TUMG

Gostaríamos que nos explicassem para tentarmos entender, como é que a TUMG que não tem dinheiro para o “pitrol”, como se costuma dizer em linguagem popular, e se predispõe adquirir uma viatura eléctrica em 2019. Esta viatura tem um custo de 256.000 euros (tinha à data em que publicaram o documento), enquanto que a viatura convencional tem um custo de 67.000 euros.(ver quadro) A viatura dita “limpa” é comparticipada pelo governo central em 160.000 euros, cabendo à TUMG (quer dizer, aos marinhenses), 95.000 euros.

Será uma boa opção? Num período de enormíssima indefinição… nos transportes colectivos decorrem ensaios com autocarros com  pilha de combustível, de hidrogénio e já existem com óptimos resultados a <b>gás natural</b> . Se a ideia é “agradar ao primeiro ministro”, pensamos que sim (mas não concordamos). <b>O governo “manda comprar veículos ecológicos” de modo a baixar as emissões de carbono</b>, quando ao <b>mesmo tempo encomenda comboios a DIESEL </b>.

Enquanto isso as colectividades, associações e clubes do concelho debatem-se com inúmeras dificuldades nos transportes, de atletas etc, quer para os treinos quer para jogos, actuações, etc. . O papel da câmara não seria apoiar a compra de viaturas e, ou assegurar os transportes?
É preciso gerir bem o dinheiro público… pois é bastante fácil gastar o que não é nosso…muito mais!


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