Festas

As festas aí estão e, como se pode ver, estão a ter grande adesão. As colectividades, com todos os seus voluntários, estão de parabéns assim como o está a empresa que vendeu as festas ao município e que conseguiu em quatro dias montar tudo o que se vê. É deveras espantoso! No modelo que o ex-vereador desenhou, a quem se deve agradecer a iniciativa, a afluência às festas tem, a nosso ver, duas explicações. Ajudado pelo bom tempo e calor que se está a sentir, é a oportunidade que muitos têm de ver amigos e de terem um local de encontro. Mas há uma outra explicação que nos parece justificar a tanta afluência. No concelho vivemos num deserto cultural. Os espectáculos que se realizam ao longo do ano são apenas para alguns. Quem aqui vive anseia por mais e isso foi visível quando aqui se gravou o Preço Certo e é visível agora. A falta de oportunidades que todos que aqui vivem têm de estar perto de artistas conhecidos e de terem um local e motivo para sair à noite faz com que, sem que há uma oportunidade, aproveitem ao máximo. A autarquia deveria daqui tirar algumas conclusões e aproveitar para começar a dar a todos os munícipes a oportunidade que dá aos poucos que conseguem ir à Casa da Cultura. Num deserto como aquele que aqui vivemos, as festas são o copo de água que ajuda a saciar a sede que aqui se vive o ano todo.


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26 comentários

      • Pois mas todos nós para podermos dar opiniões termos de ter as nossas mas neste caso( Largo das Calhandrices) não se conhecem, já não há pachorra

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      • Caro Anónimo. Não sabemos o que os senhores do MpM pensam sobre o assunto. Quanto a nós, quando usa um fato de um qualquer costureiro, que até lhe possa ficar bem, quem merece os elogios? Quem o usa ou quem o fez? Aqui é igual. A câmara comprou um serviço. Quem merece os parabéns é quem o realizou. Não esqueça que o serviço esteve quase para não ser prestado graças aos atrasos da autarquia. Por isso, não, a câmara não merece os parabéns. Se assim fosse também eram os modelos quem deveria receber os elogios e não os estilistas!

  1. Não se conhecem?! Quase todos os dias damos a nossa opinião. A diferença é que não nos contentamos com pouco, mas somente com o excelente, o que não é o caso de todos os que aqui vivem. Não levará a mal, mas se não tem pachorra, é simples, não nos leia.

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  2. Estou 100% de acordo que haja alguém que veja o estado em que está o nosso concelho m e acima de tudo que divulgue .

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  3. Concordo plenamente com o Largo. Andamos todos cheios de sede. Um copo que nos dura 3 dias não chega para saciar a vontade de beber nos outros 360.

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    • Sinceramente, penso que com esta observação não deve de viver no concelho. Pergunto, qual a oferta cultural que existe no Concelho da marinha Grande? Três de festa será suficiente!!! Serão apenas estas festas que nos tiram do marasmo cultural existente?

  4. Parece-me que mais uma vez há muita gente a querer que se junte alhos com bugalhos.
    É óbvio que as festas são um sucesso. Sempre foram e sempre hão-de ser. Uns dias melhores outros piores.
    Mas com tanta coletividade a participar, com empenho, com tanto “bairrismo” saudável, é impossível que não resultem. No primeiro ano, se não me falha a memória, até resultaram com chuva e com o leque de artistas mais pobre que já tivemos.
    É óbvio que todos nós ansiamos por esta oportunidade em junho para irmos petiscar e beber uns copos com os amigos, levar a criançada para brincarem com os amigos e esquecer por umas horas o stress do dia a dia, ainda para mais quando o tempo puxa por isso.
    Mas não se pense que quem criticou a forma como o processo da organização e contratação das festas foi conduzido, desejou, deseja ou alguma vez desejará que as festas não corram bem ou não sejam um sucesso, ou não aconteçam quando estão programadas.
    Não acredito que quem quer que tenha expressado a sua opinião negativa pela forma como tudo se passou antes da festa, e com toda a razão para isso, quisesse que as festas não acontecessem. Essa conclusão só pode vir de mentes perversas que não desejam mais do que manipular a opinião pública que está a vivenciar este clima de sucesso, para levar a que todos apaguem tudo o que se passou até 30 de maio.
    As festas aconteceram, e são mais uma vez um sucesso para satisfação de todos, mas não se está a criticar o sucesso.
    Criticou-se e critica-se a leviandade e a irresponsabilidade com que decorreu todo o processo de contratação, a forma atabalhoada e irresponsável como tudo foi feito.
    Afinal, todos nós corremos o risco de não haver festas este ano!
    Ainda bem que houve, mas falta saber como como é que realmente se fez este milagre, questão que deve ser apurada DEPOIS DAS FESTAS.
    O facto de todos termos lá ido e contribuído para o sucesso das festas não pode servir de desculpa para o que é indesculpável.
    A juntar às suspeitas que foram levantadas de que pode haver algum tipo de fraude ou irregularidade por trás de tudo isto, não pode deixar ninguém indiferente. Afinal é dinheiro de todos os contribuintes, marinhenses incluídos, e creio que todos nós queremos que seja justamente gerido. Eu gostaria que fosse apurado se houve ou não houve irregularidades. Vocês não gostariam?
    E é isto que se critica. Não o resultado.
    Teria sido desastroso para todos nós se a coisa não tivesse corrido bem, e é por isso que todos nós devemos refletir sobre tudo o que aconteceu, DEPOIS DAS FESTAS, e não devemos agora pensar que, lá porque correu bem, devemos passar uma borracha, porque tudo foi desculpado, porque foi um sucesso.
    O Matias Damásio, o pessoal das coletividades os artistas locais e todos vós somos os verdadeiros responsáveis pelo sucesso das festas, e partilha-mo-lo com a câmara, que não se portou nem esteve bem.
    Por fim, EU NÃO SOU DO MPM, e por acaso, até voto, normalmente, PS, mas nada do que escrevo e penso tem a ver com partidos ou afinidades partidárias ou políticas. Não queiram também misturar as cebolas aos alhos e bugalhos.
    É por tentarem sempre estas misturadas que as pessoas se fartam e afastam cada vez mais da política e dos políticos. Parem de politizar a opinião das pessoas, e vocês que andam metidos dentro dos partidos, escutem, e olhem bem para o que andam a fazer.
    E agora vou para a festa.

    • Fico perplexo por não ver assinado um texto que está bem escrito, que não ofende ninguém.
      Quando se usa o anonimato, não adianta afirmar que não é deste ou daquele partido e que até vota PS.
      Se todos assumisse-mos, frontalmente aquilo que dizemos e escrevemos, certamente não apareceriam por aqui textos que só envergonhariam o seu autor.

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      • Plenamente de acordo contigo, Armando Constâncio e satisfeita por voltar a ver-te por este espaço.
        Tens andado um pouco arredio destas coisas, porquê?
        Os contratos da mudança das conservatórias para o ATRIUM já foram assinados, com pompa e circunstância, como convém nestas coisas. Não vi, da tua parte qualquer comentário, estranho pelo menos.
        Já te esqueceste da ameaça que fizeste de providência cautelar ou já concordas com a solução encontrada para a utilização daquele elefante branco que tanto prejuízo deu ao município e tanta tinta fez correr?

      • Não vejo necessidade de assinar o texto. Ele representa a opinião de muitos anónimos e bastará que se faça ouvir.
        Não tenho qualquer interesse em protagonismos.
        Já o meu voto, sempre foi anónimo, e assim permanecerá. Quem quiser duvidar, duvidará. É com cada um.
        Só espero que o PS na Marinha mude de rumo e de pessoas, e também lhe posso dizer que esta é a opinião de muitos anónimos que votaram como eu.

  5. O MPM teve de morder a língua. O Aurélio disse cobras e lagartos do programa e tentou tramar o executivo, só pedindo mails, quando soube da desistência da primeira empresa. Tá gravado. E agora? Ainda quer os mails?

    • Acho muito estranho estas observações, perfeitamente descabidas.
      Aurélio era dos cidadãos mais felizes pela forma organizada como estava a decorrer a festa da cidade. Sentia-se no seu rosto a expressão de um marinhense orgulhoso da sua terra!

      • Pudera não estar satisfeito e calado com os fatos estranhos da contratação das festas!!!!! a Câmara até deu à sua associação (MpM) um espaço para cobrarem uns cobres e publicitar a sua existência.

      • Falso, muito falso, o ditador aurélio. Sorriso amarelo, foi o que todos lhe viram. Ele que trabalhe em prol do concelho e não seja só “bota abaixo”.

    • Todo o processo da contratação da empresa que organizou as festas deveria de ser esclarecido, com e-mail´s ou sem e-mail´s, tudo isto para o bem da TRANSPARÊNCIA.

  6. Nota-se bem o medo que a Cidália e os seus capangas têm do MPM e em particular do Aurélio.
    Muitos gostariam de ter com eles pessoas da qualidade que se encontram no MPM.
    Trabalhem para justificar o que levam para casa ao fim do ,mês e deixem-se de tretas. A propaganda que estão a fazer é tão divergente das acçóes que toda a gente já os topou.

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