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A existência ou não de regras na atribuição dos apoios a clubes e colectividades tem sido um dos assuntos que tem levado a que uma das forças eleitas tenha, desde o anterior mandato, optado sempre pela abstenção. Não vamos falar do que pensamos sobre a sua posição porque já antes o fizemos. Ao longo dos seis anos que já passaram desde que esse assunto começou a ser mais falado, o executivo permanente assumiu sempre uma posição de assobiar para o lado, como se tudo estivesse bem. A discricionaridade que tem existido tem permitido que os que decidem façam aquilo que querem escudados numa comissão que avalia as candidaturas muito sem se perceber porque é que algumas situações têm um certo apoio enquanto outras não o têm. O PS tem convivido bem com essa situação até porque a discricionaridade é uma forma de poder. Agora pode ler-se uma das vozes que consideramos mais sensatas no seio do partido, apesar de ter assumido muitas vezes, por força da posição que ocupou, as dores de quem estava no poder, assumir uma posição critica sobre a ausência de regras. O ex-presidente da Assembleia municipal diz que “se continuarmos a fazer como temos feito, sem regras, gastando dinheiro avulso, onde todos pedem, porque todos se julgam no direito de pedir, então os resultados continuarão a ser o que são, com tendência a diminuir porque os mais entusiastas vão perdendo o entusiasmo e as modalidades que hoje ainda vão tendo algum relevo no Concelho, mais dia menos dia, vão deixando de o ter“. Poderá dizer-se que vem dar razão aos que se queixam da ausência do mais elementar: as regras. Claro que se pode extrair do que o ex-presidente disse algo mais. Percebe-se que ele se queixa da ausência de uma politica para o desporto, o que leva a que não se sinta a necessidade de criar regras definidas porque não havendo politica desportiva, as regras são dispensáveis e poderão manter-se com critérios aleatórios como se tem verificado existir. No texto percebe-se que ele, ainda que de forma suave, dá um puxão de orelhas ao que tem sido a incapacidade de fazerem algo necessário e de se manterem agarrados a uma discricionaridade que cria injustiças.


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8 comentários

  1. À muito que se reclama o referido criterio para atribuição de subsídios e será muito importante que seja criado o mesmo.
    SUGIRO UMA CORRECÇÃO: Uma das forças eleitas não se absteve sempre. pelo menos em relação a uma associação VOTOU CONTRA a atribuição de subsídio.

  2. O Telmo está alinhado com o Aurélio e com a Alexandra e com a Lara e com a Mêlina! Basta ver as reuniões de Câmara para perceber que as únicas que não querem ver o óbvio são a Cidalia e a Celia.

  3. Um dos históricos do PS da Marinha Grande, referência moral e cívica, referência como empresário de sucesso do concelho, Presidente da A.M. em dois mandatos consecutivos, TELMO FERRAZ, distancia-se, com justas e fundadas críticas, da ação desastrosa deste executivo municipal, liderado por uma inútil de nome Cidália Ferreira.

  4. A Cidália só não desilude, militantes acéfalos e quem mendiga migalhas do erário público, lugares ou favores.
    Quem não precisa da câmara para nada, nem os pode ver à frente. Nulidades!

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