CMMG

Sempre que há reunião de câmara, esperamos que os eleitos que vão estar presentes saibam mais ou menos aquilo que vão discutir. O facto de poderem fazer parte da mesma força política não deveria fazer com que votassem sem saber o que estão a votar. Ontem assistiu-se ao que não esperávamos assistir. A propósito da votação de uma espécie de regulamento para as festas da cidade, o Zé Luís ficou perdido sem saber o que fazer. Não leu aquilo que se estava a discutir e ficou dependente daquilo que foi o sentido de voto da Lara. Percebeu-se que foi ali para fazer número e ocupar o lugar da Alexandra sem que se tivesse dado ao trabalho de preparar a reunião ou saber aquilo que estava a ser discutido. É para isso que se elegem os vereadores?


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6 comentários

  1. A situação política autárquica permanece marcada pelo ambiente anti-PCP, em que sobressai o tratamento dado por certos órgãos da comunicação social, com a discriminação do PCP, com novas mentiras e calúnias anti-comunistas e de promoção de concepções reaccionárias, retomando velhas estratégias, nomeadamente por via das sondagens, tendo em vista penalizar o responsável trabalho desenvolvido pelos autarcas do PCP.
    A propósito da votação do regulamento para as festas da cidade, ao contrário do referido neste órgão da comunicação social reaccionário, o camarada Zé Luís, em reunião de preparação da sessão do executivo, estudou, conjuntamente com a camarada pioneira Lara, o dossiê sobre aquele assunto. Para os menos esclarecidos, o voto contra justifica-se pelo facto inadmissível do regulamento para as festas da cidade não considerar a inclusão de “vodka” e “borch” (sopa nacional da Rússia), naquilo que consideramos uma violação grave dos valores gastronómicos universais.
    O PCP rejeita assim as apreciações difamatórias, vindas de certos órgãos de informação, sem crédito se movem pelo preconceito e o mais primário anticomunismo.

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  2. A cassete dos mesmos fantoches que se dizem vermelhos. É o curioso vibra de felicidade. Pobre de espírito já não enganam ninguém.

  3. Caro Anónimo, imbecil e trauliteiro, já não existem cassetes, faz muito tempo! Charles Darwin, se fosso vivo certamente adoptava o anónimo e fazia de si um “case study”. Agora é tudo em MP3, evolua meu caro.

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