18 de Janeiro

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18 de Janeiro foi um momento que marcou a história do concelho. Não, não vamos dissertar sobre isso. Já houve quem o tivesse feito bem e não podemos nem queremos tentar colocar-nos ao nível desses que escrevem tão bem e tão melhor sobre este tema. Também não vamos falar sobre as comemorações. Há anos que é a mesma coisa, com o sindicato dos vidreiros a tentar fazer a sua prova de vida depois de muitos erros cometidos no passado. Não aprendem e teimam em fazer um copy / paste do que tem sido feito nos outros anos, sem qualquer inovação. J O dia de hoje, marcado que fica pelo que ontem tivemos todos conhecimento, deveria ser, no entanto, um dia em que todos deveríamos ver qual o caminho que percorremos até aqui e o estado a que a terra chegou. Hoje seria impensável que os Marinhenses se revoltassem contra o que quer que seja. Mesmo perante o que tem acontecido em termos de governação, em termos de abandono do Estado em termos das matas ou da intempérie que se abateu sobre a terra, temos estado todos quietos. Longe vão os anos em que o poder político temia a força dos Marinhenses. Hoje, tirando meia dúzia que se preocupam com o que se passa na terra, ninguém quer saber se há boa ou má governação. Isso leva a que surjam alguns tiques de autoritarismo. Por vezes sentimos que começa a fazer falta um novo 18 de Janeiro ou pelo menos que os Marinhenses acordem para o que se passa à sua volta. Seguramente que no dia em que os políticos começarem a sentir que há mais do que meia dúzia de pessoas atentas ao que acontece na terra, passarão a respeitar mais quem aqui vive e começar a perder os tiques autoritários.


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