CMMG

A APAMG e a sua página no Facebook hoje esteve activa tudo porque um cavalo foi deixado à sua sorte até ter sido abatido. Pode ler-se nas publicações que fizeram que tentaram que as autoridades fizessem alguma coisa para evitar o que todos os dias se vê acontecer, mas que não tiveram resultado nos apelos que fizeram. Que esperavam? Que o Caetano fizesse alguma coisa? Há umas semanas o assunto foi falado na reunião de câmara, mas nada aconteceu. Caiu nas mãos do vereador e o assunto morreu. A PSP tem medo de chegar junto dos acampamentos onde os animais são maltratados, algo que é do conhecimento de todos, mas ninguém diz ou faz nada. A câmara, que devia zelar pela segurança e saúde de quem aqui vive, convive com a realidade dos acampamentos, que deixaram de ser nómadas para passarem a ter residência permanente aqui, sem que faça alguma coisa. A presidente diz que tem que se ver como fazer a integração, mas passados dois anos de mandato nada fez. Tratam este assunto como se fosse tabu porque não se pode dizer mal. Claro que hoje em dia quem critica as comunidades nómadas que não se querem integrar nos locais onde querem viver é que são quem está errado. Os ‘normais’ passaram a ser os ostracizados porque deixaram de poder expressar a opinião sob pena de serem rotulados de um qualquer nome que os defensores dessas comunidades gostam de atribuir. É verdade que foi apenas um animal, mas é um animal que vem mostrar o quão letárgico é o poder local aqui instalado. Assuntos que sejam mais polémicos ou quentes, os eleitos fogem deles como o diabo da cruz. Sabendo-se que é crime maltratar animais, não haverá responsabilidade, ainda que não seja por omissão, dos que, tendo poder, não o utilizam para evitar a prática destes crimes? E não haverá também em todos nós, que passamos por estes animais a serem chicoteados, com sinal de má nutrição, responsabilidade por virarmos os olhos para o lado? De que adiantam as dezenas de mensagens que hoje se podem ler se, quando os donos dos animais chegam ao pé de cada um de nós, viramos a cara e não chamamos as entidades com poder de fazer alguma coisa?! Se calhar valia a pena cada um pensar nisso.


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4 comentários

  1. Nestas alturas os (pseudos)defensores dos animais evitam as redes sociais, metem o rabo entre as pernas e… esperem aí que eu volto já!
    É claro que é um caso publico e no qual é obrigatória a presença da PSP. É além disso um caso de saúde publica. Dever(á)ão ser identificado(s) o(s) proprietário(s) e actuarem em conformidade. Por outro lado temos os serviços do município através do seu veterinário . E por ultimo a própria APAMG!

    Já sabemos que nos “vai cair em cima o carmo e a trindade” ,mas sempre assumimos o que dizemos, mas será que não poderia esta associação fazer um pouco mais? Sabemos que a câmara apenas lhes dá “uns trocos” e que esta associação “substitui a câmara” em muitas das suas acções. Mas não basta dizer.se que se defende os animais, é necessário mostrar “SERVIÇO”!

    Mas claro a câmara sempre à frente!

    Já agora aproveitávamos para perguntar ao Sr Vereador Carlos Caetano por aquele sistema do “outro mundo” que foi observar (principio do ano de 2018 (se não estamos enganados), e que afinal nunca foi (ao que sabemos), adquirido. As matilhas continuam a vaguear pela cidade!

    Bem hajam…

    • Esperava-se que tivessem um pouco de compaixão e respeito por estes animais . Acabam por morrer todos em grande sofrimento. Não fazem nada!!!! Uma vergonha! Demitam- se

  2. E o concelho que está a definhar e a agonizar, tal como os animais deixados ao abandono, ninguém se revolta? ninguém faz nada? ninguém exige ação daquelas 7 que estão à mesa do orçamento?
    Uma vergonha
    Demitam-se.

  3. Breve será um que está no vale da Embra, do lado esquerdo quando se sobe em direção a Leiria. Esse ainda está em pé, mas é só “pele e osso”.

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