CMMGNelson

Muitas vezes sentimos que o adjunto da Cidália, o Nelson, puxa uma carga muito grande e que tenta, por todos os meios, aliviá-la. Claro que isso leva a que faça afirmações que nos colocam a pensar. Depois do que foi a entrevista de ontem de dois elementos (ou melhor, um) da oposição, o Nelson não deixou de fazer uma série de comentários ao que ia sendo escrito. Pode fazê-lo? Pode. Deve fazê-lo integrando o gabinete da presidente? Parece-nos que não. Fica mal. Claro que esta é uma realidade que já é recorrente e, como tal, pouco há a dizer. O que nos chamou a atenção foi o facto de ter comentado um texto nosso onde revelámos qual o valor do saldo de caixa, fazendo referência ao que será a execução orçamental no texto que escrevemos onde dissemos que o mês de Dezembro foi gastar até mais não. Nesse seu texto o Nelson vem afirmar que a execução orçamental “se traduz numa execução orçamental global superior aos 50% (o Orçamento de 2018 cifrou-se nos 23ME), muito longe dos 23% que por aí apregoam“. Refere que em Dezembro a câmara recebeu mais de um milhão de euros em impostos e que o que transitou foi apenas cerca de 11 milhões. Pois bem, aqui surgem as dúvidas. A ser como refere, e nada nos leva a duvidar do que escreveu, significa que no mês de Dezembro a câmara gastou mais do que aquilo que afirmámos ter sido gasto. Se em Novembro os dados da câmara apontavam para uma execução de cerca de 23% e em um pouco mais de um mês conseguem chegar aos 50% significa que as despesas ultrapassaram muito mais do que o previsto, despesas que, diga-se, não têm correspondência à contratação pública. Isso significa que foi gasto dinheiro em despesas correntes só para poder aumentar os valores da execução. Por outro lado, o milhão e muito que é referido que foi recebido por contraponto com o valor mais baixo de saldo que passou de um ano para o outro faz com que a despesa tenha sido ainda superior ao que escrevemos em mais de 3 milhões de euros. Onde foi feita essa despesa? Pois, isso não é esclarecido. Mas houve um outro aspecto que nos deixou com dúvidas e seria bom que no PS se entendessem quanto a isso. O Nelson afirma que a execução orçamental terá sido na ordem dos 50%. O Pedrosa na quinta afirmou que se situou, pelas palavras da presidente, na ordem dos 80%! Estamos a falar de uma diferença de 30% entre o que um diz e o que outro afirma, o que leva a concluir que um deles estará a mentir. Percebendo-se que o Nelson carrega atrás de si um fardo muito grande de defesa do que é muitas vezes indefensável, seria interessante perceber onde foi gasto metade do orçamento em termos de execução orçamental na perspectiva das despesas que têm a ver com obras e não apenas com as despesas correntes.


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9 comentários

  1. O Nelson pensa que alguém acredita nele

    É aldrabão e o que aprendeu enquanto padre foi o pior da igreja.
    Nunca explicou porque saiu nem o que se passou nas Colmeias, onde não deixou saudades nenhumas. Antes pelo contrário.
    E cá na terra enquanto pároco. Algo de relevsnte? Nada.

    Excelente dupla com o Pedrosa

    • O pior da igreja?… Explicou a si porque saiu?… Algo de relevante para si?… Estranho comentário de alguém magoado. Foi deixado/a no altar pela figura retratada?

  2. Caro senhor Nelson,
    Não ligue ao que dizem estes hereges. Não tem que dar explicações nenhumas.
    Todos sabemos o papel relevante que tem tido aqui na Marinha Grande.
    Graças ao seu esforço e dedicação tem orientado a alma da professora Cidália para o bom caminho, por isso lhe estamos muito agradecidas; quanto aquela pobre alma penada do tal Pedrosa já não podemos dizer o mesmo, mas por favor faça tudo para o levar também pelo bom caminho. Pensando bem, o bom caminho, talvez seja daqui para fora, mas pronto deixamos ao seu critério.
    Bem haja, bem haja

  3. Não entendo a satisfação do Aurélio, quando algo corre mal na marinha. Sério que não se entende, parece que quanto pior melhor, ri-se e ironiza tudo. Será que ele está bem da cabeça? As pessoas questionam-se que sentido de cidadania é este.

    • É compreensível, não é por mal. Como não tem soluções começa com sintomas de ataques de pânico. A ele dá-lhe para rir, é um típico sinal. Julgo que a Cidália devia sinalizá-lo e comunicar à assistência social!

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