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Desde que a Casa da Cultura abriu que se têm ouvido críticas à forma pouco clara como os bilhetes são vendidos. Não é novidade e já se sabe como funciona… mal. Mas há algo que sempre nos espantou. No início diziam que era difícil ligar o programa de venda de bilhetes à contabilidade da câmara. Claro que todos sabem que em termos informáticos não há impossibilidades. É tudo uma questão de se querer fazer. Que leva, por isso, a que, passados tantos anos, continuemos no século passado? Que interesses se escondem atrás desta alegada incapacidade de fazer algo tão simples quanto colocar uma bilheteira electrónica? Têm que ser muito grandes para que nada se faça. A oposição tem tido aqui, também aqui, uma posição passiva. Não fazem nada para que alguma coisa mude. Mas acima de tudo importava saber o que tem sido feito. Ainda não assistimos a nenhum pedido para que se apurem os reais resultados de bilheteira. Quanto é recebido nos espectáculos que trazem cá nomes conhecidos a nível nacional? Quantos foram os bilhetes oferecidos? Como foram comprados e quantos foram reservados? Numa terra que lutou pela igualdade e liberdade, há muita coisa que não se sabe e que importava saber. Essa é uma das funções da oposição, mas parecem andar esquecidos de a fazer. Que será preciso fazer para que acordem?


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4 Comentários

  1. Mais uma birra da super diretora financeira que quer continuar a controlar tudo e todos, para além dessa espécie de presidente que quer ter sempre uns tantos bilhetes para os seus amigos

  2. Quando quero ver um espetáculo tenho que pagar e ter a sorte de ter bilhete disponível, seja na bilheteira on-line ou presencial das principais salas de espetáculos. Felizmente tenho tido oportunidade de deslocar-me às principais salas do país e usufruir de espetáculos culturais, musicais e teatrais. Infelizmente nessas salas tenho que pagar um valor que “cobre” parte dos custos do evento e juntar os custos de deslocação e refeição. Espero e pago quando chega a minha vez! Ou na bilheteira online ou no local. Seja conhecido ou não aguardo como muitos. Assim deveria ser neste concelho e respectivas salas de espetáculo. A possibilidade de ter acesso ao espetáculo deveria ser livre, ficando os lugares disponíveis em função do número de atendimento. Mas deverá ser complexo retirar um número numa caixa e aguardar. Já não digo criar uma plataforma digital porque isso seria utopia na cidade mais industrializada do país. Também será uma tarefa árdua em ter o programa cultural disponível numa bilheteira online ou num site com a possibilidade de compra de bilhetes.
    Como me disse anteriormente, se estivesse à espera de ter lugar para ver um espetáculo cultural nesta cidade ficaria jovem e culto com a eficácia e dinâmica da prestação de serviço.

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