardemos melhores ares para o nosso partido socialista, que não o dele.

  3. Dos cerca de 380 militantes que o PS tem no concelho, só 84 tinham capacidade eleitoral e desses só 60 foram votar nas 3 freguesias e só votaram no Nelson 50 (pouco mais mais dos militantes que compunham as listas).
    Isto não dá que pensar a um Partido que, nos últimos anos, tem ganho todas as eleições no concelho?
    Esta gente que comanda o PS da Marinha Grande tem mesmo de pensar, porque as eleições autárquicas estão á porta e por este caminho que trilham sob o comando desse Nelson e dessa Cidália não vão a bom porto.
    Eu avisei!

    • E não é já tempo de fazerem alguma coisa e irem em busca de novos militantes? De gente que renove o Partido Socialista? Para que é que são eleitos? Só para entrada direta em cargos políticos, seja agora seja no futuro, e ganharem salários chorudos na câmara e outras entidades públicas?

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