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Este é o valor da execução orçamental até ao momento!


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18 comentários

  1. Só falta explicar que o Orçamento vai até Março, Abril e que apartir daí começa o outro orçamento. Portanto estamos a falar de um Orçamento com 7 meses e nada nos diz que até Abril de 2020 o valor seja diferente sabendo que nunca existiu uma execução a 100% até porque não depende só da boa vontade dos autarcas mas depende da lei e do tempo burocrático das adjudicações.
    O que eu quero é saber se é neste mandato que ficamos com o problema do mercado resolvido, se a rede de abastecimento cresceu, se as obras das escolas estão a andar, se a piscina vai ser apresentada e adjudicada, se a ampliação e infraestruturas na zona industrial ficam finalizadas.
    Politicamente é fácil apresentar estes números da execução orçamental até mesmo para o delírio dos aziados que cada vez dão mais tiros nos pés. Nem na localização do Mercado acertam.
    Ouvir o demagogo do Aurélio a insistir naquilo que lhe convém e que não nos trás nada de positivo para a cidade numa estratégia Politica de Terra queimada só me faz lembrar o André Ventura e que a única coisa que quer é um dia dizer aos netos que foi Presidente de Câmara. Alguma vez deu uma ideia válida a não ser de conveniência e de interesse pessoal. Como sabe a execução financeira não é igual à execução prática das infraestruturas pois as obras pagam se no fim não no inicio.
    O Orçamento acabou de passar com os votos a FAVOR do PS e abstenção da CDU ficando mais uma vez o Movimento do Aurélio a tentar bloquear o desenvolvimento da Marinha Grande.

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      • Não ouviu o que disse o Vereador Caetano. Que este assunto só faz sentido ser discutido apartir de Março?
        Só lhe interessou ouvir o Aurélio e a seu Novo Slogan SE FOSSE EU………. estávamos tramados.

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        • Caro Voltaire. Ouvimos o que todos disseram, claro, mas o orçamento hoje aprovado é para vigorar de 1 e Janeiro de 2020 a 31 de Dezembro de 2020, diga o Caetano o que quiser. Como ele referiu há pouco, há que cumprir a lei e ela diz que o orçamento é anual e coincide com o ano civil.

  2. Tanto medo do Aurélio! Quanto mais o perseguem mais o MpM cresce! Os partidos são o mal pior para as populações. As populações já estão a abrir os olhos, não se deixam ir em cantigas repetidamente prometidas em forma de manifestos coloridos. É o MpM fazendo o seu caminho de forma Honesta rumo à presidencia do Aurélio.

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    • Sr Anónimo das 13:59, se o MPM quer realmente fazer alguma coisa no municipio, tem de mudar de protagonista, está ultrapassado, tem boas intenções, mas não passa disto, agora votou contra ao orçamento, mas no passado muitas vezes usou a abstenção, o que aos olhos de meios, é um voto positivo para o executivo. Em relação ao PCP, penso que o problema não é da Alexandra, mas de quem está por detrás dela. O PCP está desgastado na Marinha Grande e no municipio, não as ideias do partido, porque essas podemos gostar ou não, mas as pessoas que durante muitos anos viveram para o partido e às custas do partido, nada acrescentam nos dias de hoje, arrisco a dizer que são essas mesmas pessoas que retiram votos ao PCP.

  3. Caro Voltaire é confrangedor vê-lo argumentar na defesa, indefensável, dos seus camaradas do Executivo, com argumentos que revelam uma ignorância primária.
    Para seu esclarecimento os orçamentos são anuais, isto é, têm inicio no dia 1 de Janeiro e terminus no dia 31 de Dezembro de cada ano.
    Coisa contrária e ILEGAL foi o que o Vereador Caetano terá revelado na reunião de hoje e que esta Câmara, pelos vistos, fará; pagamentos por conta do orçamento do ano anterior até Março/Abril do ano seguinte. Esta ilegalidade é exatamente a mesma de se fazerem pagamentos de fornecimentos de bens e serviços do ano seguinte por conta do orçamento do ano anterior.
    Atendeu ou quer um desenho?

    • Se é tão inteligente e eu tão ignorante consegue enumerar em obra o que são 17% de execução.
      Se é tão inteligente mas pelo vistos de compreensão lenta uma coisa é a execução financeira e outra é a execução na obra.
      A diferença é por exemplo estar a Câmara a executar a obra dos altos picotes mas só ser dada como executada financeiramente quando acabar a obra.
      Quer que eu escreva mais devagar ou que lhe faça um desenho. Só essa obra tem um impacto financeiro no Orçamento que faz logo um acréscimo significativo nos números finais.
      Quando chamar ignorante aos outros pelo menos venha com o assunto estudado e não venha com o que ouve ou o que lhe convém.
      Se tivesse atento até a Ana Monteiro não colocou nenhum problema nas datas a unica coisa que fez reparo foi que nada nos diz que em Março ou Abril essas mesmas obras estejam finalizadas e assim contribuírem para as estatísticas politicas pois o que interessa para mim e para a população é se a obra está a ser feita ou não.

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      • Caro Voltaire. Por falar em “obra feita”, onde estão as obras dos últimos 3 orçamentos participativos? Ficou convencido com a ausência de explicação?

      • Por mais que queira argumentar há pessoas como o Sr. Voltaire que não quer ou não sabe do que fala.
        Na mente do Sr. Voltaire uma obra que, por exemplo, seja consignada no ano de 2019 e tem execução física e financeira durante 3 anos, ou uma prestação de serviços continuada em vários anos,. pelo seu entender os orçamentos desses anos só são encerrados com a receção dessas obras ou prestações de serviços.
        Oh meu Caro Voltaire é por isso que os investimentos, as prestações de serviços ou aquisição de bens que têm execução física (execução em obra e fornecimentos) em vários anos os custos são repartidos nos orçamentos dos respetivos anos da sua execução.
        Para que não falemos de cor aconselho-o à leitura da Lei de Enquadramento Orçamental, onde estão definidas todas as regras sobre o assunto. Veja a Lei n.º 151/2015, de 11 de Setembro, que foi publicada na 1ª série do Diário da República da mesma data e que foi alterada pela Lei n.º 37/2018, de 7 de Agosto, publicada no Diário da República da mesma data.
        Veja isto
        ” Artigo 14.ºAnualidade e plurianualidade
        1 – O Orçamento do Estado e os orçamentos dos serviços e das entidades que integram o setor das administrações públicas são anuais.
        2 – ….
        3 – O ano económico coincide com o ano civil.
        4 – O disposto nos números anteriores não prejudica a possibilidade de existir um período complementar de execução orçamental, nos termos previstos no decreto-lei de execução orçamental”

      • Bem já vi que tenta levar para onde lhe convém o resultado da discussão mas ao contrario do que escreve não consegue me convencer.
        O orçamento termina efetivamente em 31 de Dezembro e até a essa data o próximo orçamento tem que estar aprovado em A.M.
        Mas isso não implica que os autos de medição das OBRAS não possam ocorrer depois dessa data.
        Por exemplo, as obras realizadas em Dezembro só são medidas em Janeiro e em Março são lançados todos os movimentos de execução relativos aos últimos meses do ano anterior.
        Por isso é que foi dito e BEM que a % de execução real fica registada em Março.
        E é nessa altura que se sabe quanto dinheiro sobra para transitar para o ano seguinte (o chamado saldo de gerência) e se faz então a revisão ao Orçamento para incorporar este saldo e acrescentar NOVAS OBRAS.
        O que fica feito tem que ser contabilizado como execução independentemente de o restante da obra transitar para o Orçamento seguinte.
        Como vê ninguém falou em 3 anos de obra mas sim em 3 meses após o inicio do Orçamento Anual.
        Quando fala na Lei do Enquadramento Orçamental deveria explicar tudo e não só o que convém aos demagogos.

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      • Você não sabe mesmo do que fala até a sua argumentação contradiz aquilo que você defende, um dia destes passe cá pela Câmara que a Chefe das Finanças dá-lhe umas aulas.
        Mas o grau de execução orçamental corresponde á percentagem dos encargos pagos até 31 de Dezembro relativamente ao que estava orçamentado nesse ano. Tão simples como fazer uma regra de 3 simples.
        Cá vai o desenho –
        Despesa paga x 100 / Orçamentado.

      • Já é a segunda vez que se diz que não sei do que falo. Mas engraçado é que sem saberem com quem falam acharem que são os donos disto tudo.
        Eu argumento o que penso e o que tento saber sobre os assuntos que dizem respeito a todos os marinhenses e não só para os previligiados que são sabichões da verdade. Também é claro que a maior oposição é a que gravita dentro da Câmara Municipal e com ordenado pago por todos nós ainda faz campanha manipuladora.
        Posso não ter utilizado os termos técnicos certos pois não tenho e nem quero ter acesso a esses privilégios estatais mas não pensem que somos todos tolos para nos alimentarem com papas e bolos.

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    • Então será por isso que a Câmara pede à Assembleia Municipal autorização para inscrever nos respetivos orçamentos anuais os compromissos plurianuais, isto é, os gastos repartidos pelos diversos anos de execução.
      Aprende Voltaire, “não queira o sapateiro ir além do chinelo”

  4. Ai Voltaire, tanto defende a Cidália que parece que a quer morder no futuro! Aguardemos a sua recandidatura e os protagonistas que a acompanharão…

    • Aí anónimo, não se preocupe com as minhas mordidelas à Presidente de Câmara. O que me preocupa é a falta de respeito e a maneira como promovemos a nossa cidade aos olhos do país. Nunca se esqueça que hoje são uns mas amanhã são outros mas a imagem do Concelho é a mesma. Criticar sim mas com elevação. Chama se Educação.

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