CMMG

Ficou-se a saber esta semana que as Festas da Cidade irão ter 4 dias em vez dos habituais 3. Não querendo nós ser profetas da desgraça, mas soa a que este aumento de um dia, para coincidir com a Quinta-feira da Ascensão, será um argumento de peso para que as estradas das matas não sejam abertas ao público até porque há as festas. Esperemos isso não venha a acontecer. Naturalmente que não há nada a dizer quanto ao aumento de mais um dia e, apesar de não ser feriado nas terras dos muitos que nos visitam, cremos que poderá ser benéfico este aumento. Também não cremos que, se as estradas forem abertas, isso possa colidir com os habituais encontros no pinhal já que a abertura será sempre ao final do dia. A questão das festas trouxe, no entanto, à baila um assunto que é recorrente. As festas do ano passado tiveram uma diferença considerável entre o que era o custo estimado e o que se veio a verificar. Para este ano estava previsto um custo inferior ao do ano passado, mas na terça foi aumentado. Perante a falta de rigor que existe nas previsões que são feitas, será de prever que os duzentos e muito mil cheguem aos trezentos. Nada a obstar em relação a isso já que este é o único evento que funciona na terra e que tem repercussão na economia local. O que continua a não ser compreensível é como é não conseguem fazer uma previsão de custos minimamente correcta. O amadorismo com que se tratam os assuntos que dizem respeito à câmara, por quem tinha obrigação de não errar, é espantoso. E é esta falta de rigor que leva a que se compreenda o motivo de nunca terem querido sair da zona de conforto no que diz respeito à gestão de dinheiros. Se em relação amas simples festas erram, fazem previsões que dão sempre erradas e não atribuem valores necessários para que tudo possa correr sem sobressaltos desde o início, como seria se se estivesse a lidar com uma câmara com dificuldades financeiras?! Se nem com muito dinheiro sabem o que é gerir, porque gerir significa saber prever, sem ele seria o colapso.


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8 Comentários

  1. A maior força de trabalho das festas da cidade são os Dirigentes Associativos.
    Este ano ou não vão festejar a quinta feira da ascensão ou então vão para as festas da cidade
    Como sempre esta Câmara tem muita dificuldade em trabalhar em conjunto com as colectividades

  2. Estou a espera do anónimo a dizer mal do Aurélio…! Força nisso!

    Entretanto, gasta se 200 e muitos mil euros numa festa, e o mercado (por exemplo) continua a ser aqueles miséria.
    Posso dar mais exemplos, quer que dê sr Nelson Araujo? (eu sei que vai responder atrás de um anónimo qualquer)

  3. E a minha rua, pá! Com os 5000 que dão ao Rafael (piloto de pópós) faziam a rua e sobra muito dinheiro para dar ao mimado dos volantes!!

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  4. Eu percebo pouco disto,mas querem ir para mata ver os pinheiros todos queimados ou apanhar pinhocas. Andam loucos.
    Já que as festas da cidade calham com o feriado que o pic nic seja no amplo relvado do parque. Respeito pelo pinhal é também saber dar espaço ao mesmo para recuperar…só conseguem olhar para o vosso umbigo. Adaptem se. O pinhal ardeu! Todo, de uma ponta à outra e não é em 1,2 ou 5 anos que recupera. O que querem e abrir estradas e comer frango do luzeirao a olhar para o deserto… paciência

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