Largo

Habitualmente não escrevemos senão sobre temas locais. Há, no entanto, um que nos leva a escrever sobre algo que vai para além das fronteiras do concelho, mas que afectam quem aqui vive. Há profissões que quem as assume sabe que o faz não com o espírito de funcionário publico, mas porque assumem uma função social. Juízes, médicos e enfermeiros estão no patamar daqueles que não se pensa que façam algo que não seja em prol do próximo. Sabem, quando entram na profissão, que têm que se submeter às regras do Estado. Ultimamente tudo tem mudado. O Juízes, titulares de um órgão se soberania, acham que podem violar a constituição e fazem greve. Querem depois que alguém respeite as suas decisões! Os médicos e enfermeiros têm mostrado que não podemos crer que eles cumpram o que se comprometeram a fazer quando assumiram a função de ajudar o seu próximo. Os últimos meses têm mostrado que há interesses que se sobrepõem. Não conseguimos respeitar quem não se dá ao respeito e longe vão os tempos em que víamos os enfermeiros como pessoas que, de forma abnegada, davam tudo pelos outros. Longe vão os tempos em que eles eram vistos como pessoas que não faziam greves, greves não financiadas de uma modo muito estranho. Longe vão os tempos em que eles mereciam o nosso respeito. É indiscutível que há outros interesses pelo meio quando se sabe que as reivindicações que hoje estão na ordem do dia vêm de há muitos anos. Porque não o fizeram noutros anos? Porque não reclamaram quando o Passos estava no Governo? É que se o têm feito nessa altura, hoje ninguém estranharia.


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1 Comentário

  1. Fácil.
    O amigo Costa e sua geringonça, fazem crer a todos que vivemos novamente o tempo das vacas gordas, tudo para enganar o povinho burro, para este lhes dar o voto outra vez.
    Mas a VERDADE, há-de chegar, e a factura também. Estamos na Bancarrota, outra vez!… 2 anos,no máximo, e cá estará a troika outra vez!
    Os enfermeiros, e tantos outros funcionários públicos, aproveitam a onda, e já que isto está tão bem, vamos pedir o que queremos… E fazem bem!!! Só não percebem, que dão numa mão, roubam na outra.
    Povo burro!

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