CaetanoCMMG

Quando pensamos nos eleitos, esperamos que eles nos digam mais do que apenas conversa fiada. Bem sabemos que é normal os políticos nos impingirem as suas versões sobre os acontecimentos e fazerem promessas vãs, mas não dizer nada é igual ou pior. Quando sexta ouvimos o Caetano não conseguimos deixar de ficar com a sensação de que ele se protege atrás das burocracias para não se comprometer com nada. Diz que vai fazer, mas não se compromete com datas, nem sequer aproximadas. É como que se estivéssemos a olhar para ele atrás de uma qualquer protecção que faz com que não dê qualquer espécie de garantia a quem aqui vive. Dizer-se que se vai fazer isto ou aquilo, sem que haja um compromisso com datas, é muito próximo de não dizer nada. Lamentavelmente quando o ouvimos não ficamos com a sensação de que augure um dia bonito, antes pelo contrário. Ouvi-lo falar é mais ou menos como termos pela frente um dia chuvoso. Quase nada se pode fazer e não nos podemos comprometer com nada! Por uma que fosse vez seria interessante que nos fosse dada uma perspectiva de quando é que os projectos que diz ter em mãos avançam. Não deveria continuar a manter-se escudado nas dificuldades burocráticas e não avançar com mais do que isso. Os eleitores mereciam saber datas, ainda que com uma margem para algum imprevisto.


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8 comentários

  1. Não tendo nada a com esta entrevista, hoje gostei de ver o artigo de opinião do duarte do PSD, de facto mostra mais uma vez que é um político diferente, não quer saber de politiquices. Perante uma dificuldade arregassou as mangas e apesar de crítico apresenta soluções, ao contrário de outros que até são vereadores vão fazer queixinhas para o Conselho vizinho e nada apresentam como soluções na sua terra.

    • Oh Duarte, estes auto-elogios ficam-lhe muito mal. Aliás como os artigos que você escreve no Jornal. Uma porcaria, sem pés nem cabeça, mal escritos, em português vernáculo. Ganhe vergonha, homem. Já cá temos um que só olha para o seu umbigo e quer ser Presidente à força. Não precisamos de outro igual…E já agora “Concelho” é com “C”…

  2. É engraçado as lições de português que às vezes aqui se querem dar, anónimo das 17.05, vernáculo quer dizer português correcto( puro), às vezes as pessoas caiem no ridículo sem necessidade.

  3. Penso que quem tem um problema por resolver na câmara já topou a cena do Caetano. É a política do “tá bem”, do “vou tentar” ou mais erudita “estou a tentar envidar esforços para”. O problema persiste. Passam-se anos. Ganham-se ordenados e regalias. Nada acontece. Oposição? Morreu

  4. Vamos fazer dois em um, combinado? Um dia de eleições para eleger dois novos executivos, na Câmara e outro Na Junta da Moita! Vamos nessa?

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