CMMGMercado

Infelizmente e uma vez mais, trazemos o tema MERCADO à liça. É um tema em que os marinhenses já nem querem ouvir. Já cheira mal! Só não sabemos, se a bafio se a podre. Sabemos, isso sim que não “ata nem desata”! A câmara hesita…arrepia caminho, enfim não sabe o que fazer. É a câmara do faz de conta. Uma câmara sem ambição!

Será necessário recuarmos muitas décadas para encontrar um executivo tão sem falta de ideias, tão sem capacidade de execução e tão altivo!

Também sabemos que alguns (por ex. Armando Constâncio), dão prevalência ao local em que chegou a ser construído, ou seja, o ATRIUM. Outros (por ex. nós próprios), não vêm tal espaço como ideal para instalação do mercado! Mas, implantar um mercado numa ZONA DESPORTIVA também não faz qualquer sentido! Seria criminosa essa construção de que se iriam arrepender certamente, mais tarde!

Já aqui deixamos ideias, exemplos, que nos parecem, não inovadores porque já existem semelhantes, mas algo que pensamos que “casava” bem com a realidade da cidade.

Recentemente tivemos oportunidade de visitar outro mercado, desta feita na cidade de Setubal. Pelas fotos podem observar a limpeza, a organização, funcionalidade e beleza de todo o espaço.  

Para além da área das bancas dos produtos hortícolas, das frutas e vegetais, peixe, frutos secos, queijos e lacticínios etc., etc., etc., podia (e devia), ter lojas que poderiam estar abertas todo o dia tais como, floristas, artigos para animais, quem sabe até um veterinário, sapateiro, chaveiro, livraria (se nos lembrarmos, houve uma livraria que se instalou no Atrium por causa da instalação do mercado neste edifício), ou seja uma infinidade de lojas! Para além de uma área de restauração que poderia passar por petiscos, “fast-food”, etc.

E porque não um “Centro Cívico?

Como sabemos (pelo menos os que assistem às reuniões de câmara), vemos repetidamente as associações a solicitarem espaços para se instalarem. Seria também uma oportunidade.

Assim, continuamos a defender a construção do mercado nas recentemente adquiridas instalações da antiga fábrica STEPHENS. Não conhecemos qualquer destino pensado pela autarquia para aquele espaço. Talvez, mas para além disto, poder-se-ia incluir uma área destinada ao museu da indústria do vidro.

Quanto ao nome, chamem-lhe o que quiserem…


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5 comentários

  1. Deviam era convidar todos os munícipes, interessados e alguns especialistas a participar num fórum, virtual e presencial, para apresentação e discussão de ideias para o que fazer com o espaço da FEIS. Há certamente por aí muita gente viajada e informada, com diferentes vivências, formações e pontos de vista, com ideias, que fazia sentido ouvir.
    Um executivo consensual, ponderado e genuinamente interessado no bem estar da população não devia tomar qualquer decisão sem promover um amplo debate público sobre o que fazer com aquele espaço, e PORQUÊ e PARA QUÊ implementar cada uma das propostas.
    A FEIS não é um espaço qualquer. É o coração da cidade, e tem muito património associado e enterrado que tem de ser estudado e conservado. Um programa bem pensado pode inverter para sempre a tendência de morte do centro da cidade.

  2. Infelizmente, a Marinha Grande é uma cidade sem estratégia, sem ambição, e sem planos para o futuro.
    A Marinha necessita de ser projectada, e pensada a 30 anos. Que cidade queremos ter em 2050?
    Esse futuro, tem de ser projectado agora!
    Estamos ainda a discutir problemas, que deveriam ter deixado de o ser há 20 anos atrás!
    Estamos a cometer erros, atrás de erros…
    Não se espere, que haja qualquer capacidade de apontar essa estratégia, por parte de pessoas já desfasadas no tempo.
    A semana passada, a arquitecta marinhense Ana Bonifácio, numa conferência da AMA, apontou brilhantemente, as linhas orientadoras a essa discussão. O futuro da Marinha Grande, na sua perspectiva uma “bela adormecida”, que é preciso acordar!
    Nem mais! É preciso “acordar” e reunir, quem possa pensar e definir um plano para a Marinha 2050.

  3. Eu estive lá, e de facto, é outra classe!
    Dá gozo, ouvir gente jovem a pensar estruturadamente, com senso e sensibilidade! A olhar o futuro, a mostrar alento, a apontar soluções, a fazer-nos pensar!
    Falta desta força à Marinha Grande!
    Chega de velhos, atrasados, frustrados, aprisionados no antigamente. Às voltas com problemas, que já não o são…
    Sem visão, sem ambição, sem estratégia, letárgicos… Mas pior, julgando-se a solução, quando mais não são que o verdadeiro problema! Este executivo, este PS, perdoem-me, é um cancro, que está a matar a Marinha Grande!
    Infelizmente, exportamos o melhor, e importamos o que não querem os outros.
    Tudo sacrificado, tudo hipotecado. Um futuro, sem qualquer vislumbre!?
    Será mesmo isto que os Marinhenses querem?
    Eu não!
    Ousar pensar a Marinha… Parabéns à AMM!

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