CMMG

É evidente que há mais do que uma ideia para o que fazer com as instalações da antiga FEIS agora que é da câmara. Não se sabe ainda quais as ideias exactas que cada um dos eleitos tem, sabendo-se apenas que foi afirmado que o que quer que ali fosse feito iria ser submetido a discussão. Ontem ficou-se a saber que a Cidália etá já em contacto com o IPL para ali poder ser colocado um polo universitário. Não se conhecem mais detalhes, mas parece-nos que poderá estar já avançar mais do que o que deveria face ao compromisso de submeter o assunto a discussão. Veremos o que dali sai. Não cremos que possam avançar para uma consulta popular e, se a discussão avançar mesmo, ela será para que se possa escolher entre as hipóteses que os eleitos (ou alguns) possam pensar. Deixamos, por isso, a questão: qual o destino que acha que deveria ser dado às antigas instalações da FEIS?


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10 comentários

  1. O que a Cidália propôs ao IPL é transformar as antigas instalações da FEIS em residências para estudantes, isso até já foi publicado no Diário da República a par de outra residência para estudantes na antiga albergaria Nobre.
    Para quê andar a enganar-nos e não assumir mais uma asneira de lesa património.

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  2. Se for verdade que a Cidália já se adiantou e quer fazer residências para estudantes na FEIS, quero ver como se sentirá a Oposição!
    E se Oposição votar contra? Esta Cidália tem mesmo a mania que manda sozinha…

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  3. A Marinha Grande tem uma oportunidade histórica de poder ficar com um espaço central de inveja a qualquer local deste país e não só. Aquele espaço tem de ter ligação ao espaço já existente do Museu e da Biblioteca. O projecto tem de incluir todo aquele “quarteirão”.
    Honestamente não sei se não tiraria volumetria ao que lá existe. Faria um concurso de ideias. Tem ser algo arrojado a nível arquitectónico. Tem de ser algo que atraia turismo.
    Não me falem em piscinas, nem em serviços camarários nem em mercados.
    Museu da Indústria? Um museu do vidro digno disso, quiçá nacional?
    Polo Universitário? Parece-me pequeno para um campus universitário.
    Adjudicam tanto estudo que mais um menos um não se perdia nada. Mas não é às empresas do regime.
    É uma hipótese da Marinha Grande se afirmar, de deixar algo para o futuro.
    Só me vem à cabeça algo estilo “Museu Guggenheim”. Marinha não tem “um castelo”, “um mosteiro”, é uma cidade recente, tem de se virar para o futuro, sem esquecer o seu passado, floresta, vidro, moldes. Deixar a sua marca.
    Marinhenses, pensem alto, mas muito alto. Isto é matéria para concurso internacional.
    Não faltam exemplos de obras arquitectónicas brutais por essa Europa fora.

  4. Caro(a) NF
    Infelizmente, pensar no futuro, é coisa que estes senhores autarcas (anteriores incluídos) nunca fizeram!
    Falta viajarem… Olhar, observar, absorver!
    O que está a dizer, é o necessário… E tem de acontecer!
    Temos autarcas de 60 anos, que pensam como senhores de 80. Ocupados a resolver, os seus já não problemas… Problemas com 30 anos, que não o são para as gerações jovens!!!
    Um autarca, tem o dever de olhar ao futuro.
    Sustentabilidade, inovação, estratégia, Habitar, Viver, eficiência energética, mobilidade elétrica… São conceitos do futuro, da juventude! São os problemas do agora, do ontem!!!
    Autarcas da Marinha Grande, sois uns básicos. Atrasados no tempo. São empecilhos ao futuro desta cidade. Vocês estão a anos-luz, do pensamento e capacidade, de qualquer empreendedor, do outro lado da linha do comboio. Os senhores, nem uma mercearia de bairro, saberiam gerir… Esta é a realidade, nua e crua!
    Apontar o futuro, e criar condições para termos uma cidade do futuro, NÃO ESTÁ SEQUER, AO ALCANCE DA VOSSA IMAGINAÇÃO!

    Eu, subscrevo inteiramente, o que refere NF. Mas, ainda vou mais longe.
    A Marinha precisa crescer em altura, e não, no plano horizontal. Não é sustentável, NÃO É O FUTURO!
    Precisamos de um visionário. Alguém ousado. QUE OUSE COLOCAR A MARINHA GRANDE NO MAPA!
    … E não é com as festas da cidade!
    Aquele (todo o quarteirão) não é espaço para ser pensado por gente básica, desprovida de ideias, gente fora do tempo!
    O coração da Marinha Grande, tem de ser pensado por pessoas habilitadas, visionária, capazes de olhar a 100 anos.
    Aquele espaço, tem de ser a montra da cidade. Tem de ser referência regional, nacional, internacional! O pólo de atração a cidades vizinhas.
    Não é admissível, fazer o que quer que seja, sem um concurso de ideias.
    D. Cidália, residências para estudantes!?!? Tenha dó!!!
    Peço-lhe, não diga, nem faça mais disparates.

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