AMCruzPSD

Como é evidente todos os que aqui escrevemos gostam de política. Saber ser-se politico é essencial e estar na politica para a manutenção da democracia tal como a conhecemos. Naturalmente que o ‘parlamento’ local não é sitio onde se ouvem grande intervenções nem mesmo onde os eleitos mostram ser as pessoas mais eloquentes. Muitos dos que por ali andam fazem o que podem e o que sabem. Uns remetem-se ao silêncio e estão ali apenas para fazer número, não se percebendo muito bem qual o seu papel nem para que quiserem fazer parte da lista do seu partido se nada têm contribuído para o desenvolvimento do concelho. Há, no entanto, um deputado que se destaca. O PSD tem sido representado por um deputado que não conseguimos ainda perceber se o que faz é por inocência e ingenuidade ou por ignorância. Aquele partido vai de um extremo ao outro, num dos extremos com uma deputada que até fala bem para chegar ao outro onde temos quem não conseguimos perceber o que está ali a fazer. Quase parece que saiu de um qualquer local, vindo propositadamente para divertir todos aqueles que assistem às reuniões da assembleia. Na ultima assembleia, e sua continuação, o Cruz deu mais uma vez espectáculo. Bem sabemos que o PSD não pode agora retirá-lo, mas fica sem se perceber porque insistem em manter um tão fraco representante dos que votaram no partido. Será que se revêem naquela forma de representação? Será que os eleitores merecem ser representados assim? Como é óbvio, nem todos nascem para a política, mas neste caso parece que estamos perante um nado-morto!


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5 comentários

  1. Uma triste figura a deste senhor. É motivo de chacota porque só diz barbaridades e coisas sem nexo. O senhor estará bem da cabeça? Coitado. O PSD devia ter vergonha e arranjar quem o o substituísse. É degradante e mete dó. Margarida Lopes, por favor, resolve isto.

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  2. Ao longo dos anos e dos varios mandatos, quer na Câmara, quer no Núcleo da Liga dos Combatentes tem sido este tipo de actuação, pede para fakar, fala, fala, e depois risos, o que é que ele disse ?

  3. RESPOSTA ÁS PROVOCAÇÕES: – Vocês os responsáveis do largo, irritam um santo: Andam de obstipação e isso atrofia-lhes a cabeça com verborreia. porque sou vosso amigo lá vai de forma informal, e na expectativa que me ofereçam a porta em vez da janela, obrigado.
    – Na ultima assembleia municipal tratou-se: 1 – Aprovar a prestação de contas, elogiei o trabalho e só lamentei o facto de as mesmas não referir ao que se devia ter gasto com a construção do equipamentos de que o concelho carece. 2- A suspensão parcial do PDM com a implementação das respectivas medidas preventivas impõe condicionantes. Os factos consumados, nesta fase beneficiam a empresa e consequentemente o concelho. A resolução que a câmara tomou, pode evitar perdas de mandatos e exonerações com uma sempre possível auditoria inspectiva em que a caducidade dos actos prevalece. 3 – Revisão doc. previsionais; A intervenção advêm de politicas entendível por nós e por quem lidera a câmara. Já a outra oposição tem dificuldade e não tem que entender por questão politica. 4 – Assunção de compromissos com o fornecimento da alimentação para as escolas, também aqui os da calhandrice ignoram como se condicionam os alimentos, que tipo de descartáveis, armazenamento, preparo e distribuição nos locais de consumo, logística, supervisão. Porque os pais tem que pagar a água que os filhos bebem. Se escarrapacharem em acta depois observem. 5- Compromissos para a revisão do PDM; Sabem que a empresa declinou continuar com os trabalhos? Se tivessem acompanhado a elaboração de um plano com equipas constituídas pela própria câmara e outra câmara que contrata empresas ou empresa que mais vantagens fornecesse, melhor perceberiam as intenções do marasmo que ainda permanece quer o plano quer o desenvolvimento do concelho, urbanístico, estético, quando a entidade promotora deve saber trabalhar com uma CCROT. e esta por sua vez lidera as entidades; Agências, Administrações, Autoridades, Direcções, Infra-estruturas, Institutos uns vocacionados para planos urbanos outros p planos rurais, melhor perceberiam quem tem os responsáveis por um concelho parado com tamanhos pergaminhos. 6- Para compromissos de REN e RAN, que obedece a regimes Jurídicos iguais mas diferenciados; é primordial ter que lidar com 13 entidades que ignoram um concelho que não tem um cadastro particulares e secretos e laborado ao sabor…, interesses protegidos veja-se os nichos existentes e proposta de ocupação, veja-se a harmonia dos lugares sem planos de urbanização e sem propostas planeadas para arranjos paisagísticos a embelezar os espaços onde as pessoas passam e convivem, os pareceres entrados na câmara de alterações de limites periféricos ainda em gaveta. 7- imaginem um concelho municipal de segurança – foi proposto na assembleia de freguesia e parece que está a fazer lei, quando existe um plano municipal de emergência de p. c. que parece que não funcionou no dia 17 de Outubro 2017 ou pelo menos não foi preciso, ainda bem pois a presidente da junta também andava numa correria infernal a percorrer tudo com autoridade mas que não estava no posto com quem de direito. Um deputado que o apresentou a proposta e que faltou, talvez convidado a faltar por tal tamanho incongruência. 8- Actividades da nossa câmara – pois, Estamos no segundo mandato com novos grupos de forças politicas de oposição a compor a maioria no colectivo câmara. Dois mandatos passados e mais 2 anos passados do segundo mandato, era expectável que a população em geral se regozijasse, e o concelho reflorescesse com uma liderança e equipa a exercer com grande orgulho e uma grande honra com uma oposição de políticos a envolverem-se numa estratégia a construir e merecer a confiança do nosso concelho. Os homens e mulheres e jovens do nosso concelho que, desde o primeiro momento do surgimento dos novos grupos, políticos que apoiaram e deram a sua força e a sua confiança para ajudar levar por diante, o que a autarquia implementasse projectos de desenvolvimento, focado no bem-estar dos cidadãos, sem terem percebido as atribuições do município a contribuir para promoção e salvaguarda dos interesses próprios das respectivas populações, articulando com as freguesias o espaço rural que caracteriza a diversidade da paisagem. joão e. cuz

  4. Caríssimo Sr. João E. Cruz,
    Apreciei particularmente esta parte do seu comentário: “Vocês os responsáveis do largo, irritam um santo: Andam de obstipação e isso atrofia-lhes a cabeça com verborreia.” Sinceramente, não me leve a mal, o restante pareceu-me desinteressante!
    Respeitosos cumprimentos,

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