AlexandraPCP

Quando foi a votação do orçamento, no final do ano, o PCP fez-se apenas representar pela Lara. A Alexandra não esteve nem se fez substituir. Graças a isso o orçamento passou. Muito se tem especulado sobre os verdadeiros motivos dessa ausência. O mais evidente é a discordância com o que são as decisões do partido. Bem visto à lupa, parece ser claro que não há uma unicidade de pensamento entre o a vereadora e o partido. À medida que se vai tendo mais informação vai-se conseguindo perceber melhor o que aconteceu. Alguns recordar-se-ão que houve, no final do ano, uma aproximação entre o PS e PCP com vista uma eventual partilha de poder e distribuição de pelouros. O que não foi tornado público foi o facto de, quando começaram as negociações, haver a informação de que a Alexandra, caso não houvesse acordo, romperia com o partido. Ainda assim, o partido não aceitou partilhar o poder e a decisão surge poucos dias antes da votação do orçamento. Coincidência das coincidências, a Alexandra falta à votação, mostrando estar a agir de forma autónoma em relação ao partido e, diríamos mesmo, amuada com eles! E terá sido essa uma das razões que terá levado o partido a não querer aceitar pelouros. Não quiseram correr o risco de entregar pelouros a uma vereadora que age de forma independente e nem sempre em sintonia com o que são as posições do partido expressas na AM. O partido não quis entregar o poder a quem não veste a camisola a 100% e sabe-se que a decisão de colocarem a Alexandra como cabeça de lista foi mais por não terem mesmo mais ninguém e não tanto por opção. Todos estes factos permitem melhor perceber as razões que terão levado a Alexandra a não querer estar a vincular-se a uma decisão do partido quando, dias antes, não tinham aceite receber e dar-lhe pelouros. Destes factos também se consegue perceber um pouco o porque de alguma animosidade em relação à Cidália, animosidade que começou a surgir depois de ser conhecido que não houve acordo para entrega de pelouros. Todos estes factos, vistos à lupa, permitem perceber as razões que nem sempre, ou melhor, quase nunca são explicadas para o que vai acontecendo.


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