CMMG

É indiscutível que uma autarquia deve funcionar de acordo com o que são as ideias de quem foi eleito e de quem nela manda. Naturalmente que para que seja possivel colocar os meios humanos a funcionar como acham têm que fundamentar convenientemente as alterações que possam querer que sejam feitas. Há dias a Cidália levou um monte de papel para a reunião e câmara para alterar a estrutura orgânica da câmara. A proposta não passou porque a oposição achou que a fundamentação que foi apresentada era escassa. À data a Cidália argumentou que a mudança que queria fazer era muito importante. Não duvidamos e acreditámos que depois do chumbo da proposta ela fosse alterada de modo a que satisfizesse aquilo que a oposição apontou como sendo o que estava a faltar. Pensámos que a reorganização voltasse a ser discutida antes de ser votado o orçamento. Não é o caso! A Cidália parece ter abandonado a ideia de reorganizar a estrutura orgânica da câmara e continuar com uma orgânica que se sabe que não funciona ao ponto de avançarem já com o concurso para dois chefes de divisão com o argumento de que a reorganização foi chumbada! Em vez de ceder e fazer as coisas de modo a conseguir o voto da oposição, abandona a ideia apenas para não ter que ceder. Afinal a reorganização da câmara era menos importante do que ceder às exigências da oposição. Arrumou o monte de papel e vai continuar com uma orgânica que não funciona possivelmente para que venha acusar a oposição de que não consegue fazer mais porque eles não a deixaram fazer o que queria, sem que explique que tal só não acontece porque não procura chegar a um meio termo.


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6 comentários

  1. O que parece que estava em cima da mesa não era a importância de reorganizar os serviços para que funcionassem melhor, mas a importância de criar jobs para boys e girls para pagar mais a uma trupe de incompetentes que usa a Cidália para tentar subir na vida.
    Assim, já não é importante reorganizar serviços, porque as prioridades e preocupações não são as mesmas que as nossas, que deseperamos para ver a câmara a funcionar bem, com gente capaz e competente.

  2. Não sei, mas imagino. Devem ser mais uns concursos feitos à medida, para afastar qualquer tipo de concorrência indesejada, para meter mais uns boys, não fosse aparecer alguém competente para estragar os arranjinhos.
    Pena não terem aberto na altura certa e legal, para que pudessem sair com a Cidália daqui a dois anos e podermos todos virar a página.
    Depois o curioso o dirá se não é assim, que lá vai sabendo de tudo.

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    • Caro Anónimo. O concurso é para chefe de Divisão de Desenvolvimento e Cidadania e chefe de Divisão Jurídica e de Apoio. Os concursos deveria ter sido abertos nos 90 dias após a nomeação em regime de substituição, mas foi mandado parar por causa da reorganização.

  3. Afinal a organização dos serviços da câmara que está em funcionamento não foi proposta da Cidália, que não deu ouvidos a quem com experiência a avisou que aquilo que propunha não iria funcionar?
    Agora de que se queixa?
    Tem aquilo que ela própria propôs, agora aguente-se.

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