PCP

O PCP a nível locai teve ‘eleições’ há pouco, mas os sinais que dá são os de que nada mudou. Em vez de colocarem numa primeira entrevista uma cara nova, aparece de novo o Zé Luís que se limitou a dizer aquilo que a ‘cartilha’ lhe permite dizer, como que se estivesse a ler aquilo que aprendeu a dizer há muitos anos.. Numa longa entrevista, o líder do PCP local não disse nada de novo. Em quase três páginas de jornal, o que pudemos ler foi exactamente igual ao que já lemos noutras ocasiões. Na longa, mas inócua entrevista, o Zé Luís não conseguiu dizer nada do que pensa para o futuro do concelho que não seja já aquilo que noutras alturas e noutros actos eleitorais não tenha sido dito. Acusa, e bem, a câmara de não ter estratégia, mas não consegue delinear uma. Quase faz lembra os slogans do partido que se limitam a dizer coisas que podem querer dizer muito, mas não concretizam nada. Conseguiu fazer uma entrevista sem dizer o que é o trabalho das suas actuais vereadoras e, acima de tudo, sem conseguir mencionar o nome da Alexandra e do que possa pensar que ela estará a fazer. Deixou claro que nas próximas eleições não irão contar com ela quando faz referência ao facto de terem muitos quadros que poderão discutir as eleições, sabendo-se, como se sabe, que a actual vereadora não faz parte dos quadros do partido. É por isso que o nome da Isabel lhe encheu a boca, deixando claro que o mandato da vereadora está com tempo contado. O mesmo se diga em relação à Lara. Nem uma palavra sobre o que tem sido o seu desempenho na vereação. Ficou claro que o PCP vai manter-se fiel ao que tem sido o seu desempenho e que os que irão mandar no partido irão continuar a ser os mesmos, os mesmos que não têm conseguido ganhar eleições. Irá continuar a ser gerido por quem não conseguiu mostrar estar apto para convencer os eleitores. A leitura da entrevista pode assim resumir-se a uma pura perda de tempo.


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5 Comentários

  1. Curioso,
    Quando tempos atrás foi desencadeada contra o nosso Partido uma grande ofensiva das forças reaccionárias, conservadoras e oportunistas de direita e de esquerda conjugadas, os nossos inimigos gritaram que o Partido não poderia resistir. E eis que o nosso Partido na acção política e na luta de massas continua a mostrar toda a sua força e influência numa destacada posição da vida política autárquica.
    A agudização de divergências fez surgir o perigo duma fractura e de um confronto no seio do próprio Partido, que, na conjuntura existente, poderia significar um desaparecimento da vida política do município. No entender do PCP, essa fractura poderia ser fatal. Era necessário um sério esforço para impedi-la. Resultado da grande e determinada figura de revolucionário insubstituível que é o camarada Zé Luís, o PCP aguentou o golpe, recompôs-se das feridas, reestruturou o seu organismo concelhio e continua sendo, através dos seus militantes, mesmo os mais modestos e apagados, uma força viva, actuante, dinâmica e dinamizadora da Marinha Grande. Aqui está hoje de novo o PCP a afirmar a sua vitalidade revolucionária, o seu ardor militante, a sua capacidade de responder às mais complexas situações.
    Que fique claro que, não foi uma perda de tempo e que o nosso glorioso Partido passou com êxito mais uma tempestade de chamas e de inimigos internos, e está agora pronto para com as outras forças políticas da Marinha Grande, menos com as que não interessam, manter uma cooperação leal e fraterna para o desenvolvimento do município e as condições de vida de todos os munícipes, em particular de todos os trabalhadores.
    Viva o Partido Comunista Português da Marinha Grande!

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    • Parece o discurso do Maduro a falar da revolução bolivariana em que a culpa é sempre dos outros e eles são seres perfeitos.
      Será que não perceberam que o mundo mudou e que nada tem a ver com aquilo que eles pensam serem os ideias comunistas.
      Pior, será que continuam a defender ditadores como o Lenine, Mussolini , Chaves e maduro e ou Salazar?
      Será que são contra a iniciativa privada mas defendem os privados em ajustes directos como o caso da Câmara de Loures ou que T~em os filhos no ensino privado.
      Ganhem vergonha e sejam coerentes.

      Sei que vão dizer que sou anticomunista. Digo-vos se ser comunista é assim sou contra as pessoas que assim são.

      Mas há ainda comunistas (poucos mas há) que de facto o são e têm uma vida coerente com a sua ideologia. Desses discordo mas respeito-os muito.

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  2. A isto chama-se CRISE ao mais alto nível … e é o que se passa em TODOS os “partidos do arco da governação” (agora com a esquerda incluída … ) … mas como a luta de classes tem horror ao vazio … surgem os coletes amarelos … e vamos ver que mais …

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