CMMG

O melhor é manter os munícipes na ignorância. É impressão ou a senhora vereadora está arrogante, num misto de incompetência e incapacidade de dar resposta? A senhora vereadora não deve estar habituada a transparência, ainda que isso seja algo que dê trabalho.


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15 comentários

    • Caro Papa Grupos. A conclusão que se pode tirar é aquela que se tirou no tempo da outra senhora, quanto mais ignorante se puder manter o povo, mais fácil ele será de dominar. Hoje vêem-se existir ditadores que tentam fazer-se passar por democratas.

  1. Que é que anda a fazer por aí D. Celia, você é mesmo incompetente e prepotente não percebe nada de nada?
    É humanamente impossível calcular o custo da cedência de um palco, da cedência de instalações? Então como é que você calcula o preço da venda do carapau?

  2. Repararam bem no á parte da Presidente enquanto a Vereadora falava – “uma coisa é quererem outra é fazermos” .
    O que é isto num órgão autárquico democrático?
    Estamos perante uma prepotência, arrogância ditatorial com a passividade de uma maioria da oposição.

  3. Muito sinceramente, se isto é a oposição que temos, querem encharcar o município de papéis e papelinhos. Pobre aurelio tão fraquinho. É isto que pretendem?

  4. Como se vê já arranjaram uma desculpa para não fazer. É o Aurélio.
    Basta ver as reuniões da Câmara e quando a oposição pergunta a resposta é que ou não sabem ou vai ser tratado.
    Quando pedem informações nunca enviam (ah! Ah! enviou uma vez e até atirou os óculos para poder obrigar o Aurélio a sublinhar tal facto).
    Cá para mim ainda vão dizer que é o Aurélio que rebenta os tubos da adutora.
    Será que era assim que fazia com os clientes quando estava noutras lides?

    • Quanto custa emprestar um palco para o rancho atuar? Quanto custa emprestar 50 grades para passar uma caravana? Quanto custa emprestar uns vasos de flores ? É isto que é importante? Aurélio vai -te catar.

  5. Na Câmara de Leiria até o transporte e empréstimo de vasos de flores vão a reunião da Câmara com o respetivo custo estimado. Ver ata n.24 de 30 de outubro de 2018, e se se derem ao trabalho de ir pesquisar mais, vão ver que é sempre assim.

  6. E da expulsão da Comeira das Festas? Ninguém fala? De umas normas aprovadas pela câmara que segundo a oposição são ou deviam ser um regulamento? Deviam ser ou não? Qual a eficácia destas normas? Para dentro da câmara ou para fora?
    Qual o procedimento previsto na legislação para se fazer um regulamento ou normas para fora? Foi respeitado?
    Não cabe à assembleia municipal aprovar este tipo de documentos?
    Não tendo nada disto sucedido, não serão as normas nulas?
    Não terá o executivo levado a proposta à câmara sem ter acautelado os procedimentos necessários e sem fundamento legal? A oposição, tendo dado por isso, não devia ter votado contra?
    De quem é responsabilidade por toda esta situação, desde o principio ao fim? Quem são as pessoas por trás deste tipo de processos mal amanhados? Que responsabilidades?
    Quem aprovou já nós sabemos!
    A julgar pelo código do procedimento administrativo e pela lei que prevê as competências da câmara e da assembleia, tudo isto é uma grande trapalhada. Mais uma!
    Basta de tanta trapalhada!

  7. Incompreensível e surreal ao ponto que as questões ou dúvidas possam ser colocadas. Que se verifica erros/lacunas/omissões é simpaticamente aceitável, no entanto considerado grave a incapacidade de dar resposta a solicitações dos vereadores sem pelouro. Não é compreensível que as preocupações dos eleitos se centrem nos custos da cedência de recursos logísticos,assim sendo, o conceito do estado de direito e de responsabilidade social deixaria de ser uma função primordial do estado. Que haja preocupação no equilíbrio de financiamento a instituições desportivas, culturais, sociais e educacionais baseada no princípio de equidade é aceitável mas, contabilizar os custos de uma cedência de palcos, vasos, plantas e outros recursos logísticos, só pelo valor em si revela a incapacidade de criar valor acrescentado à instituição que representam o Município da Marinha Grande e todos os munícipes que constituem o valor real do concelho.

    • Os eleitos não tem de se preocupar com o apuramento de custos das pequenas coisas. É por isso que tem funcionários para o fazer, da mesma forma que os trabalhadores de uma qualquer empresa tem de determinar o custo do produto que fabrica, ou o custo do serviço que presta. No final trata-se de apurar em quanto é que cada entidade é apoiada anualmente, porque tudo se traduz em euros. Neste caso euros que são gastos do dinheiro que pagamos através da cobrança de impostos.
      E não é preciso fazer as contas a cada pedido. Basta determinar o custo por tipo de serviço. A partir daí é matemático. Da mesma forma que alguém apurou o custo do m3 de água, ou o preço de uma fotocópia.
      E não se esqueçam que também seria interessante contabilizar o custo de cedência e utilização de instalações da câmara. Ficaríamos surpreendidos com o valor total que umas associações são beneficiadas em detrimento de outras. O executivo tem de se preocupar é com a redação de um novo regulamento, justo e equitativo, com critérios bem definidos e que há anos se aguarda. Se lá dentro não sabem fazer, mandem-no fazer fora.
      E já agora, não é capricho. É meramente fazer cumprir a lei (parece que o cumprimento da lei incomoda a muita gente).

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