CMMG

Não conseguimos encontrar muito, ou algum, bem a dizer em relação ao actual executivo. É, como é óbvio, uma opinião. Outras haverá. O facto de estarmos ainda longe das eleições dá uma margem de manobra grande não apenas a quem tem os pelouros como também à oposição. Pode, ainda assim, ser feita uma avaliação do que tem sido o desempenho dos que foram eleitos. À boa maneira dos professores, qual a avaliação que fazem do que tem sido o desempenho dos diversos eleitos? Que acções podem ser atribuídas a cada um deles e que poderia ser feito de modo diferente? Se fossem eles os alunos, passariam ou reprovação?


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7 comentários

  1. AUTARCA – Diga-se, quando os candidatos são eleitos pela primeira vez, quase todos chegam com muitos sonhos e uma grande vontade de crescer na política e quem sabe conquistarem novos postos na escalada do poder. Nessa corrida por novas conquistas, apenas uma minoria consegue ultrapassar as fronteiras dos municípios. Uma outra fatia consegue a reeleição e o restante acaba ficando na câmara apenas por um mandato.
    Por isso existem vereadores sem deixar rastro nenhum como marca de sua passagem pela instituição. Esse grupo de vereadores é formado por aqueles parlamentares despreparados e que durante o mandato não conseguiu sair da bancada do “contra” ou do “a favor”.

  2. O PCP desde já adverte que não reconhece as pseudo-sondagens encomendadas pelo Largo das Calhandrices, que se realizaram tal qual uma fantochada digna da ditadura fascista, sem que existissem as imprescindíveis liberdades democráticas necessárias. Advertimos com redobrada razão, que estamos decididamente contra a realização destas sondagens, uma vez que não foram asseguradas as liberdades democráticas. Se querem sondagens, devem antes contribuir para criar condições para elas e não atiçarem a perseguição política e soprarem incêndios, contra os militantes e simpatizantes do Partido, talvez com a esperança de virem a colher mais uns votos na terra por eles queimada. Antes de falar em sondagens é necessário falar na instauração de facto das liberdades, que constituem uma das vitórias históricas do 25 de Abril, mas que ainda são desconhecidas da grande parte das forças políticas reacionárias, com existência no Concelho.

  3. Pelos vistos e à luz dos resultados, se as eleições fossem agora e pelas sondagens, quem seria presidente à actual data seria o José Duarte, No entanto as vitorias virtuais são interessantes mas as reais é que contam. Sabemos que uma utopia tem que começar por por algum lado, e parece que o homem tem feito um bom trabalho no concelho, mas não chega. as suas ambições estão um pouco fora do seu alcance e será difícil mudar o que está instituído na Marinha. Parece-me ser uma tarefa impossível. No entanto parabéns, mas acho que terá que ser muito mais duro e menos conciliador.

  4. Caro José Antunes,
    Sábias e esclarecidas palavras! Não querendo desclassificar o sr. José Duarte, cidadão, ao que parece, empenhado no progresso do nosso amado concelho e em correr definitivamente essa força de bloqueio, que é o MPM, tenho de lhe dizer que na verdade já existe uma presidente virtual, a cintilante e sempre pronta para mais um evento social, que é a honorável dona Cidália. No entanto, reconheço que, à luz dos resultados da sondagem, o cidadão José Duarte, tem o reconhecimento da grande maioria dos marinhenses, reconhecimento esse que advém certamente da necessidade urgente de uma figura que possa trazer uma nova esperança e esta terra tão fustigada por “políticos” especuladores e oportunistas.
    Um abraço

  5. Há há há há, só nos faltava cá essa na terra, termos um presidente virtual e outro oficial, de facto a marinha é um espectáculo e não há igual. Não há condições

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