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Como já mais ou menos se desconfiava, o PCP deu uma enorme cambalhota ao permitir que o orçamento passasse. Quem leu uma proposta e outra fica com a clara noção que nada mudou a não ser a formatação do documento. A ausência da Alexandra tem uma leitura clara: a de discordância com a posição do partido. A Lara, militante e subserviente dos ditames de quem manda, fez o papel, triste, de dar o dito por não dito, abstendo-se. Claro que se sabe que há frutos que nem todos têm e o partido mostrou que prefere deixar que o PS se espalhe ao comprido em vez de assumirem uma posição coerente, consonante com o que foi a declaração de voto de Outubro, ou de permitirem que os eleitos assumam a função para a qual se candidataram, de terem uma palavra a dizer sobre o futuro do concelho, ainda que seja votando contra algo com o qual não concordem. O partido sai assim como a muleta que acusou outros eleitos de o serem. A Lara sai desta votação mal vista. A Alexandra opta por nem sequer comparecer para que não tenha que engolir um sapo, mas fica de cabeça levantada. Mais do que a votação do orçamento, esta votação permite perceber que o PCP está sem rumo nem norte.


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