CMMG

Há muito que se sabe que os 100 dias durante os quais a Cidália disse que ia reorganizar os serviços passaram e não deu em nada. Mexeu umas peças no tabuleiro, deu mais competências a algumas pessoas, mas na prática não se nota qualquer diferença. Há dias disse que teria que haver mais uma mexida nessa estrutura. Não cremos que vá surgir alguma melhoria para a forma como os serviços dão resposta aos munícipes, mas depois do que aconteceu na segunda parece que há uma mudança que deveria ser implementada. Um munícipe teve a sorte de, à 21ª deslocação à câmara, conseguir ser recebido e poder ver o seu problema ser ultrapassado. E foi aí que nos ocorreu uma mudança importante na orgânica dos serviços. Já se percebeu que alguns eleitos, além das promessas de que algum dia os assuntos são resolvidos, parecem pouco fazer. Porque não atribui-lhes competências para ficarem no final da fila de munícipes que têm assuntos pendentes para que os possam orientar para a secção dos assuntos ‘atrasados‘ ou para a dos ‘muito atrasados‘?! Bastaria, para isso, que todos os munícipes que têm assuntos pendentes se inscrevessem para ir à reunião de câmara e ali pudesse estar o Caetano ou a Cidália para os receber e encaminhar para a porta correspondente. Começa-se a perceber que para que os assuntos sejam resolvidos têm que haver pressão. Não se espera que os eleitos tenham conhecimento de todos os assuntos que estão pendentes, mas quando nem sequer sabem quantos estão torna-se impossível esperar alguma coisa mais. A estrutura orgânica poderia assim criar a função de encaminhamento ou o cargo de encaminhador. Pelo menos todos ficávamos a saber que havia quem fizesse alguma coisa e os assuntos começassem a ser finalmente resolvidos.


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