CMMG

Quando agora passámos em frente ao que foi a Albergaria Nobre, hoje propriedade da autarquia, lembrámos do que tem acontecido na terra. Neste mandato a câmara concretizou a compra das antigas instalações da FEIS e há poucos dias comprou este espaço. Os dois serão para que seja feita alguma coisa, mas será que alguma coisa será feita? Este executivo mostrou uma total incapacidade para executar obras. Não foram capazes de executar as obras do orçamento participativo; não foram capazes de resolver o problema da estrada fechada por causa de uma obra cuja licença tardou em sair e cujos motivos estão mal explicados; não conseguiram executar a creche; não conseguiram ainda dar andamento ao projecto do mercado; não conseguiram fazer ainda nada sobre a piscina; não conseguem executar a expansão da ciclovia no interior do concelho; não conseguiram ainda avançar nada em relação ao PDM. Estes são apenas algumas das coisas que nos lembramos que o executivo não conseguiu executar ou, que estando em curso, mandaram parar. é por demais notória a incapacidade de fazer algo novo e isso leva-nos a interrogar se alguma coisa será feita pela mão deste executivo. À pergunta ‘o que avança’ a resposta é simples de dar. O executivo permanente não conseguiu ainda mostrar qualquer tipo de capacidade para modificar a forma como a câmara funciona, seja pela morosidade que os serviços têm, em especial o das obras cuja responsabilidade é fácil de identificar, seja pelos entraves que colocam no que parece ser uma forma de se valorizarem. Basta o que se veja o que acontece a nível da revitalização de obras particulares. Aqui pedem tudo como se gostassem de estar inundados em papel ao passo que em Leiria, mesmo aqui ao lado, em 2013 foi emanada uma ordem que dizia que “Para emissão do respetivo alvará, será dispensada a exibição e/ou junção dos seguintes documentos: Apólice de seguro de construção; Apólice de seguro que cubra a responsabilidade pela reparação dos danos emergentes de acidentes de trabalho, nos termos previstos na Lei n. 100/97, de 13 de setembro; Declaração de titularidade de certificado de classificação de industrial de construção civil ou título de registo na atividade, a verificar no ato de entrega do alvará; Livro de obra; Plano de segurança e saúde” tudo numa perspectiva de facilitar a vida aos munícipes. Perante o que é a total incapacidade demonstrada deste executivo em executar obras novas e fazer uma gestão de navegação à vista, não se consegue perspectivar que alguma coisa alguma vez saia das palavras. Resta saber se, em relação a este último espaço comprado, não surgirá um destes dias uma qualquer ideia de ‘privatização’ do espaço para que o ‘parceiro’ possa ficar com a exploração em troca das obras que será necessário fazer e que a câmara não conseguirá realizar!


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5 comentários

  1. Haverá alguem corajoso para fazêr a lista que o executivo fez em 2 anos
    vejam com os dois olhos um para o não e putro para o sim
    é fácil criticar mas digam nomes de quem fazia melhor
    pequeninos !!!!!

    • Essa lista é muito fácil de fazer. Difícil é fazer um álbum de fotografias do executivo, e demais do gabinete da presidência, aí sim, existiria muita dificuldade, devido às quantidade. E não são fotogênicos, porque se fossem, seria preciso uma equipa de trabalho.

      • Sim, com este executivo não precisa ser, basta parecer! Mas a culpa é do mexilhão que votou na professora. Nem o mercado vos dá, povito desgraçado, sedento dos beijos da reformada afoita!

  2. A propósito de compras, aqui vai mais uma para o rol. Foi efetuada já no início deste mandato. Local, Pedrulheira no cruzamento entre a estrada principal que liga Picassinos a Albergaria com a Rua do Lamarão que vai ligar com Casal dos Ossos. Aquisição, casa devoluta que impede a visibilidade de quem vem de Casal dos Ossos e pretende entrar na estrada principal, relativo ao trânsito que vem de Albergaria. Não interessa se foi ideia do executivo permanente ou se foram aconselhados a efetuá-la, como parece ter sido o caso, pois a premissa subjacente a esta aquisição, no meu ponto de vista fez todo o sentido. Agora, haja paciência, depois do que parece ser o mais fácil para este executivo, pois graças aos contribuintes dinheiro é o que não falta, o que se verifica mais uma vez, é o marasmo, a inércia, a passividade aliada provavelmente a uma enorme dose de incompetência. A obra para a qual o objetivo da compra foi concretizada, não sai para o terreno, presumo que passados quase dois anos nem no papel se encontra, quanto mais no terreno. Assim, no que a trânsito automóvel diz respeito, continuamos impávidos e serenos a ter um ponto negro, caótico, originário de constantes acidentes, que este executivo não consegue resolver. Lamentável.

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