Mais uma!

CuriosoAurélio, FEIS3 Comentários


Depois de sabermos que o Caetano quer usar a Feis para ali colocar serviços camarários, é a vez de surgir o Aurélio com a ideia de dar um uso àquele espaço. Longe da ideia que pareceu defender durante a campanha, junta-se àqueles que acham que devemos ter mais um museu. Depois de afirmar que devemos olhar para o futuro e pensar em grande, vira-se para o passado! Ideias não faltam e cada um poderá ter a sua. Parece-nos, no entanto, que também esta não é aquela que escolheríamos. De certo modo o Aurélio parece querer ir ao encontro de alguns elementos do PS querem fazer, quiçá com o objectivo de conseguir-se aproximar daquele grupo de militantes descontentes com a governação PS. Vamos ter assim ideias para todos os gostos e continua a não se compreender porque motivo não é aberto o tema à população. Claro que já percebemos que não é fácil obterem-se contributos construtivos quando se pede ajuda aos eleitores, mas essa foi uma das promessas que a Cidália fez e é estranho que todos já estejam com ideias e estejam, como diz a Elvira, a condicionar a discussão com ideias já trabalhadas. Claro que não esperavamos que pudessem avançar com um referendo sobre o tema, mas não nos parece que o assunto deva ser discutido como se cada um pudesse lançar um bitaite por semana sem que antes, entre todos os eleitos, se entendam quanto à possivels utilizações a dar. Uma coisa é certa, se a cidade está sem movimento, sem dinamismo, não nos parece que apostar em museus seja a solução para aquele local.


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3 Comentário em “Mais uma!”

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    Não li nada a que se refere o curioso.
    Mas se acha que um museu é virado para o passado e não atrai pessoas é porque só conhece aquilo a que por cá chamam Museu do vidro. A mostra dos moldes está bem identificada, não passa disso mesmo, mostra umas coisitas?
    Conhecendo algumas das ideias do Aurélio e dos que estão com ele fico descansado porque ele pensa no futuro. Deverá estar a pensar num espaço pedagógico, de ciência, de experimentação e de experiências. Num sítio emblemático como aquele poderia ser uma âncora para atrair visitantes à nossa cidade, divulgar a nossa rica história e dar visibilidade às nossas empresas.
    Se for assim estou com o Aurélio.

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  2. Avatar

    É no Jornal da Marinha desta semana que está um artigo do Aurélio em que ele fala do assunto.
    O que ele escreveu afinal tem a ver com o futuro e vai ainda mais longe do que aquilo que escreveu o anónimo anterior.

    “É tempo de pensarmos o futuro da Marinha Grande, e deixar vincado o riquíssimo legado que herdámos e continuamos a construir. Para isso, devíamos erguer um Museu da Cidade onde contássemos a história da atividade económica, onde juntássemos o vidro, os moldes, os plásticos, a cartonagem, a embalagem, a engenharia, a floresta e toda a atividade de registo no concelho. Adequar o atual museu do vidro, juntando à minimalista coleção visitável da indústria de moldes com o museu da floresta que não sai do papel. Seria um museu vivo, inigualável, de dimensão mundial, que toda a gente quisesse visitar, e onde os marinhenses se orgulhariam dos seus feitos.”

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