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O orçamento acaba de ser aprovado, com a abstenção do PCP e voto contra do MpM.


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10 comentários

  1. Onde está a coerência das criticas da Alexandra?
    Esta vereadora, se tivesse um pingo de vergonha ir-se-ia embora, fala.. fala… e na hora da verdade acobarda-se.
    Estamos conversados Vereadora Alexandra, tudo o que criticar a partir de hoje é só falácia.

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  2. Criticam a abstenção no voto eleitoral, mas onde têm de marcar posição o PCP já se abstém. Ou é a favor do orçamento e compromete-se ou é contra, ponto.
    Manobras só manobras

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  3. Digno de leitura in JORNAL ECONÓMICO (sem comentários)
    “O voto de saudação que considera que o 25 de Novembro foi crucial para abrir caminho para “a democracia moderna e pluralista que hoje usufruímos” foi aprovado com os votos a favor do PSD, CDS-PP, Chega, Iniciativa Liberal e sete deputados do PS. BE, PCP e PEV votaram contra. PS e PAN abstiveram-se.
    O Parlamento aprovou esta sexta-feira um voto de saudação do CDS-PP pelos 44.º aniversário do 25 de Novembro, que a data foi crucial para abrir caminho para repor “o curso da democratização de Portugal”. O voto foi aprovado com os votos a favor do PSD, CDS-PP, Chega, Iniciativa Liberal e sete deputados do PS. O BE, PCP e PEV votaram contra, enquanto o PS, PAN e Livre se abstiveram.
    O voto de saudação evoca simbolicamente “a importância histórica da vitória do movimento democrático que garantiu que o espírito das instituições e da democracia representativa prevalecesse, reconduzindo Portugal a um curso institucional de normalidade e abrindo caminho para a democracia moderna e pluralista que hoje usufruímos”.
    “Comemorar o 25 de Novembro, data a que a esmagadora maioria dos democratas adere, é reafirmar o compromisso desta Câmara com os princípios universais da liberdade de expressão, do pluralismo partidário e das eleições livres. A 25 de Novembro de 1975, o povo português colocou-se do lado da liberdade contra a tentativa de substituir uma ditadura por uma outra de sinal contrário”, lê-se no voto de saudação apresentado pelo CDS-PP e aprovado pelo Parlamento.
    Os democratas-cristãos sublinha na iniciativa que “o 25 de Novembro não foi uma tentativa de contrariar, mas sim de repor o 25 de Abril”. “O 25 de Novembro determinou a vontade do povo português em caminhar sobre os trilhos da liberdade, que o 25 de Abril anunciara”, consideram.
    Numa declaração antes das votações, o deputado do CDS-PP Telmo Correia destacou a importância da data sublinhando que esta impediu que se afirmasse em Portugal um regime como o “de Cuba ou da Albânia”. Telmo Correia destacou o papel dos generais Ramalho Eanes e Jaime Neves neste processo, pelo seu “compromisso inquebrantável com os valores da liberdade e da democracia”.
    “Não permitimos que o 25 de Novembro e os seus heróis sejam esquecidos ou apagados”, sublinhou.
    SETE DOS DEPUTADOS DO PS (João Ataíde, JOÃO PAULO PEDROSA, Pedro Cegonho, Ascenso Simões, Sérgio Sousa Pinto, Hortense Martins e Marcos Perestrelo) juntaram-se à iniciativa considerando que não se pode compactuar com “o revisionismo e amálgama” em algumas versões sobre os primeiros anos da democracia portuguesa.
    O deputado socialista e professor universitário Pedro Bacelar de Vasconcelos sublinhou, no entanto, que “ninguém podem minimizar a importância de 48 anos de resistência à ditadura” até ao 25 de Abril de 1974. “A primeira etapa do processo de construção democrática foi cumprida com a aprovação da Constituição da República em 25 de Abril de 1976. Temos orgulho no papel então desempenhado por figuras como Mário Soares, Francisco Sá Carneiro, Freitas do Amaral e Álvaro Cunhal”, afirmou.”

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    • Deputado da Marinha Grande, JOÂO PAULO PEDROSA vota ao lado da direita e da ultra direita?
      Se dúvidas houvesse sobre a personagem elas estão desfeitas.

      • Onde estão os Camaradas do João Paulo Pedrosa que não vêem justificar as atitudes reacionárias do seu “ilustre” representante na Assembleia da República?
        Pobre P.S. ao que chegámos! quem vos viu e quem vos vê!

  4. Qual foi o rebuçado que o PCP teve desta vez? Ou o contrato para a comparticipação antecipado das obras da Junta, tem validade para duas aprovações de orçamento?

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