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Foi interessante ouvir a Célia referir-se a este espaço como “o tal sitio” depois de a Alexandra ter referido que teve conhecimento do que se passou com o concurso das festas por aquilo que escrevemos. A Célia parece ter alergia a poder dizer o nome do “tal sitio” apesar de saber que logo pela manhã escrevemos sobre o que se passava e que escrevemos mesmo antes de ela ter conhecimento. Será que a vereadora tem vergonha de dizer o nosso nome ou será que se sente incomodada por aquilo que se escreve? Senhora vereadora Célia, o tal sitio tem nome e, goste ou não, ainda estamos vivos e com saúde.


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12 comentários

  1. Curioso… Dra. Célia, se faz favor!
    Aqui na terra, qualquer licenciado, passa a Dr.
    Sabe que, aqui na câmara, tratamo-nos uns aos outros, por doutores. Somos todos, muy importantes!

    • Caro Anónimo. 🙂 No dia em que nos cartões de identidade vier um qualquer prefixo, passaremos a fazer isso. Até lá usamos o nome que os pais deram 🙂 .

  2. Que mais dizer desta Sra vereadora e não Dra,…..que mente, já algumas colectividades o disseram, que tem dificuldades no desempenho do seu papel……está à vista de todos. Pena é termos de aguentar ainda tanto tempo, começo é a ter dificuldades em saber como conseguir RESGATAR o município da marinha Grande do fundo do poço.

  3. O grave das afirmações da Drª Célia foi a revelação das ilegalidades cometidas nas contratações de serviços para a realização das festas da cidade.
    Para o mesmo fim – as festas da cidade – a Drª Célia afirmou que a Câmara fez um concurso público (pelo que se constata à medida de alguém) e depois um ajuste directo. Temos assim um concurso publico + um ajuste direto, chama-se a isto fraccionamento de despesa que a lei expressamente proíbe.
    Isto foi dito e repetido na reunião da Câmara sem que nenhum membro da oposição questionasse a legalidade destes procedimentos.
    Neste momento não restam dúvidas que toda a Câmara (Presidente e 6 Vereadores) concordam com a ilegalidade cometida.

  4. Dizem as regras dos concursos públicos que, havendo desistência da empresa que ganhou o concurso, a adjudicação é feita ao segundo concorrente. Não há ajuste direto. E a despesa é a mesma. Não há ilegalidade.

    • Sr. Araújo não distorça a questão nem as afirmações da Drª Célia, se tem dúvidas reveja a gravação da reunião.
      Foi afirmado – o concurso público foi ganho por uma empresa de Vila Franca que não tinha qualquer experiência de eventos em Portugal, que não entregou os documentos nem a caução acabando por desistir, por pressão da Drª Célia.
      Para o mesmo fim foi feito um ajuste direto para a contratação de artistas locais a uma outra empresa ou pessoa.

  5. A reunião de câmara de ontem foi uma das mais lamentáveis que se realizou nos últimos tempos, por várias razões, mas para já, uma, e mais uma vez, as Festas da Cidade.
    Não só foram admitidas pela Célia, à boca cheia, ilegalidades na contratação (concurso público, onde estão os meios e os artistas nacionais para as festas + sjuste direto para os artistas locais), como a oposição, nem sequer fazendo referência ou oposição ao evidente fracionamento da despesa, alinha com esta trapalhada toda e encolhe os ombros.
    Não quer saber.
    Mais. A Alexandra não quer falar sequer sobre “o que se diz por aí”, porque que nem quer acreditar no que se diz por aí, e passa á frente.
    “O que se diz por aí”, é grave, e eu acho que é precisamente com o que se diz por aí, que o executivo deve ser confrontado e questionado.
    Perante as respostas, ou mesmo perante o que se diz e todas as suspeitas que pairam sobre as festas, esperava-se que a oposição tomasse uma decisão digna de quem foi eleito para salvaguardar os interesses dos munícipes que neles votaram e da população em geral. Mas não.
    Esperneiam e gritam um bocadinho e pronto.
    É DA GESTÃO DE DINHEIRO PÚBLICO QUE ESTAMOS A FALAR, QUE NOS CUSTA A TODOS PAGAR!

  6. Há provas concretas de ilegalidade? Onde? É que se não há, o que se diz por aí não passa disso! E a oposição nada pode fazer….

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