CMMG

Com as eleições à porta, se bem que ninguém se interessa por elas já que poucos saberão qual a utilidade que os eleitos têm a não ser para receber os chorudos salários, já se vêm os cartazes a apelar ao voto. Já se sabe que muitos vão ficar até às próximas eleições. A câmara não consegue controlar essa parte, uma vez que é um direito dos partidos, mas também não consegue controlar a publicidade que se vai fazendo um pouco por todo o lado, estragando os locais onde se lembram de colocar os cartazes. A falta de civismo dos que promovem eventos vê-se na escolha que fazem para fazerem a divulgação. A câmara bem que poderia criar um regulamento que fosse cumprido e que penalizasse as entidades promotoras de eventos que são divulgados em espaços públicos e que danifiquem o que é de todos. Mas claro que pedir-se mais um regulamento é como pedir os números do euromilhões, não se consegue nada. A câmara é incapaz de por os juristas a trabalhar e a senhora que veio de Óbidos não mostrou ainda que mereça o salário. Mas adiante. Claro que a câmara é também relapsa nessas matérias. Uma autarquia bem gerida, com departamentos a funcionar bem faria com que a publicidade referente a um qualquer evento ou espectáculo fosse removida imediatamente após ele ter lugar. Isso seria competência. Mas não, deixam tudo correr como se fazer hoje ou fazer amanhã fosse igual. Ali, bem ao lado do gabinete da Cidália, está ainda o cartaz para o que já aconteceu. Será para que não nos esqueçamos que o acesso à casa da Cultura é ainda só para alguns?


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