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Costuma-se dizer que mentira tem perna curta e parece que se confirma. No jornal da semana passada o Pedrosa escreveu que o PS apresentou ao MpM um documento escrito com propostas de pelouros. Ontem o MpM deu a conhecer esse documento escrito. Lemos várias vezes para ver se não falhava nada e não conseguimos encontrar nada que fizesse referência a pelouros. No texto pode ler-se que “Os resultados eleitorais de 01 de Outubro deram ao Partido Socialista a capacidade executiva e deliberativa maioritária (Câmara Municipal e Assembleia Municipal) para o quadriénio 2017-2021, cabendo à Presidente eleita, nos termos da Lei, a distribuição de funções pelos Vereadores que a irão coadjuvar; A Lei autoriza à Câmara Municipal da Marinha Grande ter 2 Vereadores em permanência, além da Presidente, sendo que estes lugares serão ocupados pelos eleitos pelo Partido Socialista; A Câmara Municipal pode deliberar a autorização de distribuição de funções por mais Vereadores, sob proposta da Presidente da Câmara Municipal, e atendendo ao superior interesse do Município; Os eleitos pelo «Movimento Pela Marinha» (MpM) manifestaram a sua «total disponibilidade» para cooperar com a Presidente e Vereadores eleitos pelo Partido Socialista com vista à concretização de um entendimento para a governação partilhada da Câmara Municipal; Que a Presidente da Câmara Municipal e os Eleitos pelo MpM concordam em que para uma governação partilhada é fundamental o respeito pelo princípio da lealdade, honestidade e da transparência na actuação da parte de todos os membros do executivo; A distribuição de funções deve respeitar o equilíbrio de poderes decorrente dos resultados eleitorais; O exercício de funções (seja sob qualquer regime venha a ser acordado) implica o princípio da solidariedade e corresponsabilidade de todos os Eleitos na governação, com participação ativa na discussão, definição e execução de todas as medidas programáticas e, claro está, pressupõe o respeito e consideração pelos resultados eleitorais maioritários que o PS alcançou na Câmara Municipal e na Assembleia Municipal; O acordo que venha a ser celebrado com o MpM não esgota a possibilidade de a Presidente estender os consensos políticos; A distribuição de funções deve considerar os Programas Eleitorais próprios de cada força política, em particular aquelas medidas que são mais relevantes e de particular interesse estratégico para o Município; Se constata que três das medidas do Programa Eleitoral do MpM, designadamente os ponto 2, 4 e 7 são comuns e genéricos a todas as forças políticas representadas na câmara municipal; O Partido Socialista, em consonância com a vontade manifesta da Presidente da Câmara Municipal eleita, propõe ao MpM a participação numa governação partilhada relativamente aos pontos 1, 2, 5 e 6 do seu Programa Eleitoral, delegando a coadjuvação de pelouros (ou dos pelouros) que permitam concretizar tais objectos“. Fica assim claro que efectivamente alguém mentiu uma vez que não existiu qualquer pelouro que tivesse sido oferecido, contendo o documento apenas generalidades que não permitem concluir absolutamente nada senão um conjunto de intenções, sem concretização de nada. Como quem tem perna curta são os anões e a mentira e o Pedrosa é tudo menos anão, resta a outra alternativa para que possa ser adjectivado!


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1 comentário

  1. Bem pode o Sr. JPP (sociólogo), gritar e/ou berrar à vontade, durante o tempo que quiser, e quando quiser que já toda a gente e como gosta de dizer, os vieirenses, marinhenses e moitense já conheçam a “peça” e poucos o ouvem!
    A cada intervenção que faz mais o ficamos a conhecer!

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