CMMG

Há quem diga que se critica quando não se faz e que se critica quando se faz. Não é assim. Quem tem espírito critico, quem não se contenta com o medíocre não consegue passar indiferente ao que vai acontecendo. O ano passado a pista de gelo foi contratada mesmo em cima da hora. Este ano não foi assim. Ainda que possamos não achar piada, não há que criticar muito a opção de conseguirem fazer os mínimos em termos de actividades para o Natal. Não deixa de ser mais uma iniciativa que mostra não existir planificação. Pelo que foi tornado público, as iniciativas de Natal deverão começar no início do mês. Não se percebe, por isso, que a tenda esteja ali montada durante quinze dias apenas para ocupar espaço. Em vez de terem ajustado com a empresa que fez a montagem a sua instalação a um ou dois dias do início da iniciativa, vamos ter que gramar com uma tenda em frente à câmara durante duas semanas sem que sirva para nada, a não ser tornar aquela zona pouco apetecível. Só se consegue entender que ali tenham mandado colocar a tenda, com duas semanas de antecedência por dois motivos: para que possam dizer que este ano pensaram e contrataram com tempo e porque não foram capazes de negociar e impor que a montagem da tenda seria feita de modo a causar o menor impacto possível. Este ano vamos assim ter uma barraca montada em frente da câmara durante duas semanas apenas a ocupar espaço. Não se trata, por isso, de criticar quando se faz. Trata-se de apontar os erros quando se faz, mas se faz mal. A menos que nestas duas semanas usem a tenda para alguma coisa de útil, ainda que seja para vender umas hortaliças ou algum peixe, não há motivos que justifiquem a colocação daquele mamarracho ali com tanta antecedência.


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5 Comentários

    • Caro Anónimo. Se assim for, nada a dizer. Sempre achámos que o mercado deveria ser naquela zona. Pena que seja apenas por conveniência de quem fez a montagem da barraca.

  1. Espero bem que não seja levantada no final das festas, que fique a guardar o lugar para as próximas, poderá também ser aproveitada para cativar o turismo, tasquinhas, tramoceiras, ponto de encontro e local de cavaqueira de quem se esconde do trabalho…

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