CMMG

Cada vez mais as empresas estão a adoptar métodos que permitem utilizar menos e menos papel. Hoje em dia, com a proliferação de programas que existe, alguns até gratuitos ou de código aberto, a utilização de papel é quase dispensada. Veja-se o que acontece com a contratação pública em que os contratos são já assinados digitalmente. Dito isto, vamos ao que nos levou a escrever. Sempre que se assiste a uma reunião de câmara percebe-se que há toda uma série de papeis que são consultados por parte dos eleitos. Quando se olha para o que é enviado para votação consegue-se perceber que para cada assunto há todo um conjunto de ofícios, pareceres e documentação de apoio que é digitalizada dos documentos originais. Significa isto que na câmara tudo ainda funciona à ‘boa’ maneira antiga de imprimir, escrever à mão e depois digitalizar para ser submetido a apreciação. Além do gasto de papel há uma duplicação de trabalho que seria facilmente evitada caso existisse uma desmaterialização. Que necessidade existe de se imprimir tudo, até legislação, quando tudo poderia ser feito por via informática? Não se compreende. Aliás, no mandato anterior o ex-vereador Logrado ainda tentou que fossem implementados procedimentos tendentes à desmaterialização, sem sucesso. Não deixa de ser interessante ver-se que há uma enorme preocupação em criar mais lugares de chefia, mas nada é feito para agilizar os procedimentos que tornariam a autarquia menos burocrática e menos afundada em papeis. Não se consegue ver que os eleitos tenham mexido uma palha que fosse no sentido de dar ordens para que alguma coisa mude e, sinal disso, é que nada mudou. Claro que, sabendo-se que o exemplo vem de cima, quando se vê a presidente que nem um computador tem à frente nas reuniões e opta por tomar os apontamentos no papel, pouco se pode esperar.


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5 comentários

  1. Isto faz me lembrar, aqueles concursos públicos em que os candidatos são obrigados a entregar as candidaturas em formato papel, e com uma data limite e depois, convocam os mesmos através do DRE, sem darem conhecimento. A única coisa que me leva a crer é que os lugares já estavam escolhidos para alguém. Ou seja, nada de novo. Pergunto agora, se não é para contactarem os os candidatos para efeturam os testes de admissão, para que servem as candidaturas, com os contactos e dados pessoais? Não entendo.

  2. A Cidália gosta de tudo em papel para poder riscar o seu lápis da primária. Diz não saber trabalhar com o computador porque o rato dela está morto!

  3. A Cidalia é uma infoexcluida. Não sabe ligar um computador. Envergonho-me de ter que trabalhar com ela. Não lê jornais, não sabe o que se passa no país e no mundo. Como pode governar bem um Concelho como o nosso? Nada de novo, portanto.

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