CMMGMpMPCP

A propósito de não se ter ainda começado a discutir o orçamento para o próximo ano quando ele deveria já ter sido aprovado, há algo que não deixa de ser igualmente recorrente. A oposição continua a fazer o papel de quem está escondido na esperança que não se lembrem que existem e os façam ter que fazer alguma coisa. Quer da parte do PCP quer da do MpM não se vê que haja movimentação para que, de algum modo, os munícipes possam ganhar alguma espécie de esperança de que alguma coisa vai mudar em breve. Tirando um ou outro texto que o MpM vai escrevendo no jornal ou nas redes sociais, nada mais existe. Vão às reuniões de câmara onde apontam os problemas que existem, mas nada mais acontece. Não temos memória de ter sido introduzido algum ponto na ordem de trabalhos que tenha sido de sua autoria. Parecem apostados a deixar que o tempo passe para ‘atacar’ apenas no último ano na esperança de conseguirem ganhar eleições. Mas como diz o povo, enxoval que não vai com a noiva… E cremos que as suas aspirações de poderem conseguir convencer os indecisos ou mesmo de que haja uma mudança do sentido de voto possa não ser eficaz atento o tempo que tem passado sem que se note a sua existência. Da parte do PCP o cenário é ainda mais catastrófico. Quem manda no partido parece mesmo apostado a fechar o baú e esperar que o tempo passe sem que sejam incomodados. Deles é que não se lê mesmo nada. Quase parece que desapareceram. Tirando as intervenções dos eleitos nas reuniões de câmara e um ou outro texto, da parte da máquina do partido não existe mesmo nada. Temos dificuldade em conseguir perceber como é que esperam conseguir convencer os eleitores de que são uma força capaz de governar os destinos da autarquia quando nem oposição conseguem ser! Sendo que estamos ainda a dois anos das eleições, o tempo corre a favor de quem detém o poder e a capacidade de fazerem com que os votos caiam para o seu lado, ainda mais quando os eleitores não vêm do lado da oposição uma intervenção pro-activa, mas somente uma reacção ao que é a governação de quem tem os pelouros.


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33 comentários

    • O que? O movimento dos patrões?
      Acham? O homem tem o problema que todos conhecem. A ambição desmedida de ser presidente, mas sem jeitinho nunhum para a política. Empata Empata, mostra-se em tudo que tenha flash está, redes sociais, bla bla bla. Propostas zero.

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      • Caro curioso,
        Menos papões, se faz favor.
        Faz parecer que este sistema serve. A mim, não!
        Tá podre, e doente!
        Esta democracia não serve. Tanto estado, faz pobre um país! Como está à vista.
        O socialismo só perpetua a pobreza, e alimenta-se dela…

      • Caro Anónimo. Goste ou não do sistema que temos, não é com ideias meramente populistas e sem sustentação que poderá surgir uma alternativa.

      • Caro curioso, diga-me se é populista, por exemplo, querer mais médicos e enfermeiros nos hospitais a serem mais bem pagos em face da sua responsabilidade, ou um exército de governantes e assessores que se atropelam entre si, a ganharem salários principescos, cuja responsabilidade é NULA!?
        Não acha que paga demasiados impostos, para sustentar canalhada partidária, cuja eficácia é zero!?
        Não preferia que esse dinheiro ficasse do lado dos contribuintes, para estes investirem ou terem mais riqueza? Ou pagar muito bem, a quem de facto tem papel relevante na vida de cada um de nós?
        Acha que os impostos cobrados, teem correspondência aos serviços que o estado lhe proporciona?
        Na CMMG, são 6 milhões em salários, a cada ano. Acha que se justifica? Que produzem de significativo, que serviços de excepção proporcionam aos munícipes? Uma qualquer empresa, a pagar estes salários, sobreviveria!?
        Acha bem, que o estado fique com 1 euro, por cada litro de combustível que você coloca, para ir trabalhar? E que se prepara para taxar os elétricos ao km?
        São muitos boys e girls, milhares, cujo rendimento é ZERO! E que tem emprego assegurado para a vida. Ao contrário de um outro trabalhador do privado, que de um dia para o outro pode perder o trabalho. É esta a sua visão de uma sociedade saudável?
        Que pensa o curioso?
        Este estado, perpetua-se, pela pobreza em que teima manter nas pessoas. Rouba-as por decreto!

      • Caro Anónimo. Tudo o que refere é aquilo que todos desejam, mas que medidas sugere para tornar o Estado viável, solúvel e que cumpra com o que refere? Ideias boas todos temos, a questão é como colocá-las em prática. A isso chama-se populismo.

      • Curioso,
        Acha que está bem assim, é?
        Não acha que se gastar menos e mal, lhe sobrará mais, para aplicar melhor, em quem mais tem sentido.
        O medo, do suposto populismo, é o medo de deixar de controlar as massas, tal como acontece hoje em dia.
        Já percebi que tem medo de pensar de outra forma, ou numa alternativa.
        Este modelo promove a ignorância, a pobreza, a dependência.
        Vê-se pelo afastamento das pessoas à política. Não lhes diz nada.
        Não lhes resolve problema algum.
        Há 20 anos, qualquer um de nós ao entrar no mercado de trabalho, muito provavelmente auferia melhor salário, e sem duvida melhores perspectivas de futuro, do que actualmente.
        Pessoas ignorantes, são as que não evoluem. Garanto-lhe que estão mais nos habituais partidos, do que no Chega, Iniciativa Liberal e outros.
        Já percebi, que para si, ainda não chega, o Estado a que isto chegou…

      • Caro Anónimo. Ainda não percebemos como resolve os problemas que todos sabemos existirem com os meios que temos. Apontar os problemas não basta e não encarneiramos nos primeiros que surgem com a enumeração dos problemas sem que apresentem soluções. Quando isso for explicado quiçá até possamos considerar as medidas como sendo mais do que meramente populistas.

      • Sr. Curioso,
        Posso ter a liberdade, de achar que um pouco de populismo, ou de parar por uns tempos esta democracia, resolveria algumas questões não resolvidas?

      • Caro Anónimo. Pode ter a liberdade que quiser conquanto isso não ponha em causa a democracia. Se é isso que pretende, há vários países onde se sentirá em casa. Não perca tempo por aqui.

      • Caro Curioso,
        Não percebo a sua dificuldade…
        Para mim é claro. Em democracia, é eleger tantos quanto possam chegar ao parlamento, pensar diferente dos que desgovernam hoje, e fazer aprovar as leis que redefinam o país.
        Não acha, que tendo chegado à carga fiscal mais elevada de sempre… Era de esperar, que tudo corresse às mil maravilhas na saúde, na educação, nas forças de segurança, na prevenção, etc.
        É só ler e ver as notícias, e percebe que nunca os serviços do estado ao cidadão estiveram tão maus! Tal como na Marinha Grande!
        Investimento público Zero! Futuro zero!

        Agora pergunto. Para onde vai este dinheiro dos impostos “roubado” à riqueza criada pelos portugueses. Nunca houve tanto dinheiro para o Estado. Que faz o Estado com ele?
        Você sabe a resposta! E sabe que eu sei também!
        Avance caro curioso. Isto não se conserta. Tem de partir de vez, para colocar peças novas… É o que falta!
        … E já agora, eu não sou do chega… E não vejo mal nenhum em quem é.
        Força! para mudar esta espécie de país. Podíamos ser dos melhores países do mundo. Temos tudo para isso, temos é escolhido mal!

      • Caro Anónimo. Voltamos à questão inicial: soluções. Os problemas todos sabemos quais são. O que não vemos é, nas ideias que parece defender, qualquer solução.

      • Ora aí está um bom debate!

        Proponho a reforma eleitoral.
        Círculos uninominais, voto obrigatório e usando plataformas móveis,
        Redução deputados.

        E o curioso? Lance uma proposta, para mudar as coisas!

      • Caro Anónimo. Nunca nos ouviu dizer que temos a solução para mudar ou resolver os problemas do país. Não significa isso que sigamos o primeiro que aparece a por o dedo na ferida sem que, no entanto, apresente soluções. No entanto, parece-nos que a democracia se encarrega de ir regulando a actuação dos políticos e, ainda que com escolhas com as quais possamos ou não concordar, não podemos deixar de acreditar nesse sistema sem que consigamos considerar que é com ideias radicais ou inconsistentes que, à mingua de outras propostas por parte dos agentes políticos tradicionais, surgem de novas vozes que vem a solução para os problemas. A proposta que podemos fazer é a de que os políticos actuem como agentes sérios, com propostas concretas e exequíveis, sem apelarem ao sentimento de impotência que existe junto de algumas franjas da sociedade para com isso ganharem um lugar no ‘poleiro’.

      • Caro curioso:
        “No entanto, parece-nos que a democracia se encarrega de ir regulando a actuação dos políticos”
        ACHA MESMO!?
        45 anos depois… !!!?
        Ainda pensa que são estes agentes políticos, que resolverão alguma coisa?!
        Já perdi essa esperança, há muito!
        Sem um sobressalto, Portugal será sempre uma periferia. Pobre, e às migalhas!
        Chega de poucachinho!

    • Caro curioso,
      Qual é a dificuldade? Não percebo…
      É eleger, quem fique com poder de “limpar” este lixo partidário.
      O Estado tem de ser gerido, como uma empresa. Tem de ser eficiente, útil.
      Nestes 40 anos de democracia, foram inventadas entidades, burocracias, cujo objectivo é travar a iniciativa, mas fundamentalmente, dar sentido às dezenas de milhar de empregos na função pública, e outros tantos lugares para boys, e votos assegurados. Por isso tantos direitos, que não têm correspondência no privado.
      Num tempo de tecnologia, permitiria eliminar, mais de 70% das burocracias e “coisas” a tratar com o estado. Logo, dezenas de milhar de postos de trabalho são dispensáveis.
      E há que dizê-lo… Despedir!
      Dezenas de milhar de funcionários, cujo trabalho e produtividade é zero!
      Se uma empresa privada, o faz… Porque razão, o Estado não despede!?
      Porque razão o estado se obriga a abrigar, tudo e todos? Para dar Jobs aos boys, e assim perpetuar este sistema decadente…
      Por isso, a diferença abismal entre público e privado.
      Alguém tem de pagar isto!
      Somos todos! E Não temos coragem de o dizer, quanto mais fazer… Mas, no dia em que faltar o dinheiro…
      Medidas:
      Cortar deputados para metade, e consequentes gastos com pessoal.
      Acabar com subvenções para tudo e mais alguma coisa. Um deputado ganha 3 mil euros/mês , só por ser deputado… Mais quase 100 euros, por cada dia, que vá ao parlamento. Ao fim do mês levam cerca de 5 mil limpos!!!! E ainda dizem que ganham mal!?!?!?
      Mal, ganham os médicos, enfermeiros, bombeiros, polícias, etc… Esses fazem falta, salvam vidas!
      Não gozem comigo!
      Falta explicar isto às pessoas!
      Reduzir o número de municípios!
      Não faz sentido ter tantos… 300 e tal, vem do tempo das carroças, quando não havia estradas! Faz sentido no século xx1?
      Isto só se mantém, para garantir lugares aos amigos. A Marinha Grande, poderia ser gerida por Leiria!
      Poderíamos ter um país, dos mais ricos do mundo… Mas preferimos esta miserável espécie de Democracia… Se isto é ser populista, eu sou!!!! E uma coisa é certa… Nas próximas eleições, vamos ver as coisas a mudar!!!
      Somos Patéticos!

      • Caro Anónimo. Boa sorte quando chegar ao momento de por algumas dessas ideias em prática. É muito bonita a teoria, mas será que quem defende essas ideias cumpre com o que apregoa? O Chega abdicou da subvenção que criticou os outros de receberem? O deputado abdicou do salário de deputado ou de parte dele em prol de alguma instituição? Ainda não lemos que, para além de dizer que vai fazer isto ou aquilo – que sabe que não irá ser aprovado porque não pode ser, mas fica bem defender -, tenha abdicado de alguma das mordomias a que os deputados têm direito.
        E como vai fazer com que os médicos, enfermeiros e bombeiros recebam mais ao mesmo tempo que reduzem o IMI?
        Quer despedir? Ok… e como vai financiar o Estado para pagar a médicos, enfermeiros e bombeiros? Sem receita, ainda que tenha que vir do Estado parte do fluxo monetário, como vai suportar os encargos?
        É isto, e muito mais, que o populismo não explica e que se fica pelos lugares comuns com os quais todos concordamos, mas os que pensam sabem que são inexequíveis. Não é por acaso que os eleitores desse partido são provenientes de grupos de pessoas menos instruídas que comem aquilo que lhes é enfiado pelos olhos sem que saibam sequer questionar aquilo que é afirmado.

    • Tininha, amor, seria mais correcto perguntar para que serve o PS. Ganhou as eleições, teve sempre os orçamentos aprovados e obra…népias. É o PS quem tem que apresentar obra. É o PS que tem que “servir para alguma coisa”. O PCP tem servido para viabilizar os orçamentos, mas nem com essa abébia o PS faz.

  1. A miopia atrofiante, de que alguns acéfalos e fanáticos socialistas aqui descorre, só pode ser explicado pela dependência nua e crua da máquina partidária, e do estado!
    Vale tudo, até os absolutos disparates ditos e escritos, de uma cegueira incompreensível, tudo para manutenção no cargo e sua dependência. Obviamente, receosos da mudança e da exposição da sua absoluta mediocridade.
    E estamos neste lodo, de ideias, de futuro!
    É constrangedor, não ver capacidades para nada.
    Um qualquer empresário, pequeno ou médio, olhando para isto só pode abstrair-me da terra e país onde está. É tudo tão medíocre, tão básico…
    O socialismo, vive desta mediocridade, desta pobreza de ideias e de expectativas. Vive, de manter as pessoas amorfas, acríticas, anestesiadas, inertes, controladas! Aqui e ali, acenando com migalhas de veneno. Os pobres, assim vão dando o Ámen, a estes “espertos socialistas” que se vão governando, nas barbas do “seu povo”.
    Acordem!

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    • O típico pseusointelecrual que sabe tudo
      A restante população é burra. Pergunte aos idosos do que acham do encerramento da TUMG. Escusa de responder sr.MPM, já sabemos que vai dizer que não é nada disso, é manipulação de gente pouco esclarecida. Pois pois
      .

      • Caro militante.
        De facto, você fala para gente burra.
        Infelizmente há muita… E o estado assim quer. Que não pensem muito, que não critiquem, que não pensem pela sua própria cabeça. Qual liberdade, qual quê!
        É melhor ter as pessoas controladas, dando migalhas.
        Para sua infelicidade, cada vez mais pessoas, acham que isto é mau demais. Já não passa a mensagem!

  2. Num artigo jornalistico sobre os partidos, alguém dizia que é importante existirem os partidos (PS, PSD, CDS, PCP, etc) e eu aproveito para acrescentar os movimentos, neste caso da Marinha Grande o MPM, a existência de todos eles é sinal da verdadeira democracia. No entanto, acrescento eu ainda, que por vezes, é importante a mudança das gentes, das caras e de algumas mentalidades, não descurando os valores partidários que se devem manter. A Marinha Grande (Concelho) urge nessas mudanças, é urgente a mudança, é visto que o PS está parado, a sua direção concelhia não serve, o PCP é ineficaz, existe gente com capacidade, mas os velhos do restelo não dão lugar a outros, o PSD necessita de alguém com muito mais capacidade, em relação ao MPM,começa a ser mais do mesmo, bonitos discursos, muitos sorrisos, muita simpatia, mas dar o muro na mesa não são capaz, ASSIM NÃO, ASSIM NUNCA EXISTIRÁ DESENVOLVIMENTO CONCELHIO. Altura de mudanças, o mandato vai a meio, ou mudamos, ou damos lugar a outros. Na minha opinião o partido CHEGA, teria lugar e muito lugar no municipio, vamos trabalhar para que isso seja possivel. Outras gentes, outras mentalidades, outros pensamentos, outras intervenções, outras capacidades, as gentes do concelho agradecem.

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    • Que bom vem aí o D.Sebastião, que entra pela marinha numa manhã de nevoeiro,
      Para resolver tudo. A afirmação é tão absurda, que lhe define a pequenes de que já não serve para coisa nenhuma.

  3. Caro Curioso, sabendo que as únicas informações verdadeiras sobre o que se passa no concelho vêm do nosso amigo, foi-me dito agora mesmo que uma obra que a Cidália andava a fazer sem autorização da entidade responsável foi demolida hoje mesmo – espécie de miradouro junto ao hotel Mar e Sol,
    Segundo corre aqui S. Pedro os amigos da Cidália da ARH Centro obrigaram-na a demolir aquilo.
    Será verdade Curioso?

  4. o mpm é um movimento feito por gente descontente com este marasmo e inoperância, muita dela gente boa e com vontade, mas que tem um líder com uma fome de poder desmedida e que não dá lugar a mais ninguém. Sejam corajosos e procurem outra liderança e outra forma de estar.
    O pcp mostrou durante décadas, e mostra noutros concelhos, que é uma boa opção para liderar o concelho, com uma forte ligação ao movimento associativo, que por outro lado, é um dos maiores motores da sociedade marinhense, mas onde está essa ligação agora? O pcp na marinha afastou-se das suas gentes estando fechado em torno de uma figura que nunca conseguiu fazer nada de interessante, sendo uma figura que não agrada a quase ninguém. Ou seja, mpm ou pcp, ambos e cada um à sua maneira terão coisas muito boas para nos afastar deste ps que nos colocou de cofres cheios mas na miséria, mas têm que renovar as suas equipas e particularmente os seus lideres.
    Caso isso não aconteça, teremos o dono do ps da marinha, o tal que foi corrido de várias paróquias, como cabeça de lista à CMMG e a ir para o poleiro, tendo cada vez mais tempo e poder para destilar o veneno que lhe corre nas entranhas.
    E é isto…

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