CMMG

Lemos muita vez que somos um dos concelhos onde se gera mais riqueza. Temos uma câmara abastada e por vezes até esquecemos que há o outro lado, aquele que fica muitas vezes esquecido. Ao Estado cabe apoiar todos aqueles que não têm as condições necessárias a poderem ter uma vida dita normal, fazendo-o pelos apoios que as câmaras dão. Aqui não é excepção. E uma vez mais, quando lemos o quão bem está financeiramente este concelho, esquecemos que há os outros, os que não estão assim tão bem. Um dos indicadores que se pode usar para aferir essa outra realidade é pelo número de crianças que têm que ser apoiadas por estarem na situação de carência. 605 é o número de que habitualmente não se fala, mas que corresponde ao número de crianças que são apoiadas pela autarquia, E este é apenas o número das crianças que frequentam os jardins de infância e 1º ciclo, estando por saber quantos são os jovens que, estando nos ciclos de ensino a seguir, integram também o número dos que podem ser considerados carenciados. Será que somos um concelho assim tão abastado quanto os números que são muitas vezes anunciados querem mostrar? Quando os decisores, os políticos gastam dinheiro em coisas supérfluas e se pensa que há crianças carenciadas, fica-se sempre com a sensação de que há alguma injustiça no meio de tudo isto.


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5 comentários

  1. Vai ter aí um apoio brutal para o Natal! Duas megas tendas para onde podem ir as crianças carenciadas tirar fotos com o pai Natal, de barriga meio cheia. Gostava de saber quanto é que vai custar aquela brincadeira. Enquanto isso nem creches, nem escolas renovadas ou centros escolares, nem aaafs e cafs nas várias escolas, seja para pais desempregados seja para empregados, nem apoios para trabalhar as famílias mais destruturadas e por aí fora. O que interessa é festa e o acessório. Não que não seja preciso celebrar o Natal. É preciso, mas eu acho escandaloso esbanjar cada vez mais dinheiro a querer fazer o que outros municípios bem maiores, com orçamentos bem maiores fazem, sem que percebam que o dinheiro deve-se gastar na medida do que é sustentável.

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  2. Tem razão o anónimo… Com papas e bolos se enganam os tolos!
    Somos, e seremos sempre uns básicos e miseráveis sujeitos, à mercê de meia dúzia de “espertos” que vão tendo apoio de demasiados.
    Este socialismo de MERDA! Vai rebentar um dia, e mostrar ainda mais, o quão mal estamos governados.
    Precisamos parar esta desgovernança!
    É preciso limpar esta gente do mapa. Inúteis!
    Se querem celebrar o natal, não esbajem em folclore… Podem usar esse dinheiro, e ajudar às condições de vida de quem tem dificuldades.
    Eu dispenso tendas e luzinhas, sabendo que empregam esse dinheiro com quem precisa.
    Para quando esta geração caduca, olha e faz de outra forma!?
    Saiam de cena. Porra!

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  3. Podemos celebrar o Natal e dar á cidade e ás suas crianças uma diversão e alegria nestes dias o que não impede que se olhe para aqueles que verdadeiramente são carenciados.
    Não se pode também é dar tudo de mão beijada porque muitos dos paizinhos dessas crianças habituaram-se a que lhe dêem tudo, a viver do RSI e depois é vê-los nos cafés a beber e a esfumaçar e a queixarem-se que não têm condiçôes de vida.
    Deixem viver o espírito natalício!

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  4. O PS e a esquerda caviar, já nos mostrou a sua aptidão na DISTRIBUIÇÃO\ESBANJAMENTO da riqueza…
    Enquanto houver o dinheiro dos outros, este socialismo sobrevive, até ao último tostão!
    Depois… chamamos a troika!
    Aqui na Marinha, estes socialistas nem habilidade têm para gastar, o que lhe APARECE POR MAGIA na conta.
    É preciso ser incompetente, e socialista.
    Até quando?!

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