CMMG

“EM JEITO DE RESPOSTA

Caros Nelson Araujo e Célia Faustino Guerra na impossibilidade de comentar directamente nos posts que fizeram nos vossos Facebooks pessoais deixem-me que vos diga que não, não foi a Vereadora que informou o Largo. Quem o fez fui eu, eu é que informei o Largo e vereadores do cancelamento do corta-mato, eu, mãe, cidadã e eleitora do concelho da Marinha Grande. Talvez não estejam habituados que os cidadãos e eleitores questionem decisões que tomam, mas a vossa obrigação é precisamente prestar contas do trabalho que fazem e para o qual foram eleitos.

A questão do corta mato é simples, existem provas organizadas pelos agrupamentos que contam para os apuramentos regionais e consequente nacional, o corta mato da primavera sempre foi uma prova à parte destas, sendo apenas o corta mato da cidade e aberto a todas as escolas do concelho (pertencendo a agrupamentos ou não). Este ano uma das escolas que não pertence a nenhum agrupamento foi convidada para uma destas provas e o que aconteceu? Os alunos da mesma foram impedidos de subir ao pódio…. É isso que se pretende no corta mato de Novembro? Uma vez que os alunos destas escolas não se classificam para as etapas seguinte?
Mais, ao contrário do que diz o Nelson o Corta Mato não se realiza nas comemorações do 25 de Abril mas sim na páscoa…. Está certamente a fazer confusão com a milha de cristal, o que só por si denota o conhecimento das atividades que se realizam no concelho

Para além de tudo isso tristeza é o facto de as pessoas terem que, ao dia de ontem, questionar o que se passava com o corta mato, uma vez que da parte da câmara não houve qualquer comunicação às “restantes” escolas nem à população, é também estranho que a primeira informação da parte de alguém da câmara é que não haveria corta mato pois não existia orçamento, devido ao apoio da câmara na realização dos regionais e nacional do corta mato escolar.

Abandonem por favor as teorias da conspiração, se as decisões e postura da câmara fossem de transparência não existiria a necessidade de ninguém ligar e questionar.”

Autora: Marisa Oliveira


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21 Comentários

  1. O problema verdadeiro é a falta de verba no orçamento para a realização deste corta-mato.
    Pudera gastaram-no no corta mato nacional com aquele show off de ofertas caríssimas!
    E mais, como não sabem planear nada nem muito menos planificar as ações, o dinheiro do corta mato irá também para a semana da educação e para a semana da primavera, não é assim Senhora Vereadora Célia?
    Não tape o sol com a peneira e diga a verdade, pelo menos é esta a justificação do seu chefe da divisão, contrária à sua.

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      • Sabe lá do que fala informe-se primeiro lambe botas! Quer um corta mato para a sua filhinha a escola que ela frequenta que organize. Ah dá trabalho? Ou não sabem fazer ou esperam que os outros façam tudo por vocês. Assim é fácil

      • Caro anónimo, eu não espero que façam tudo por mim, eu espero que façam o trabalho deles. O dito corta mato é só a prova desportiva mais antiga organizada pela CMMG, na sua óptica vamos lá acabar com tudo o que a CMMG organiza e os cidadãos que o façam certo? Então para isso acabemos com os cargos que têm, se não é para fazer nada estão lá a fazer o quê?
        Agora se quer mandar postas de pescada ao menos tenha a coragem de se identificar, é que isto de vir para aqui armado em carapau de corrida em modo anónimo é muito fácil não é?

  2. O Nelson já respondeu.
    Uma resposta daquelas é de quem não tem espelhos em casa. Se se visse ao espelho já tinha percebido o porquê de haver tantos fariseus.
    Pior cego é aquele que não quer ver.

      • Cara Marisa Oliveira: “Quem está familiarizado com as Sagradas Escrituras conhece uma classe social que existiu na sociedade hebraica até à destruição do Templo de Jerusalém (ano 70 D.C.) e a dispersão do Povo Hebreu: os Fariseus. Esta classe era uma espécie Juízes Supremos que regulava a vida social e religiosa e que velava pelo cumprimento estrito da Lei de Moisés tal como escrita no Livro do Deuteronómio. Jesus quando faz a sua pregação pública tens neles o principal alvo da sua crítica social e moral. Os Fariseus e os Sacerdotes do Templo eram, à luz dos ensinamentos de Jesus, falsos, hipócritas, dissimulados, «sepulcros caiados por fora, mas podres e vazios por dentro». Porquê? Porque impunham sobre os outros obrigações, como pesados fardos aos ombros em que eles nem com um dedo lhes tocavam! Porque tudo quanto faziam (a oração, a penitência, a caridade) era apenas, não para agradar a Deus, mas sim para serem bem vistos aos olhos dos outros. Por isso, tocavam o sino, quando davam esmola, para todos verem. Por isso, raspavam a cabeça, quando faziam penitência, para todos saberem. Por isso, ocupavam a primeira fila no Templo, para todos repararem neles. Apesar de se ter extinto esta classe social, ela não existe no novo Estado Hebreu (Israel) criado após a segunda Guerra Mundial, o seu modus vivendi, está enraízado em todas as culturas e sociedades. Na política, infelizmente, não faltam «fariseus» que em público gostam de se fazer ver e ouvir, que gostam de ocupar as primeiras filas, que gostam de se auto-elogiar pelos seus feitos. Em público, o que dizem e o que fazem tem apenas uma intenção: serem elogiados. Não é servir, não é favorecer os outros. É apenas para se promoverem a si próprios. Na nossa democracia, não faltam «fariseus» que pretendem impor sobre outros «pesados fardos nos quais eles nem com um dedo lhes tocam». Não faltam «fariseus» que se acham Juízes moralmente superiores, tendo o direito de apontar o dedo aos outros e de em praça pública exigir o «apedrejamento» de tais infiéis. Não faltam «fariseus» que enchem a boca com a «Liberdade» e a «Democracia» mas que de imediato mandam calar as vozes que ousam denunciar a sua verdade. Tudo isto para dizer que a necessidade que alguns desses «fariseus» têm de me julgar em praça pública, uma quase fixação mórbida e doentia sobre a minha pessoa, é incompreensível, a não ser à luz da sua própria forma de estar e de ser na vida e na política. Enquanto isso, eu vou plantar um craveiro na minha varanda e vou deixá-lo florescer, para no próximo 25 de Abril celebrar aquilo em que acredito: a Liberdade!”

      • Curioso que fale em liberdade quando me bloqueia de modo a que não consiga ver sequer o que comenta, nem tão pouco que a sua página me apareça nas pesquisas.

        Curioso também que apelide alguém de “fariseu” mas que a descrição que faça seja tão em linha com aquilo que o próprio faz:
        ” «fariseus» que enchem a boca com a «Liberdade» e a «Democracia» mas que de imediato mandam calar as vozes que ousam denunciar a sua verdade.”

      • Não é mais fácil criticar…. pelos vistos fácil é falar sob a capa do anonimato não é? O corta mato é só a mais antiga prova desportiva do concelho, organizada pela CMMG…. o que é que está a insinuar? que a câmara acabe com tudo e os cidadãos se substituam à mesma? Assim era tudo mais fácil não era? E a câmara fazia ainda menos.

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