CMMG

O que mais se temia, tem estado a acontecer. Não há água. Os avisos que foram sendo feitos ao longo dos anos não foram os suficientes para que alguma coisa fosse feita e o resultado está aí. A culpa não é dos técnicos ou dos funcionários que sabemos estão a fazer aquilo que lhes é possível. A culpa é inteiramente dos que foram eleitos ao longo dos últimos anos que nada fizeram. E, contrariamente ao que fazemos sempre em relação a quem já não está na política, desta vez há que por as culpas nos nomes: Álvaro, Vicente e Cidália são os responsáveis. Passaram anos sem que nada tivessem feito. Mesmo neste mandato, estão há um ano a engonhar. Os ‘amigos’ da Cidália, os que gerem as matas, nada fizeram para que agora não estivesse a decorrer “os trabalhos de corte de árvores em risco de queda, que impedem a entrada de equipamentos para realizar em segurança a reparação da conduta”. Uma vez mais são os bombeiros quem aparece para resolver um problema que foi criado por outros, um problema que há muito deveria estar solucionado. E, uma vez mais, à boa maneira do Caetano, anunciam que “não é ainda possível prever a hora para o restabelecimento da água à população”. Os que foram eleitos e que nada fizeram para que este problema estivesse há muito resolvido deveriam pintar a cara de negro antes de voltar a sair à rua. É lastimável que tenhamos chegado a este ponto e que não haja ainda uma perspectiva de quanto poderão começar a mexer no assunto. Naturalmente que se vão escudar com a morosidade dos concursos e mais isto ou aquilo. Será que os eleitos, todos os eleitos, não seriam capazes de chegar a um entendimento para que fosse dada prioridade a este assunto e se avançasse com a urgência que ele requer? De pouco adianta apresentarem desculpas quando há duas semanas, na entrevista, o Caetano não foi capaz de dizer quando é que este problema começa a ser solucionado. Disso é que deveriam apresentar desculpas, da incapacidade de estabelecerem um plano que permita à população ter uma perspectiva de quando começam a ter os problemas resolvidos. Pouco adiantam os risinhos do Caetano ou o mau feitio da Cidália para calar a indignação que a população sente. Infelizmente, sentem mas nada fazem!


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8 comentários

  1. Podem usar as TV’s gigantes, para fazer o countdown, e assim informam a população da chegada da água à Marinha Grande… E no fim, lançavam foguetes. E claro, tiravam umas fotografias, pró show!
    Siga Marinha Grande!

  2. Quando eu era jovem tive uma namorada de Leiria. Os pais, quando souberam, trataram de lhe dizer que rapazes da Marinha não era grande ideia, são operários, gente com pouco futuro. A jovem enamorada ainda refilou, mas a mãe acabou porque lhe dizer “esse rapaz não, porque é da terra dos mal lavados”.

    Por cá não temos sido capazes de mudar esta mentalidade de quem olha de fora, e hoje, se essa mãe me visse, podia afirmar com certeza que me sinto um mal lavado. Não tinha agua no chuveiro, lavei a cara com agua do Luso e pus muito perfume para não cheirar mal.

    Salvem-nos deste rótulo, que esta gente que manda na camara não é capaz.

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