Matas

Um ano depois do Costa ter andado aqui pelo concelho a fingir que se preocupava com o que aconteceu com o Pinhal do Rei, “como gostamos de chamar”, depois de ter andado rodeado dos que gostam de agradar e de aparecer na fotografia, tudo o que foi plantado morreu. Pode ler-se que “estes solos arenosos são muito pobres em matéria orgânica, o que elimina as hipóteses de sobrevivência de grande parte das espécies vegetais”, daí que apenas o pinheiro consiga sobreviver em terreno tão inóspito. O tempo veio a dar razão aos que, à data, criticaram a ideia de plantar sobreiros no pinhal. A operação de charme não deu em nada e não se vê nada a acontecer no pinhal. Mas agora já parece que ninguém se preocupa com esse facto e a ‘febre’ do que aconteceu no pinhal já passou. Agora que o pinhal já não é motivo para que as câmaras de televisão ou as máquinas fotográficas aqui andem, os que mandam não estão já preocupados com o que não se vê acontecer. Não é por acaso que o estudo que foi feito sobre a reflorestação do pinhal nunca foi divulgado e tudo parece ser mantido em segredo para que ninguém consiga perceber o que não está a ser feito.


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3 comentários

  1. Boa pergunta Victor dos Santos, boa pergunta. Será que andam a ler relatórios e mais relatórios, ou já se fartaram?
    Bem observado, um abraço

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