CMMG

Assistimos ontem às marchas, com muita tristeza. E desta vez, veja bem como é que é possível dizer isto, a culpa não é da câmara. Se para um evento realizado recentemente de envergadura nacional foi a dificuldade que foi para darem 1.000€, neste caso são dados milhares de euros, fechadas estradas, montadas bancadas, para tentar manter viva uma iniciativa que está muito moribunda. Até os próprios marchantes parece estarem lá sem vontade, limitando-se a andar sem alegria sem vontade, numa sensação de sacrifício e obrigação. Parece-me que tudo se deve a uma associação que alegadamente teria como missão representar as associações da Marinha Grande e uni-las em torno de eventos comuns como é o caso das marchas, que foi aliás uma das principais razões da criação da ACAMG. E pior que isso deve-se a uma pessoa, o seu presidente, que tem uma posição de braço de ferro com a Câmara que em nada se enquadra no que deve ser a posição da associação. As posições que tem tomado como presidente da sua associação, decidindo não estar presente nas festas da cidade, as palavras fora do contexto no programa Preço Certo, o braço de ferro sobre as marchas, mostram que não é um digno representante do associativismo.


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8 comentários

  1. Bem dito…
    Um culpado…o Presidente da ACAMG!! Mas há um representante de uma outra colectividade que parece ser igual ao Presidente da ACAMG.
    E para quem não sabe, este ano a organização das marchas está em nome de uma associação e não em nome da ACAMG

    • É verdade o nome da associação que concorreu à realização às Marchas é Clube Recreativo Amieirinhense e por acaso é presidido pkr uma senhora

  2. Mas quem organizou as marchinhas deste ano?
    Quanto custou aos marinhenses aquele conjunto de caminhantes a ocuparem a avenida?
    As figuras ridículas dos políticos caseiros, que vi em alguns vídeos, foram de bradar aos céus! A presidente da junta, como madrinha, sabe desfilar, sem dúvida, está a destoar de todas as outras pessoas, desde logo do seu par, que parecia que andava a pisar uvas! Mas será que os políticos deviam ser padrinhos destas coisas? Não lhes fica bem.
    Enfim. Esta terra teima em estar presa as estas palermices.

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  3. Antes de sermos autarcas fomos os iniciadores das marchas!? Porquê não somos livres para abraçar este projeto com unhas e dentes, não sei a quem responde, mas digo- lhe que o senhor é um frustado da sociedade.

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