Casa da CulturaCélia

Desde que a Casa da Cultura foi inaugurada que está por explicar o motivo de terem sempre optado por realizar espectáculos, com artistas que encheriam muito mais do que aquele espaço, ali. A injustiça que tem vindo a ser criada ao longo dos anos para todos aqueles que não conseguem ter bilhetes é grande, mas não parece incomodar quem manda. Um dos argumentos que tem sido usado pelos eleitos para deitar abaixo o argumento de que esses espectáculos poderiam ser realizados no PME tem sido a falta de condições. Segundo eles aquele local não serve. Pois bem, o espaço serviço quando aqui se realizou uma edição do Preço Certo, serve para ali virem actuar cantores durante a FAG e vai servir para um evento que vai ter lugar durante três dias e que está a ser anunciado pela câmara, o Dreams Festival. Que leva então que aquele espaço sirva para umas coisas e para outras não? A Célia não deverá ter grandes argumentos para rebater aqueles dos que defendem que o PME tem condições suficientes para ali se poderem realizar espectáculos e muito provavelmente deverá dizer o que disse em relação à bilheteira, que tem o assunto em cima da mesa sem saber o que fazer. Bom, pode ser que com a realização deste evento possa aprender que há formas de comprar bilhetes online como a organização está a fazer. É interessante ver que a organização daquele evento tem um site dedicado ao mesmo e tem a possibilidade de permitir que se comprem os ingressos sem ter que se ir ao local. Mas é provável que a organização não tenha dezasseis milhões de euros no banco e tenha que fazer pela vida, facilitando as compras para que possam ali ir mais do que 255 pessoas. Como seria interessante vermos os eleitos a trabalhar para uma empresa privada para vermos em quantos dias eram despedidos.


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8 comentários

  1. Na minha opinião o PME não tem condições acústicas para concertos, o som nunca fica bom. O teatro apesar de bastante pequeno, é bom para concertos mais intimistas, não havendo azáfama. Há que saber distinguir os tipos de espetáculos e de artistas para cada tipo de sala.

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  2. Em relação ao tempo que estariam numa empresa privada, como foi comentado no artigo, zero, nem seriam contratados, se apresentassem no currículo o trabalho feito na CMMG.

  3. O PME pode ter essas condições pois podem remodelar de forma a que tenha. Deve ter uso e não ser apenas usado duas ou três vezes por ano. Há estacionamento, espaço, tudo.

  4. Nossa senhora. Eu não percebo de música, mas os poucos concertos no PME/ FAE são sofríveis. É complicado perceber?
    Comparar um programa de televisão com um concerto….
    Podem entrevistar os artistas que vão ao grandioso evento, após o concerto para saberem:
    1. gostaram do som do espaço?
    2. Se preferem tocar ali ou no teatro Stephens
    No passado já bati nesta tecla. Agora já nem vale a pena, existe uma pessoa que faz a programação do espaço(não é difícil saber quem), não reclamem com a vereadora, não batam mais no ceguinho. Por isso se delega coisas. Querem bilhetes para ver o gordo, o Abrunhosa ? Querem 6 dias de concertos seguidos com a mesma pessoa? Mesmo assim reclamavam

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