CMMG

É indiscutível que a câmara tem dinheiro a rodos. É tanto que nem sabem o que fazer com ele. Muitos não saberão que parte das receitas que a câmara tem vêm de uma percentagem que pagamos no nosso IRS. O valor máximo é de 5%. Qualquer autarquia pode fixar um valor inferior. Caso a câmara fixasse um valor inferior ao valor máximo, o diferencial reverteria para cada contribuinte sob a forma de dedução à colecta. Significa isso que o valor a pagar por cada contribuinte seria inferior. A câmara tem a faculdade de escolher entre zero e cinco por cento, mas tem sempre optado por penalizar os contribuintes que aqui vivem com a taxa máxima. É mais um daqueles casos em que todos pagamos para que a câmara tenha os cofres recheados sem que optem por dar um benefício os munícipes que continuam a ter buracos nas estradas ou a ter que beber água castanha. Pagamos o máximo que é possivel pagar sem que se vejam os resultados dessa contribuição.


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5 comentários

  1. A Cidália tem que ter este excesso receita para fazer face às despesas em obediência às ordens dos que governam.
    Pobre Cidália, as figurinhas que fazes!

  2. A Cidália é a antítese do Robim dos Bosques
    Aquele roubava aos ricos para distribuir pelos pobres
    A Cidália “rouba” dos pobres para dar aos ricos
    Mas que “rica” Presidente nos havia de calhar

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    • Que “rica Presidente” nos havia de calhar não….
      Diga antes que “rica Presidente” alguns escolheram…
      Agora aguentem!!!
      Devido à cegueira de alguns, agora pagamos todos.

  3. Gostaria de saber a opinião do perito e político Dr. Araujo sobre o assunto… pronuncia-se como presidente da concelhia? Aguardemos sobre o imposto a cobrar

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